Digestivo, protetor da mucosa gástrica e auxiliar no tratamento da úlcera gástrica.
Bula de Espinheira Santa Ec
Espinheira Santa EC, para o que é indicado e para o que serve?
Digestivo, protetor da mucosa gástrica e auxiliar no tratamento da úlcera gástrica.
Como o Espinheira Santa EC funciona?
O efeito protetor sobre a mucosa gástrica se deve à presença de substâncias ativas da planta, que tem a propriedade de diminuir a acidez estomacal, pelo aumento da secreção gástrica.
Quais as contraindicações do Espinheira Santa EC?
Não se deve administrar a tintura, por conter álcool, a pessoas sensíveis e ou dependentes do álcool e a pacientes hipersensíveis a droga. Este medicamento é contra-indicado para crianças menores de 12 anos.
Como usar o Espinheira Santa EC?
Tintura Agite o frasco antes de usar. A precipitação no fundo do frasco é normal. Tome a solução oral com um pouco de água. Ingerir 2,5 mL (copo medidor) diluídos em água, 2 a 3 vezes ao dia, antes das principais refeições ou a critério médico. Cápsulas Ingerir 2 cápsulas de 500 mg, 2 vezes ao dia, antes das principais refeições ou a critério médico. Este medicamento não pode ser partido ou mastigado. Duração do tratamento Enquanto persistirem os sintomas ou a critério médico. Siga corretamente o modo de usar. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação médica ou de seu cirurgião-dentista. Não use o medicamento com o prazo de validade vencido. Antes de usar observe o aspecto do medicamento.
O que devo fazer quando me esquecer de usar o Espinheira Santa EC?
Não interrompa o uso, continue o tratamento normalmente como se não tivesse esquecido nenhuma dose.
Quais cuidados devo ter ao usar o Espinheira Santa EC?
Lactantes devem evitar o uso, pois pode ocorrer redução da secreção láctea (Santos C, et al. Plantas medicinais 1988). Evitar o uso em mulheres em tratamento de infertilidade ou com dificuldade de levar a gravidez até o fim (FAD.B), assim como, em pacientes com câncer estrógeno-dependente. Não deve ser utilizado durante a gravidez e a amamentação, exceto sob orientação médica. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se ocorrer gravidez ou iniciar amamentação durante o uso deste medicamento. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista o aparecimento de reações indesejáveis. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Quais as reações adversas e os efeitos colaterais do Espinheira Santa EC?
Sensação de boca seca, náusea e dor de estômago, que cedem com a descontinuidade do uso do medicamento.
Apresentações do Espinheira Santa EC
Tintura Frasco de vidro âmbar contendo 100 mL. Via de administração: oral. Uso adulto. Medicamento fitoterápico. Cápsulas Frasco plástico leitoso contendo 50 cápsulas de 500 mg. Via de administração: oral. Uso adulto. Medicamento fitoterápico.
Qual a composição do Espinheira Santa EC?
Tintura Cada mL contém: 1mL de Tintura de Maytenus ilicifolia - folhas. Concentração de princípio ativo: A tintura está padronizada para 1,2 % de taninos totais. Cada mL da tintura contém 12 mg de taninos totais. Cápsulas Cada cápsula contém: 500mg de Extrato seco de Maytenus ilicifolia - folhas. Concentração de princípio ativo: O extrato seco está padronizado para 4 % de taninos totais. Cada cápsula contém 20 mg de taninos totais.
Superdose: o que acontece se tomar uma dose do Espinheira Santa EC maior do que a recomendada?
Pode ocorrer sensação de secura na boca, sintoma que desaparece com a descontinuação do uso. O que fazer antes de procurar socorro médico? Interrompa o uso e tome água para diminuir o desconforto.
Interação medicamentosa: quais os efeitos de tomar Espinheira Santa EC com outros remédios?
Não há registros de interações medicamentosas na literatura consultada.
Qual a ação da substância do Espinheira Santa EC (Maytenus ilicifolia)?
Resultados de Eficácia Grande parte dos estudos com Maytenus ilicifolia foram realizados no Brasil. Um deles, realizado no Recife, constatou que o triterpeno maitenina apresenta atividade antibacteriana in vitro com bactérias Gram positivas (Gonsalves de Lima, 1971; Simões et al., 1986; Fernández J. et al., 1996). Na Argentina foi comprovada a atividade contra microrganismos Gram positivos e Gram negativos no extrato alcoólico e aquoso de Maytenus ilicifolia (Amani S. et al, 1997). Na Escola Paulista de Medicina, estudou-se o efeito antiulcerogênico, administrando-se por via oral e intraperitonial, em ratas com úlcera gástricas induzidas, tomando como referência medicamentos convencionais como ranitidina e cimetidina. A Maytenus ilicifolia desenvolveu um efeito antiulcerogênico, muito importante, semelhante a cimetidina (Carlini E. et al., 1998; Souza O. et al., 1991; Carvalho E. et al., 1997). Os compostos responsáveis pelo efeito foram identificados como os triterpenos friedelina e fridelanol e os taninos condensados pertencentes ao grupo das catequinas (Martins A. et al., 1997). Foi realizado um estudo com 23 pacientes com dianóstico de dispepsia não ulcerativa, com sintomas de dor gástrico e acidez, durante 28 dias. 13 pacientes receberam cápsulas de 200mg de extrato liofilizado de infusão de Maytenus ilicifolia uma vez ao dia. Os 10 pacientes restantes receberam medicamento placebo. O grupo que recebeu o preparado ativo apresentou melhorias substanciais comparando com o placebo. Não houve relatos de efeitos adversos ou colaterais (Carlini et al., 1988). Características Farmacológicas Dentre os componentes químicos presentes nas folhas que revelaram ação terapêutica, destacam-se: Terpenos (maitenina); triterpenos (friedelina e friedelinol); taninos (catequinas) e trações de sais minerais tais como ferro, enxofre, sódio, cálcio. São descritos ações tais como: tonificante, antiúlcera, carminativa, cicatrizante, anti-séptica, levemente diurética e laxativa, auxiliando também na eliminação de gases intestinais. Sua propriedade tonificante se deve a reintegração das funções estomacais. Na Escola Paulista de Medicina foi avaliado o efeito anti-ulcerogênico da Maytenus ilicifolia e o resulto revelou um efeito importante, mostrando atividade protetora sobre a mucosa gástrica similar a fármacos anti-histamínicos de receptores H2, como a cimetidina e a ranitidina, que promove a diminuição da secreção do ácido clorídrico e consequente aumento do volume e pH da secreção gástrico (Alonso R.J. 1998).
Como devo armazenar o Espinheira Santa EC?
Conservar em temperatura ambiente (temperatura entre 15 e 30ºC). Proteger da luz e da umidade. Depois de aberto, guardar o frasco bem fechado. Características do medicamento Tintura Apresenta-se como líquido marrom de sabor adstringente. Cápsulas Apresenta-se como pó verde claro de sabor insípido, em cápsulas gelatinosas duras e transparentes. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
Mensagens de Alerta do Espinheira Santa EC
Leia atentamente a bula antes de usar o produto.
Dizeres Legais do Espinheira Santa EC
MS 1.1678.0005 Farmacêutico Responsável: Aldo Cândido Dadalt CRF-PR nº 4787 Fabricado por: As Ervas Curam Indústria Farmacêutica Ltda. Rua Eunice Weaver, 231 - Campo Comprido Curitiba - PR Indústria Brasileira SAC: 0800-6433949 Nº de lote, data de fabricação e data de validade: vide embalagem.