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Esclerose amiotrófica lateral: causas e tratamentos

A esclerose amiotrófica lateral (ELA) é uma doença neurodegenerativa que afeta as células nervosas motoras, levando à fraqueza muscular e paralisia progressiva.
Principais pontos para você
  • A ELA é uma doença neurodegenerativa progressiva.
  • Não há cura, mas tratamentos podem ajudar a controlar os sintomas.
  • Os sintomas incluem fraqueza muscular e dificuldades de fala e deglutição.

Sobre a condição

A esclerose amiotrófica lateral (ELA), também conhecida como doença de Lou Gehrig, é uma condição neurodegenerativa progressiva que afeta as células nervosas motoras no cérebro e na medula espinhal. Essa doença resulta em fraqueza muscular progressiva, perda de coordenação e, eventualmente, paralisia. Embora a causa exata da ELA ainda não seja completamente compreendida, acredita-se que fatores genéticos e ambientais possam contribuir para seu desenvolvimento. Atualmente, não há cura para a ELA, mas existem tratamentos que podem ajudar a gerenciar os sintomas e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

Quão comum é?

A ELA afeta aproximadamente 2 a 3 pessoas a cada 100.000 anualmente, sendo mais comum em homens do que em mulheres.

Quão grave é?

A ELA é considerada uma doença grave e progressiva, levando a complicações significativas e redução da expectativa de vida.

Mitos e verdades sobre esclerose amiotrófica lateral

Mito

A ELA é contagiosa.

Verdade

A ELA não é contagiosa e não pode ser transmitida.

Mito

A ELA é sempre fatal em poucos meses.

Verdade

A progressão da ELA varia de pessoa para pessoa.

Mito

A ELA afeta apenas pessoas idosas.

Verdade

Embora mais comum em adultos mais velhos, pode afetar pessoas mais jovens.

Perguntas frequentes sobre esclerose amiotrófica lateral

Não, a ELA não é contagiosa e não pode ser transmitida entre pessoas.

Os primeiros sinais podem incluir fraqueza muscular e dificuldades de fala.

A taxa de sobrevivência varia, mas a média é de 3 a 5 anos após o diagnóstico.

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Entenda a fundo

  • Fraqueza muscular

    Dificuldade em realizar movimentos voluntários.

  • Espasmos musculares

    Contrações involuntárias dos músculos.

  • Dificuldade para falar

    Alterações na fala, tornando-a arrastada ou difícil.

  • Dificuldade para engolir

    Problemas ao engolir alimentos ou líquidos.

  • Alterações emocionais

    Mudanças de humor e comportamento.

  • Fatores genéticos

    Cerca de 5 a 10% dos casos são hereditários.

  • Fatores ambientais

    Exposição a toxinas e outros fatores ambientais podem contribuir.

  • Idade avançada

    A ELA é mais comum em pessoas entre 40 e 70 anos.

  • Histórico familiar

    Ter um parente próximo com ELA aumenta o risco.

  • Gênero

    Homens têm maior probabilidade de desenvolver a doença.

  • Eletroneuromiografia (ENMG)

    Avalia a atividade elétrica dos músculos e a condução dos nervos.

  • Exames de imagem

    Ressonância magnética pode ser utilizada para descartar outras condições.

  • Exames laboratoriais

    Podem ser realizados para excluir outras doenças.

  • Medicamentos

    Riluzole e edaravona são utilizados para retardar a progressão da doença.

  • Fisioterapia

    Ajuda a manter a força muscular e a mobilidade.

  • Terapia ocupacional

    Auxilia na adaptação das atividades diárias.

  • Fonoaudiologia

    Apoio na comunicação e na deglutição.

  • Estilo de vida saudável

    Manter uma dieta equilibrada e atividade física regular.

  • Evitar exposição a toxinas

    Reduzir a exposição a substâncias químicas nocivas.

  • Problemas respiratórios

    Dificuldades respiratórias que podem levar à necessidade de ventilação assistida.

  • Infecções

    Maior risco de pneumonia e outras infecções devido à fraqueza muscular.

  • Dificuldades alimentares

    Problemas para se alimentar, que podem exigir alimentação por sonda.

  • Expectativa de vida

    A média de sobrevida após o diagnóstico é de 3 a 5 anos, mas varia.

  • Qualidade de vida

    Tratamentos podem melhorar a qualidade de vida e prolongar a independência.

  • Esclerose múltipla

    Outra doença neurodegenerativa que afeta o sistema nervoso.

  • Atrofia muscular espinhal

    Condição que também causa fraqueza muscular, mas com causas diferentes.

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