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Incontinência Urinária não Neurogênica

Aprova o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Incontinência

Última atualização: 20 de janeiro de 2025
168 páginas
CID-10: N393, N394, R32
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MINISTÉRIO DA SAÚDE

SECRETARIA DE ATENÇÃO ESPECIALIZADA À SAÚDE SECRETARIA DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INSUMOS ESTRATÉGICOS

PORTARIA CONJUNTA Nº 1, DE 09 DE JANEIRO DE 2020.

Aprova o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Incontinência Urinária não Neurogênica.

O SECRETÁRIO DE ATENÇÃO ESPECIALIZADA À SAÚDE e o SECRETÁRIO DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA, INOVAÇÃO E INSUMOS ESTRATÉGICOS EM SAÚDE, no uso de suas atribuições,

Considerando a necessidade de se estabelecerem parâmetros sobre a incontinência urinária não neurogênica no Brasil e diretrizes nacionais para diagnóstico, tratamento e acompanhamento dos indivíduos com esta condição;

Considerando que os protocolos clínicos e diretrizes terapêuticas são resultado de consenso técnico-científico e são formulados dentro de rigorosos parâmetros de qualidade e precisão de indicação;

Considerando o Registro de Deliberação n o 486/2019 e o Relatório de Recomendação n o 495 - Novembro de 2019 da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (CONITEC), a atualização da busca e avaliação da literatura; e

Considerando a avaliação técnica do Departamento de Gestão e Incorporação de Tecnologias e Inovação em Saúde (DGITIS/SCTIE/MS), do Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos (DAF/SCTIE/MS) e do Departamento de Atenção Especializada e Temática (DAET/SAES/MS), resolvem:

Art. 1º Fica aprovado o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas Insuficiência Urinária não Neurogência.

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Parágrafo único. O Protocolo objeto deste artigo, que contém o conceito geral da insuficiência urinária não neurogência, critérios de diagnóstico, critérios de inclusão e de exclusão, tratamento e mecanismos de regulação, controle e avaliação, disponível no sítio http://portalms.saude.gov.br/protocolos-e-diretrizes, é de caráter nacional e deve ser utilizado pelas Secretarias de Saúde dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios na regulação do acesso assistencial, autorização, registro e ressarcimento dos procedimentos correspondentes.

Art. 2º É obrigatória a cientificação do paciente, ou de seu responsável legal, dos potenciais riscos e efeitos colaterais relacionados ao uso de procedimento ou medicamento preconizados para o tratamento da insuficiência urinária não neurogência.

Art. 3º Os gestores estaduais, distrital e municipais do SUS, conforme a sua competência e pactuações, deverão estruturar a rede assistencial, definir os serviços referenciais e estabelecer os fluxos para o atendimento dos indivíduos com essa condição em todas as etapas descritas na Portaria, disponível no sítio citado no parágrafo único do art. 1º .

Art. 4º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

FRANCISCO DE ASSIS FIGUEIREDO

DENIZAR VIANNA

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ANEXO

PROTOCOLO CLÍNICO E DIRETRIZES TERAPÊUTICAS INCONTINÊNCIA URINÁRIA NÃO NEUROGÊNICA

1. INTRODUÇÃO

O termo incontinência urinária (IU) refere-se à queixa de qualquer perda de urina, que pode ser involuntária, provocada pelo indivíduo ou descrita por um cuidador (1-3). Essa perda involuntária pode estar associada com a urgência e também com esforço ou esforço físico, incluindo atividades esportivas, ou em espirros ou tosse. A IU é uma condição que afeta a qualidade de vida, comprometendo o bem-estar físico, emocional, psicológico e social das pessoas. A IU pode acometer indivíduos de todas as idades, de ambos os sexos e de todos os níveis sociais e econômicos. Um estudo na população dos EUA estimou que 12 milhões de pessoas sofrem de IU. Estima-se que 200 milhões de pessoas vivam com incontinência ao redor do mundo e que entre 15% e 30% das pessoas acima de 60 anos que vivem em ambiente domiciliar apresentam algum grau de incontinência (4, 5). Entretanto, o número exato de pessoas acometidas pode ser muito maior do que as estimativas atuais, visto que muitas delas não procuram ajuda por vergonha, acreditando que o problema seria uma consequência normal do envelhecimento ou, ainda, que não existe tratamento. Estudo brasileiro conduzido em população idosa relatou uma prevalência de IU de 11,8% entre os homens e de 26,2% entre as mulheres (6).

