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Pinta que cresce e endurece: o que pode ser?

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Notei que uma pinta que sempre tive, e que mantinha o mesmo tamanho, cresceu repentinamente e ficou enrijecida. Gostaria de entender o que pode estar acontecendo e se devo me preocupar com essa mudança.
Principais pontos para você
  • O crescimento rápido e endurecimento de uma pinta existente são sinais de alerta que exigem avaliação médica imediata.
  • A principal ação a ser tomada é procurar um dermatologista para um exame detalhado e, se necessário, uma biópsia.
  • A exposição excessiva ao sol e histórico familiar de melanoma são fatores de risco importantes.
  • O diagnóstico precoce do melanoma é crucial para aumentar as chances de tratamento bem-sucedido.
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Respostas dos especialistas

Infelizmente, pela descrição não é possível saber. Procure um Dermatologista para te examinar presencialmente e fazer a Dermatoscopia também.

mais de 1 ano

RC
DermatologistaBelo Horizonte (MG)
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William, em sua maior parte pode ser queratose, mas precisa avaliar pois mudanças bruscas em pintas podem sugerir várias doenças também. Procure um médico que possa olhar isto pra você presencialmente

cerca de 1 ano

Entenda a fundo

  • Mudança na aparência da pinta

    Uma pinta que muda de tamanho, forma, cor ou elevação é um sinal de alerta importante.

  • Bordas irregulares

    Bordas irregulares, mal definidas ou borradas em uma pinta podem indicar melanoma.

  • Múltiplas cores

    Uma pinta com várias cores (preto, marrom, vermelho, branco ou azul) é um sinal de alerta.

  • Coceira, sangramento ou dor

    Pintas que coçam, sangram ou doem devem ser avaliadas por um médico.

  • Diâmetro aumentado

    Uma pinta com diâmetro maior que 6 milímetros (tamanho de uma borracha de lápis) é considerada suspeita.

  • Crescimento rápido

    Uma pinta que cresce rapidamente em um curto período de tempo é um sinal de alerta.

  • Endurecimento

    Endurecimento ou elevação da pinta, especialmente se acompanhado de outros sinais de alerta, requer avaliação médica.

  • Mutações genéticas

    Mutações genéticas nas células da pele podem levar ao crescimento descontrolado e formação de um melanoma.

  • Exposição à radiação UV

    A exposição excessiva à radiação ultravioleta (UV) do sol ou câmaras de bronzeamento danifica o DNA das células da pele, aumentando o risco de melanoma.

  • Transformação de nevos

    Em alguns casos, o melanoma pode surgir de nevos melanocíticos preexistentes, especialmente aqueles com características atípicas.

  • Deficiência imunológica

    O sistema imunológico pode não reconhecer e destruir células cancerosas em desenvolvimento, permitindo que o melanoma se desenvolva.

  • Hereditariedade

    A predisposição genética desempenha um papel, com histórico familiar de melanoma aumentando o risco individual.

  • Pele clara

    Pessoas com pele clara, cabelos claros e olhos claros têm maior risco de desenvolver melanoma.

  • Exposição excessiva ao sol

    A exposição frequente e intensa à radiação UV do sol ou câmaras de bronzeamento aumenta o risco de melanoma.

  • Muitas pintas ou pintas atípicas

    Ter muitas pintas (mais de 50) ou pintas atípicas (displásicas) aumenta o risco de melanoma.

  • Histórico familiar de melanoma

    Um histórico familiar de melanoma aumenta o risco de desenvolver a doença.

  • Sistema imunológico enfraquecido

    Um sistema imunológico enfraquecido, seja por doença ou medicamentos, aumenta o risco de melanoma.

  • Nevo melanocítico (pinta comum)

    O nevo melanocítico (pinta comum) é uma lesão benigna da pele, geralmente pequena, plana ou elevada, e de cor uniforme. Diferente do melanoma, não apresenta crescimento rápido, bordas irregulares ou cores variadas.

  • Queratoma seborreico

    O queratoma seborreico é uma lesão benigna da pele, comum em pessoas mais velhas, que se apresenta como uma mancha ou pápula elevada, de cor marrom ou preta, com superfície áspera. Diferente do melanoma, não costuma crescer rapidamente ou apresentar bordas irregulares.

  • Hemangioma

    O hemangioma é um tumor benigno formado por vasos sanguíneos, que se apresenta como uma mancha ou pápula avermelhada ou arroxeada na pele. Diferente do melanoma, não costuma crescer rapidamente ou apresentar bordas irregulares.

