Esclerose amiotrófica lateral: causas e tratamentos
- A ELA é uma doença neurodegenerativa progressiva.
- Não há cura, mas tratamentos podem ajudar a controlar os sintomas.
- Os sintomas incluem fraqueza muscular e dificuldades de fala e deglutição.
Sobre a condição
A esclerose amiotrófica lateral (ELA), também conhecida como doença de Lou Gehrig, é uma condição neurodegenerativa progressiva que afeta as células nervosas motoras no cérebro e na medula espinhal. Essa doença resulta em fraqueza muscular progressiva, perda de coordenação e, eventualmente, paralisia. Embora a causa exata da ELA ainda não seja completamente compreendida, acredita-se que fatores genéticos e ambientais possam contribuir para seu desenvolvimento. Atualmente, não há cura para a ELA, mas existem tratamentos que podem ajudar a gerenciar os sintomas e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.
Quão comum é?
A ELA afeta aproximadamente 2 a 3 pessoas a cada 100.000 anualmente, sendo mais comum em homens do que em mulheres.
Quão grave é?
A ELA é considerada uma doença grave e progressiva, levando a complicações significativas e redução da expectativa de vida.
Profissionais da área que podem ajudar
Dr. Dr.Rudinei Siqueira
FisioterapeutaRio Bananal (ES)
Dr. Christian Max
NeurologistaFortaleza (CE)
Vicente Jose Schiavao
NeurologistaAvaré (SP)
Roberto Hirsch
NeurologistaSão Paulo (SP)
Dra. Luciana Leite
FisioterapeutaIndaial (SC)
Dra. Talita Delfino
FonoaudiólogoAraraquara (SP)
Mitos e verdades sobre esclerose amiotrófica lateral
Mito
A ELA é contagiosa.
Verdade
A ELA não é contagiosa e não pode ser transmitida.
Mito
A ELA é sempre fatal em poucos meses.
Verdade
A progressão da ELA varia de pessoa para pessoa.
Mito
A ELA afeta apenas pessoas idosas.
Verdade
Embora mais comum em adultos mais velhos, pode afetar pessoas mais jovens.
Perguntas frequentes sobre esclerose amiotrófica lateral
Precisa de ajuda médica?
Encontre especialistas na sua região. Nossa plataforma conecta você com profissionais qualificados para diagnóstico e tratamento.
Entenda a fundo
Explore mais
Artigos relacionados
Fadiga persistente com antidepressivos: O que fazer?
A fadiga pode ser um efeito colateral comum de antidepressivos, mas persistência requer avaliação médica.
Psiquiatria·4 opiniões médicas
Demora no diagnóstico de EM/NMO: É grave?
A demora no diagnóstico de esclerose múltipla (em) ou neuromielite óptica (nmo) pode levar a danos neurológicos progressivos e incapacidades permanentes.
Neurologia·2 opiniões médicas
Dor ciática, tremor e fraqueza: devo me preocupar?
A dor ciática é caracterizada por dor irradiada da região lombar para a perna, podendo estar associada a outros sintomas neurológicos.
Neurologia·2 opiniões médicas
Açúcar alto: Remédio para pressão alta pode ser a causa?
Alguns medicamentos para hipertensão podem elevar o açúcar no sangue, exigindo monitoramento.
Endocrinologia·1 opinião médica
Coração acelerado ao deitar: efeito da clomipramina?
A clomipramina, um antidepressivo tricíclico, pode causar palpitações como efeito colateral.
Cardiologia·2 opiniões médicas
Notícias relacionadas
Ministério da Saúde oferece capacitações para otorrinolaringologista e áreas correlatas
São 3 cursos gratuitos para profissionais que atuam com doenças dos ouvidos, nariz, garganta, laringe ou pescoço
Aprovada atualização de protocolos clínicos para tratamento da esclerose múltipla
Procedimentos foram modernizados após inclusão de novo medicamento
/https://static.medicosbrasil.com/news/Gpjj26Kbi0JQrP_tYgYrY.webp)
“Virei um prisioneiro encarcerado no próprio corpo”, diz médico que descobriu ELA há nove anos
No auge da sua vida profissional, Hemerson Casado foi diagnosticado com Esclerose Lateral Amiotrófica, uma doença rara que possui assistência no SUS
Saúde atualiza protocolo clínico para tratamento da Esclerose Múltipla após recomendação da Conitec
Documento que detalha tratamento, diagnóstico e monitoramento de pacientes passam por atualizações constantes, a fim de garantir manejo baseado nas evidências científicas mais modernas
Tem dúvidas sobre esta condição?
Se você tem perguntas específicas sobre esclerose amiotrófica lateral, pode enviá-las de forma anônima e gratuita para que profissionais da saúde especializados possam ajudar você.