As mulheres têm maior predisposição de apresentar essa condição (7). As mulheres apresentam uma menor capacidade de oclusão uretral e isso se deve ao fato de a uretra funcional feminina ser mais curta e a continência depender não somente do funcionamento esfincteriano adequado, mas também de elementos de sustentação uretral (músculos e ligamentos) e transmissão da pressão abdominal para o colo vesical (8) .

Inúmeras situações podem levar a IU. A identificação da sua causa é essencial para o tratamento adequado. De maneira geral, a presença de IU pode ser dividida de acordo com a etiologia em neurogênica (p.ex., por lesão medular traumática, esclerose múltipla, acidente vascular cerebral) e não neurogênica (p. ex. hiperatividade detrusora,

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insuficiência intrínseca do esfíncter uretral, cirurgias da próstata). Este Protocolo trata de causas não neurogênicas, especificamente a IU aos esforços e a IU por urgência no adulto

A IU pode ser classificada de acordo com o tipo de incontinência em IU aos esforços, IU de urgência e IU mista. A Incontinência Urinária aos Esforços (IUE) ocorre devido a uma deficiência no suporte vesical e uretral que é feito pelos músculos do assoalho pélvico ou por uma fraqueza ou lesão do esfíncter uretral. Essa condição leva a perda de urina em situações de aumento da pressão intra-abdominal, tais como, tossir, espirrar, correr, rir, pegar peso, levantar da posição sentada ou até mesmo andar. Em geral, não ocorrem perdas em repouso e durante o sono. Essa situação é bastante frequente em mulheres. Em homens sem alterações neurológicas relevantes, esse tipo de incontinência ocorre após prostatectomia, em que o mecanismo esfincteriano proximal é removido. Nesses casos, a continência fica dependente do esfíncter uretral estriado e uma lesão parcial ou total deste componente esfincteriano pode levar a IU.

A Incontinência Urinária de Urgência (IUU) ocorre como consequência da hiperatividade detrusora (HD), que ocorre quando o músculo detrusor apresenta contração involuntária. Para a preservação da continência urinária, é fundamental que a bexiga apresente função normal e a pressão intravesical deve permanecer relativamente baixa e constante durante todo o seu enchimento. Em pessoas com a sensibilidade vesical preservada, a HD leva a um desejo súbito e imperioso de urinar. Quando a contração vesical supera a capacidade de oclusão uretral gerada pelo esfíncter, ocorre a IUU. Várias situações podem levar a hiperatividade detrusora, desde uma infecção urinária que irrita a mucosa vesical até uma alteração, identificável ou não, da inervação vesical. Os sintomas mais comuns associados a IUU são urgência miccional, polaciúria e noctúria (necessidade de acordar a noite devido a desejo miccional). A incontinência Urinária Mista (IUM) é a combinação da IUE e IUU, ou seja, uma insuficiência de oclusão uretral associada à hiperatividade detrusora.

A identificação de fatores de risco e da condição em seu estágio inicial e o encaminhamento ágil e adequado para o atendimento especializado dão à Atenção Primária um caráter essencial para um melhor resultado terapêutico e prognóstico dos casos.

Este Protocolo visa a estabelecer os critérios diagnósticos e terapêuticos não cirúrgicos das causas não neurogênicas de insuficiência urinária (IU), especificamente da

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IU aos esforços e da IU por urgência no adulto, considerando as diferentes condutas terapêuticas para homens e mulheres. A descrição da metodologia científica, elaboração das estratégias de busca, descrição do fluxo de seleção das evidências e as tabulações dos dados das características dos participantes, características dos estudos e desfechos de eficácia e segurança estão detalhados no Apêndice 1 .