  • Dermatofibroma

    A dermatofibroma é um nódulo benigno na pele, geralmente pequeno e firme, de cor marrom ou avermelhada. Diferente do melanoma, não costuma crescer rapidamente ou apresentar bordas irregulares.

  • Ceratose actínica

    A ceratose actínica é uma lesão pré-cancerosa da pele, causada pela exposição crônica ao sol, que se apresenta como uma mancha áspera e escamosa. Embora possa evoluir para um carcinoma espinocelular, é diferente do melanoma em sua origem e progressão.

  • Exame dermatológico

    Um exame visual detalhado da pinta é o primeiro passo para avaliar suas características e determinar a necessidade de exames adicionais.

  • Dermatoscopia

    A dermatoscopia usa um microscópio de superfície da pele para examinar a pinta em detalhes e identificar características suspeitas.

  • Biópsia excisional

    A remoção cirúrgica da pinta para exame microscópico é essencial para confirmar o diagnóstico de melanoma e determinar sua profundidade.

  • Biópsia do linfonodo sentinela

    Se o melanoma for diagnosticado, uma biópsia do linfonodo sentinela pode ser realizada para verificar se as células cancerosas se espalharam para os linfonodos próximos.

  • Exames de imagem

    Em casos de melanoma avançado, exames de imagem como tomografia computadorizada (TC), ressonância magnética (RM) ou tomografia por emissão de pósitrons (PET) podem ser usados para verificar se o câncer se espalhou para outros órgãos.

  • Excisão cirúrgica

    A remoção cirúrgica da pinta é o tratamento inicial para melanoma em estágio inicial. A extensão da cirurgia depende da profundidade do melanoma.

  • Terapia adjuvante

    A terapia adjuvante, como interferon ou terapia alvo, pode ser recomendada após a cirurgia para reduzir o risco de recorrência em melanomas de alto risco.

  • Radioterapia

    A radioterapia pode ser usada para tratar melanomas que se espalharam para os linfonodos ou outros órgãos.

  • Imunoterapia

    A imunoterapia, que estimula o sistema imunológico a atacar as células cancerosas, é uma opção de tratamento para melanomas avançados.

  • Terapia alvo

    A terapia alvo, que ataca proteínas específicas nas células cancerosas, pode ser usada para tratar melanomas com certas mutações genéticas. É fundamental procurar um médico dermatologista para avaliar o caso e indicar o melhor tratamento.

  • Metástase linfonodal

    O melanoma pode se espalhar para linfonodos próximos, exigindo remoção cirúrgica adicional e aumentando o risco de recorrência.

  • Metástase à distância

    O melanoma avançado pode se disseminar para órgãos distantes, como pulmões, fígado, cérebro e ossos, tornando o tratamento mais difícil.

  • Recorrência

    Após o tratamento, o melanoma pode retornar no mesmo local ou em outras partes do corpo, exigindo monitoramento contínuo.

  • Efeitos colaterais do tratamento

    O tratamento do melanoma, como cirurgia e terapia adjuvante, pode causar efeitos colaterais significativos, como dor, inchaço, fadiga e alterações na pele.

  • Complicações sistêmicas

    O melanoma metastático pode levar a complicações graves, como insuficiência orgânica, dor crônica e diminuição da qualidade de vida.

  • Use protetor solar

    Use protetor solar com FPS 30 ou superior diariamente, mesmo em dias nublados, e reaplique a cada duas horas, especialmente após nadar ou suar.

  • Evite o sol forte

    Evite a exposição solar direta entre as 10h e as 16h, quando a radiação UV é mais intensa.

  • Use roupas de proteção

    Use roupas de proteção, como camisas de manga comprida, calças e chapéus de aba larga, para cobrir a pele exposta ao sol.

  • Evite câmaras de bronzeamento

    Evite câmaras de bronzeamento artificial, pois elas emitem radiação UV que aumenta o risco de câncer de pele.

  • Faça autoexames e consulte um dermatologista

    Examine sua pele regularmente para identificar novas pintas ou mudanças em pintas existentes. Consulte um dermatologista anualmente para um exame de pele profissional.

Perguntas frequentes sobre o tema

O crescimento rápido e o endurecimento de uma pinta podem ser sinais de alerta para melanoma, um tipo de câncer de pele. No entanto, outras condições benignas também podem causar alterações nas pintas.

É fundamental consultar um dermatologista o mais rápido possível para avaliar a pinta e determinar se é necessário realizar uma biópsia. O diagnóstico precoce é crucial para o tratamento eficaz do melanoma.

O exame da pinta segue a regra do ABCDE: Assimetria, Bordas irregulares, Cor variável, Diâmetro maior que 6mm e Evolução (mudança em tamanho, forma ou cor).

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