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Leucemia mieloide crônica: causas, sintomas e tratamentos

A leucemia mieloide crônica (LMC) é um câncer do sangue que se caracteriza pela produção excessiva de glóbulos brancos anormais na medula óssea.
Principais pontos para você
  • A LMC é uma doença genética causada por uma mutação no DNA das células-tronco hematopoiéticas.
  • Os sintomas incluem fadiga, perda de peso e febre.
  • O tratamento mais eficaz atualmente é a terapia alvo, especialmente com inibidores da tirosina quinase.

Sobre a condição

A leucemia mieloide crônica (LMC) é um tipo de câncer do sangue que se origina na medula óssea, caracterizada pela produção excessiva de glóbulos brancos anormais. Essa condição é frequentemente associada a uma mutação genética específica, conhecida como translocação Philadelphia, que resulta na formação do gene BCR-ABL. A LMC é uma doença crônica que pode evoluir para formas mais agressivas, se não tratada adequadamente. O diagnóstico precoce e o tratamento adequado são fundamentais para melhorar a qualidade de vida e a sobrevida dos pacientes.

Quão comum é?

A LMC representa cerca de 15% de todos os casos de leucemia em adultos, com uma incidência estimada de 1 a 2 casos por 100.000 habitantes por ano.

Quão grave é?

A LMC é considerada uma doença crônica, mas pode se tornar grave se não for tratada, levando a complicações sérias e à progressão para leucemia mieloide aguda.

Mitos e verdades sobre leucemia mieloide crônica (lmc)

Mito

A leucemia mieloide crônica é contagiosa.

Verdade

A LMC não é contagiosa e não pode ser transmitida de uma pessoa para outra.

Mito

A LMC só afeta pessoas idosas.

Verdade

Embora a LMC seja mais comum em adultos mais velhos, pode ocorrer em qualquer idade.

Mito

Não há tratamento eficaz para a LMC.

Verdade

Existem tratamentos eficazes, como a terapia alvo, que melhoraram significativamente o prognóstico.

Perguntas frequentes sobre leucemia mieloide crônica (lmc)

Não, a LMC não é contagiosa.

Os principais sintomas incluem fadiga, perda de peso, dor abdominal, febre e suores noturnos.

A terapia alvo, especialmente com inibidores da tirosina quinase, é considerada o tratamento de escolha.

O diagnóstico é feito por meio de exames de sangue e punção da medula óssea.

A taxa de sobrevida depende do estágio da doença e do tratamento, mas muitos pacientes têm uma boa sobrevida a longo prazo.

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Entenda a fundo

  • Fadiga

    Sensação de cansaço extremo que não melhora com o descanso.

  • Perda de peso inexplicada

    Redução significativa de peso sem mudanças na dieta ou atividade física.

  • Dor abdominal

    Desconforto ou dor na região abdominal, frequentemente associado ao aumento do baço.

  • Febre e suores noturnos

    Aumento da temperatura corporal sem infecção aparente, acompanhado de sudorese excessiva durante a noite.

  • Sensação de saciedade precoce

    Sensação de estar cheio após comer pequenas quantidades de alimento.

  • Mutação genética

    A LMC é causada por uma mutação no DNA das células-tronco hematopoiéticas, frequentemente associada ao gene BCR-ABL.

  • Idade avançada

    A LMC é mais comum em adultos, especialmente aqueles acima de 60 anos.

  • Exposição a radiação

    Histórico de exposição a altas doses de radiação pode aumentar o risco.

  • Exposição a produtos químicos

    Exposição a certos produtos químicos, como benzeno, pode ser um fator de risco.

  • Exame de sangue completo

    Avalia a contagem de glóbulos brancos, glóbulos vermelhos e plaquetas.

  • Punção da medula óssea

    Coleta de amostra da medula óssea para análise de células leucêmicas.

  • Teste de citogenética

    Identifica a presença do gene BCR-ABL, confirmando o diagnóstico de LMC.

  • Terapia alvo

    Uso de inibidores da tirosina quinase, como imatinibe, que bloqueiam a ação do gene BCR-ABL.

  • Quimioterapia

    Uso de medicamentos para destruir células cancerosas, geralmente em casos mais avançados.

  • Transplante de medula óssea

    Procedimento para substituir a medula óssea doente por células saudáveis.

  • Imunoterapia

    Tratamentos que ajudam o sistema imunológico a combater as células cancerosas.

  • Não há prevenção conhecida

    A LMC é causada por uma mutação genética, e não há medidas preventivas estabelecidas.

  • Anemia

    Diminuição dos glóbulos vermelhos, levando a fadiga e fraqueza.

  • Infecções frequentes

    Aumento da suscetibilidade a infecções devido à produção anormal de glóbulos brancos.

  • Sangramento

    Tendência a sangramentos fáceis ou hematomas devido à baixa contagem de plaquetas.

  • Progressão para leucemia mieloide aguda

    Possibilidade de evolução da LMC para uma forma mais agressiva.

  • Taxa de sobrevida

    A maioria dos pacientes com LMC apresenta uma boa taxa de sobrevida a longo prazo, especialmente com tratamento adequado.

  • Leucemia mieloide aguda

    Forma mais agressiva de leucemia que pode se desenvolver a partir da LMC.

  • Leucemia linfocítica crônica

    Outro tipo de leucemia que afeta os linfócitos, mas com características diferentes.

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