2. CLASSIFICAÇÃO ESTATÍSTICA INTERNACIONAL DE DOENÇAS E PROBLEMAS RELACIONADOS À SAÚDE (CID-10)

  • R32 - Incontinência urinária não especificada
  • N39.3 Incontinência de tensão ('stress')
  • N39.4 Outras incontinências urinárias especificadas

3. CRITÉRIOS DE INCLUSÃO

  •  Adultos (> 18 anos), de ambos os sexos; e
  •  Diagnóstico de Incontinência Urinária de Esforço (IUE), de Incontinência Urinária de Urgência (IUU) ou de Incontinência Urinária mista (IUM).

4. CRITÉRIOS DE EXCLUSÃO

  •  População pediátrica (< 18 anos) ou
  •  Incontinência urinária de causa neurogênica.

5. DIAGNÓSTICO

Uma história completa deve fornecer elementos que permitam indicar qual o tipo mais provável de IU e a conduta diagnóstica e terapêutica mais apropriada.

5.1. Diagnóstico da Incontinência Urinária de Esforço (IUE)

5.1.1. História Clínica

Os elementos a serem observados no diagnóstico de IUE na mulher incluem:

  •  Frequência de episódios de perda e hábitos miccionais;
  •  grau de incômodo;
  •  condição de perda (esforço ou urgência);
  •  necessidade de utilizar proteção (absorventes, fraldas);
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  •  horário em que ocorrem as perdas;
  •  associação com medicamentos;
  •  ingestão hídrica;
  •  cirurgias pélvicas;
  •  número e tipo de partos; e
  •  complicações ginecológicas.

Nas mulheres, a constipação intestinal distende a parte distal do sigmoide e do reto podendo prejudicar a transmissão parassimpática sacral, resultando em atividade detrusora inadequada, principalmente em idosos (5). Além disso, a presença de uma ou mais infecções do trato urinário é fator preditor independente para o desenvolvimento de hiperatividade detrusora (9).

Em homens sem doença neurológica, a IU está, na maioria das vezes, associada com história de cirurgia prostática. Esta intercorrência pode ser causada por incompetência esfincteriana, disfunção vesical ou transbordamento urinário devido a retenção. Aproximadamente 1% dos pacientes submetidos à ressecção transuretral da próstata evoluem com quadro significativo de IU no pós-operatório (10), enquanto que nos pacientes submetidos à prostatectomia radical, esta complicação pode ocorrer entre 2% a 80% dos casos (11, 12), dependendo da definição de incontinência utilizada. Como é esperado que em pacientes com hiperplasia benigna da próstata o tratamento cirúrgico alivie os sintomas urinários, qualquer grau de IU pós-operatória é pouco tolerado. Nos pacientes submetidos à cirurgia radical, a IU pós-operatória é comum, porém os sintomas são transitórios e persistem apenas por algumas semanas, na maioria dos casos. A IU pode requerer tratamento cirúrgico quando se mantém por tempo mais prolongado.

Alguns pacientes submetidos à prostatectomia podem apresentar, nas primeiras semanas após a retirada da sonda vesical, urgência, IUU e polaciúria. Nesta fase, é importante excluir duas condições que podem causar essas manifestações, que são infecção urinária e retenção de urina por obstrução.

A quantificação e o tipo de perda urinária devem ser determinados durante a anamnese, como descrito na avaliação das mulheres. O levantamento da história deve focar no trato urinário, história prévia de cirurgia ou de radioterapia, comorbidades e sintomas de doenças que podem causar disfunção vesical e história familiar de doenças da próstata (hiperplasia prostática benigna e câncer) (4)

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Nos pacientes que foram submetidos à prostatectomia radical, deve-se obter informação a respeito do tipo de cirurgia (retropúbica, perineal, laparoscópica ou robótica), além do status do câncer. Nos casos de radioterapia, deve-se investigar o tipo ao qual o paciente foi submetido - externa ou interna (braquiterapia) (1).

