Meu pedido é um apelo sobre cancer maligno da minha mãe diagnostica em outubro 2024.
É cruel e profundamente humilhante chegar a um momento tão delicado e ser atendido de forma fria e desorganizada por um cirurgião torácico (PEDRO HONDA – CRM 157677).
Tínhamos muita esperança na consulta de 07 de fevereiro, agendada tardiamente porque a área de acolhimento informou a impossibilidade de encaixe anterior. Esperávamos um atendimento cuidadoso e respeitoso—estamos falando de um câncer maligno.
No entanto, em vez disso, fomos atropelados por informações soltas, sem clareza, sem acolhimento e sem um plano concreto, após três meses de incerteza para definir um tratamento.
Antes mesmo de se apresentar, o médico mencionou que a Prevent Senior concede apenas 20 minutos por consulta—como se o tempo fosse mais importante do que a vida da minha mãe.
Além disso, ao proibir a entrada de duas pessoas na sala, impediu que minha irmã acompanhasse nossa mãe. De forma insensível, ele ainda afirmou, na frente da paciente diagnosticada, que aquilo não era uma “coletiva”, mas sim uma consulta.
Somos apenas dois filhos tentando acolher e cuidar da nossa mãe, e um profissional que deveria demonstrar empatia fez exatamente o oposto, causando grande impacto—e isso está registrado em áudio.
E, ao invés de orientação e busca por alternativas diante da dificuldade de realizar um exame solicitado de última hora, fomos bombardeados com um discurso alarmante sobre riscos: arritmia, sangramento, corte no meio do peito, pneumonia, trombose, embolia… Era realmente necessário listar tudo isso de forma tão brutal, sem sensibilidade, apenas para nos amedrontar?
O termo de consentimento não deveria ser um instrumento de terror, mas sim de esclarecimento e respeito.
Sabemos que exames são essenciais para garantir precisão no diagnóstico e na cirurgia, mas a demora no agendamento é inaceitável. A mediastinoscopia e a própria cirurgia ainda não temos data, e o núcleo de acolhimento não dá prioridade ao caso, comprometendo a evolução do tratamento.
Dr. Leonardo pulmulogista referenciou o Dr. Pedro, porém diante de tudo isso, me gera dúvidas.
Por essa razão, estou buscando respaldo em consultas particulares.
A insegurança gerada pelos médicos da Prevent Senior, suas inconsistências e o descaso de nove médicos diferentes ao longo destes 3 meses são inaceitáveis.
Apenas os Drs. Leonardo e Marcelle foram coerentes e sensatos ao nos orientar e conduzir o caso minimamente bem—os demais, lamentáveis.
Aguardo as autorizações e um direcionamento concreto.
Além disso, informo que há uma sindicância em andamento por negligências anteriores, que apenas ampliam todo o transtorno pelo qual estamos passando. Espero que a situação não se agrave ainda mais, enquanto eu respeitar irei lutar pela minha mãe sem medir esforços!
Gostaria de reforçar o absurdo de estarmos falando de um plano de saúde ativo desde abril de 2013, com consultas recorrentes, sem que jamais tenham solicitado uma tomografia para uma mulher de 70 anos, fumante há 50 anos.
Sempre se basearam em um simples raio-X, afirmando que estava tudo bem.
Foi um médico da UPA, em Fortaleza, quem alertou sobre a necessidade de uma tomografia em outubro de 2024, após semanas de tosse.
No pronto-socorro da Prevent, anteriormente a única orientação dada foi tomar xarope.
Lamentável.