Informações valiosas podem ser obtidas a partir de uma história cuidadosa em relação à incontinência, especialmente quando relacionada à disfunção do esfíncter. Sintoma de incontinência urinária aos esforços associado à história de cirurgia prostática é altamente preditivo da presença de disfunção esfincteriana. Ficazzola e Nitti (13) demonstraram que sintomas de IUE apresentam 95% de valor preditivo positivo e 100% de valor preditivo negativo. No entanto, a IUU como preditor de disfunção vesical não parece ser tão valiosa, e sua presença não pode ser determinada com precisão sem o estudo urodinâmico (13).

O diabete melito mal controlado e o diabete insípido podem levar a um aumento do débito urinário, superando os mecanismos normais de continência (14).

Uma avaliação crítica dos medicamentos de uso contínuo é recomendada para excluir os efeitos de qualquer agente farmacológico na função do trato urinário inferior. Por exemplo, os inibidores da enzima conversora de angiotensina causam tosse crônica, enquanto os bloqueadores alfa-adrenérgicos causam diminuição da resistência à uretra, ambos podendo exacerbar a IUE. Os agonistas alfa-adrenérgicos causam aumento da resistência uretral, resultando em exacerbação da retenção urinária. Os anticolinérgicos causam relaxamento do detrusor, o que pode causar retenção urinária e IU por transbordamento. Os diuréticos não têm efeito direto sobre a função do detrusor, mas podem causar um aumento do volume urinário, levando a frequência e urgência. Os bloqueadores dos canais de cálcio e psicotrópicos relaxam os músculos lisos, prejudicando a fase de esvaziamento, podendo contribuir para a retenção urinária. Sedativos não têm repercussão direta na bexiga, mas podem contribuir para sedação e delírio (1).

5.1.2. Exame Físico

O exame físico nas mulheres deve ser direcionado para os sistemas que poderiam estar relacionados com a IU, incluindo o exame geral da mobilidade, estado cognitivo, edema periférico, exame abdominal para detecção de massas pélvicas e avaliação neurológica para doenças como esclerose múltipla, doença de Parkinson, compressão de

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raiz nervosa (hérnia de disco), parestesias e distrofismo muscular. Deve-se determinar o índice de massa corporal (IMC) da paciente. Atenção deve ser dada para a presença de prolapso de órgãos pélvicos e atrofia vaginal. A força e tônus da musculatura pélvica (elevador dos ânus) e a sensibilidade perineal também devem ser avaliados. A paciente deve ser instruída a realizar manobras de esforço em posição supina e ortostática para observação da perda e sua intensidade.

Nos homens o exame físico, pode-se descobrir a presença de distensão vesical, que está associada à incontinência por transbordamento. Deve-se verificar o tônus do esfíncter anal, assim como o reflexo bulbocavernoso, com a finalidade de se diagnosticar uma provável causa neurológica da incontinência.

Como teste diagnóstico simples, pede-se para que o paciente fique na posição ereta e com a bexiga cheia; se observada perda urinária, a maior probabilidade é que o paciente apresente incompetência esfincteriana. Caso ocorra perda aparente, o paciente é solicitado a tossir, e, se a perda urinária ocorrer somente durante o período de aumento na pressão intra-abdominal, é bastante provável tratar-se de incompetência esfincteriana.

5.1.3. Diário miccional

A utilização de um diário miccional, que avalia a rotina urinária e de perdas, é um método bastante simples e muito útil na avaliação inicial (15). O diário miccional permite avaliar o número de micções, número de episódios de IU e o volume de líquido ingerido e eliminado em 24 horas. A medida do volume urinado por micção pode ser usada para ajudar no diagnóstico, como por exemplo de bexiga hiperativa ou poliúria. O diário também pode ser usado para monitorar a resposta e eficácia do tratamento, além de ser amplamente utilizado em estudos clínicos e exercer um papel terapêutico, pois fornece ao paciente uma visão do comportamento da bexiga. Atenção especial deve ser dada em pacientes com IU grave, pois os dados obtidos em relação ao volume total em 24 horas podem ser inferiores do que a capacidade vesical. O período de aplicação do diário miccional é incerto na literatura, podendo variar de 2-3 dias até 3-7 dias.

Embora represente uma ferramenta útil no arsenal diagnóstico para determinados pacientes, existem algumas limitações. Não há evidências de que os resultados obtidos pelo diário miccional se correlacionem com o tipo de IU. Outro fator limitante é a dificuldade de alguns pacientes em entender e completar o diário de forma confiável,

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especialmente quando o tempo (dias) é prolongado. Além disso, o diário pode não ser útil para obter informações sobre sintomas que ocorrem de maneira menos frequente (1).

Um aspecto relevante na avaliação da incidência de IU masculina é o tipo e a gravidade dos sintomas, assim como os eventos precipitantes. A gravidade pode ser determinada pelo número de episódios de perdas ao dia, a necessidade de proteção (por exemplo, uso de fraldas ou absorventes, clamp peniano ou coletores externos) e o impacto da incontinência nas atividades da vida diária. Nesse sentido, o diário miccional pode ser útil especialmente naqueles casos em que existe dúvida sobre a gravidade do quadro e possibilidade de perda urinária por urgência associada (IU mista).

5.1.4. Exames complementares

Infecção urinária pode levar ao surgimento de IU. Um exame de análise de caracteres físicos, elementos e sedimentos na urina deve ser solicitado para descartar a possibilidade de infecção, bem como de outras alterações observáveis nesse exame.

A ultrassonografia do trato urinário e da pélvis nas mulheres permite avaliar a presença de massa(s) na cavidade pélvica, além de fornecer informações sobre resíduo pós-miccional (RPM) e lesões do trato urinário. A presença de resíduo pós-miccional < 50 ml é considerada normal.

Outros exames, como cistoscopia e uretrocistografia miccional, podem ser úteis, dependendo da apresentação inicial do quadro clínico. Após a avaliação, o médico deve ser capaz de determinar se a paciente apresenta IUE, IUU ou associação de ambas (IUM). O tratamento deve ser realizado considerando o tipo da IU, com o risco de insucesso ou a piora do quadro em casos de diagnóstico equivocado.

Nos homens o câncer de bexiga, carcinoma in situ de bexiga, infecções do trato urinário, estenose de uretra e cálculo vesical podem causar sintomas semelhantes à bexiga hiperativa e devem ser excluídos antes de se definir o tratamento de pacientes com suposta IUE. Por este motivo, a maioria das diretrizes sobre pacientes com sintomas do trato urinário inferior e IU orientam o uso do exame de urina como ferramenta útil na Atenção Primária (1).

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Além disso, a análise e cultura da urina são necessárias antes do tratamento cirúrgico da incontinência urinária masculina. A infecção do trato urinário deve ser devidamente diagnosticada e adequadamente tratada.

A avaliação da função renal ser feita com a dosagem da creatinina sérica. A dosagem do antígeno prostático específico (PSA) também é necessária no estabelecimento do status do câncer.

5.1.5. Urodinâmica

A avaliação urodinâmica completa ou estudo urodinâmico (EUD) é um exame realizado para avaliar o funcionamento do trato urinário inferior. Em geral, o EUD é realizado quando há falha no tratamento clínico ou quando se planeja alguma forma de tratamento cirúrgico. Esse exame é essencial para definir e predizer a resposta ao tratamento, podendo ser decisivo quanto à indicação ou não de um tratamento cirúrgico. O exame geralmente não gera dor, apenas um pequeno desconforto pela passagem do cateter uretral.

O estudo urodinâmico é amplamente utilizado como complemento ao diagnóstico clínico nas mulheres, pois pode ajudar a fornecer ou confirmar o diagnóstico, prever o resultado do tratamento e facilitar a orientação ao paciente e para direcionar o tratamento. Por todas estas razões, é um exame frequentemente utilizado, especialmente antes de tratamentos invasivos (16). A realização do estudo urodinâmico rotineiramente antes do tratamento cirúrgico ainda é debatido, pois há inconsistência nos dados de literatura (17).

O estudo urodinâmico nos homens pode ser útil na avaliação dos casos de IU pósprostatectomia, por definir exatamente a causa da perda urinária, além de ajudar na quantificação objetiva da incontinência. A medida do fluxo urinário livre e do resíduo urinário pós-miccional é realizada no início do exame. O fluxo diminuído, associado ou não à presença de resíduo urinário, pode ser secundário à obstrução ou à diminuição da força de contração do detrusor. A análise da capacidade, da sensibilidade, da complacência e da presença de hiperatividade detrusora é feita por meio da cistometria. O estudo pressão-fluxo é realizado no final da cistometria e pode ajudar a diferenciar obstrução de anormalidades na contração vesical. Testes de esforço são realizados durante o enchimento vesical para avaliar a competência esfincteriana. Quando não for detectada

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a perda urinária aos esforços, estes devem ser repetidos após a remoção do cateter (1). A redução do fluxo urinário na presença da pressão vesical elevada confirma o diagnóstico de obstrução, enquanto que, na presença de baixa pressão, indica atividade ineficaz do detrusor.

5.1.6. Exames por Imagem (uretrocistografia retrógrada e miccional)

Nos homens, a detecção de estenose da anastomose vesicouretral ou estenose de uretra deve ser investigada quando se planeja um tratamento cirúrgico da IU em pacientes com baixo fluxo urinário ou sinais de obstrução no estudo urodinâmico (18). Quando não reconhecida, pode complicar significativamente as condutas cirúrgicas da IU pósprostatectomia radical. Essa investigação pode ser feita por meio de uretrocistoscopia ou uretrocistografia retrógrada e miccional.

5.2. Diagnóstico da Incontinência Urinária de Urgência (IUU)

O diagnóstico da bexiga hiperativa (BH) baseia-se na queixa clínica, exame físico (incluindo exame ginecológico) e exames laboratoriais de rotina. Tal avaliação em portadores de BH visa a excluir outras condições locais que cursam com os mesmos sintomas.

5.2.1 História

Tipicamente, pacientes portadores de BH apresentam as seguintes queixas:

  •  Urgência (imperiosidade para urinar ou sensação iminente de perda de urina);
  •  frequência (número de micções diárias superior a oito);
  •  noctúria (necessidade de acordar a noite devido a desejo miccional) com ou sem incontinência de urgência associada (paciente sente vontade de urinar e não consegue chegar à toalete sem apresentar perda urinária).
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Estes sintomas podem aparecer associados ou de forma isolada. Por definição, a presença de condições fisiopatológicas locais, que levem aos mesmos sintomas, exclui o diagnóstico de BH. Entre estas condições destacam-se:

  •  Neoplasia vesical, especialmente carcinoma in situ de bexiga;
  •  infecção do trato urinário inferior;
  •  medicamentos com efeitos colaterais sobre o trato urinário inferior, como alguns tipos de antidepressivos;
  •  litíase vesical;
  •  obstrução infravesical (geralmente decorrente de tratamento cirúrgico de IUE); e
  •  fatores emocionais.

Todas estas condições podem ser excluídas por meio de medidas simples, como uma boa anamnese, exame físico detalhado e exames laboratoriais de fácil realização.

Desta forma, na anamnese, além dos sintomas de BH a presença de sintomas associados, a presença de disúria e dor no baixo ventre durante a micção, acompanhada ou não febre, apontam para uma provável infecção do trato urinário.

A presença de hematúria macroscópica torna obrigatória a exclusão de neoplasia vesical. Antecedentes de cirurgia para correção de IUE, especialmente em pacientes sem sintomas de BH no pré-operatório, tornam necessária a exclusão de obstrução infravesical. Alterações de marcha, da fala ou de sensibilidade sugerem a coexistência de doença neurológica como causadora dos sintomas de BH. Além disto, é necessário caracterizar e quantificar a presença de noctúria pelo número de vezes que o paciente necessita acordar para ir ao banheiro durante à noite (19). É importante, principalmente em mulheres, que se diferencie a urge-incontinência da incontinência de esforço. Também deve fazer parte da história a quantificação do grau de comprometimento da qualidade de vida do paciente decorrente de seus sintomas miccionais e não apenas em pacientes que apresentem incontinência urinária (20).

5.2.2. Exame físico

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Apesar dos indivíduos com bexiga hiperativa não apresentarem, necessariamente, alterações oa exame físico, a sua realização é fundamental no sentido de afastar outras doenças que podem levar a sintomas semelhantes aos de bexiga hiperativa (21, 22).

Deve-se atentar ao exame da região pélvica nas mulheres. A presença de globo vesical palpável aponta para uma possível incontinência paradoxal (por transbordamento). A detecção de massa(s) palpável(eis) em região pélvica sugere a presença de neoplasia que pode comprometer os nervos responsáveis pelo funcionamento da bexiga (23).

A realização de um exame neurológico sumário, no qual se avalia alteração de marcha, da sensibilidade perineal e do tônus do esfíncter anal também é fundamental. A normalidade destes parâmetros reflete uma integridade do centro medular sacral responsável pelo arco reflexo da micção e torna pouco provável a presença de doença neurológica com repercussão sobre o trato urinário inferior (24-26).

Adicionalmente, nas mulheres, a realização de exame ginecológico é mandatória, devendo-se verificar a presença de atrofia urogenital, prolapso genital e vulvo-vaginite atrófica. Durante o exame físico, a realização de teste de esforço, com a paciente em pé, permite, em muitos casos, o diagnóstico de perdas urinárias aos esforços que pode estar associada aos sintomas de BH (27, 28).

Em homens acima de 50 anos, a presença de aumento prostático, avaliado durante o toque retal, pode sugerir a presença de obstrução infravesical e, portanto, uma hiperatividade secundária. O exame de toque retal também permite avaliar as condições do assoalho pélvico (29, 30).

5.2.3. Diário miccional

Deve ser solicitado ao paciente seu preenchimento, pois permite diferenciar diversas condições que podem simular bexiga hiperativa. Indivíduos com bexiga hiperativa geralmente urinam pequenos volumes em intervalos de tempo reduzidos durante o dia e à noite. Pacientes idosos, em especial, podem apresentar sintomas do trato urinário inferior, inclusive incontinência urinária, decorrentes de sobrecarga do trato urinário inferior causada por excesso de ingesta hídrica ou mesmo da presença de doença metabólica mal controlada, como a diabete (31).

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5.2.4. Exames Laboratoriais

A análise do sedimento urinário e cultura e antibiograma de urina devem ser solicitados em todos os pacientes com quadro clínico de BH. A presença de infecção bacteriana pode desencadear sintomas semelhantes aos observados em indivíduos com BH, e o tratamento buscará a resolução do quadro infeccioso (32).

Da mesma forma, a presença de hematúria na ausência de infecção sugere a possibilidade de doença neoplásica ou litíase renal que deverão ser adequadamente investigadas. Dosagens séricas de creatinina e glicose são sempre recomendadas. Pacientes em fases iniciais de insuficiência renal podem ter sintomas de BH. Pacientes diabéticos com glicemia elevada apresentam diurese osmótica, resultando em volumes urinários elevados com consequente sobrecarga do trato urinário inferior e sintomas de BH (32).

5.2.5. Urodinâmica

A urodinâmica é o exame para avaliação funcional do trato urinário inferior. Deve ser solicitado quando o paciente apresentar sintomas e sinais que não possam ser explicados apenas por hiperatividade primária (p. ex., infecções do trato urinário) (33, 34).

De forma geral, recomenda-se a realização desse exame nas seguintes condições (23):

  •  Falha do tratamento inicial;
  •  presença de resíduo pós-miccional significativo;
  •  cirurgia prévia do trato urinário inferior;
  •  suspeita de que os sintomas de BH decorram de doenças associadas mais graves, como doença neurológica com acometimento das estruturas neurais responsáveis pela inervação do trato urinário inferior; ou
  •  quando os sintomas parecem decorrer de quadro doloroso sugerindo afecção irritativa (cistite intersticial)
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Basicamente, a cistometria de indivíduos com BH pode ser normal nos casos de urgência sensorial ou apresentar contrações detrusoras durante o enchimento (urgência motora). A presença de dor progressiva durante o enchimento vesical sugere o diagnóstico de cistite intersticial(35).

5.2.6. Exame de Imagem

A ultrassonografia pélvica permite identificar a presença de lesão(ões) tumoral(ais), cálculos urinários e sintomas indiretos de obstrução do trato urinário, tais como dilatações pielo-ureterais, etc. A ultrassonografia também permite avaliar o volume prostático bem como o resíduo pós-miccional. Deve ser solicitada quando permanecer qualquer dúvida quanto ao diagnóstico do paciente (36-38).

6. TRATAMENTO

6.1. TRATAMENTO DA IUE

6.1.1. Tratamento Conservador da IUE e Medidas Gerais

No tratamento da IUE, sempre é recomendada a conduta conservadora antes do tratamento invasivo. Nas mulheres o tratamento conservador incluem mudanças no estilo de vida e a adoção de técnicas de reabilitação.O tratamento conservador por meio de orientação, exercícios pélvicos e biofeedback deve ser a primeira escolha nos primeiros 12 meses, por antecipar a recuperação espontânea da continência (39).

Os fatores de estilo de vida que podem estar associados à IUE incluem obesidade, dieta, nível de atividade física e ingestão de líquidos. A adequação desses fatores pode melhorar a IUE. A escolha da terapia inicial deve levar em consideração a preferência da paciente e o contexto clínico geral avaliado de acordo com o item 5. Diagnóstico.

Nas mulheres, o excesso de peso foi identificado como um fator de risco para a IU em muitos estudos epidemiológicos (40, 41). Há evidências de que a prevalência de IUE aumenta proporcionalmente ao aumento do índice de massa corpórea (IMC) (42). Nos casos de obesidade e sobrepeso, a perda de 5% do peso corporal inicial tem impacto na redução dos sintomas da IU. Revisão sistemática concluiu que a perda de peso foi benéfica na melhoria da IU (40, 43, 44).

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Nas mulheres, a atividade física regular pode fortalecer a musculatura do assoalho pélvico e possivelmente diminuir o risco de desenvolvimento de IU, especialmente IUE. No entanto, é possível que o exercício físico pesado possa agravar o quadro. Estudos em diferentes populações concluíram que o exercício físico extenuante aumenta o risco de IUE durante os períodos de atividade física (45-47). Por outro lado, a presença de IU pode impedir que as mulheres façam exercícios (48). Existem evidências de qualidade baixa de que a prática de exercício de intensidade moderada diminui a IUE em mulheres de meia-idade e que isso pode estar relacionado ao controle de peso (1). Dessa maneira, a recomendação de exercício físico para indivíduos com IUE é condicionada à gravidade do quadro, à presença de comorbidades e à supervisão por profissional da saúde.

A modificação da ingestão de líquidos, em particular a restrição, é uma conduta comumente usada por pessoas com IU para aliviar os seus sintomas. O aconselhamento pelos profissionais da saúde sobre a ingestão de líquidos deve basear-se numa ingestão de líquidos em 24 horas que seja suficiente para evitar a desidratação(49).

Nos homens, o tratamento conservador por meio de orientação, exercícios pélvicos e biofeedback deve ser a primeira escolha nos primeiros 12 meses, por antecipar a recuperação espontânea da continência (39). Os fatores de estilo de vida que podem estar associados à IUE incluem dieta, micção de horário e adequação da ingestão de líquidos. A adequação desses fatores pode melhorar a IUE.

6.1.2. Reabilitação Treinamento dos Músculos do Assoalho Pélvico (TMAP)

O treinamento dos músculos do assoalho pélvico (TMAP) se constitui de um programa no qual as pacientes são orientadas a contrair os músculos do assoalho pélvico (MAP) por um tempo progressivo, repetidas vezes ao longo do dia. O TMAP é recomendado como primeira linha de tratamento, considerando a preferência da paciente, para melhorar a função do assoalho pélvico e a estabilidade da uretra. Em situações de não adesão, recusa da paciente ou falha do TMAP, outras formas de tratamento serão indicadas, conforme descrito neste Protocolo. O TMAP pode ser associado ao biofeedback (por meio de estímulos visuais, táteis ou auditivos), estimulação elétrica de superfície ou cones vaginais (49-52).

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O TMAP não apresenta contraindicações no tratamento das mulheres e não está associado a efeitos colaterais. Fundamenta-se no incremento da força de contração dos músculos do assoalho pélvico e de suporte dos órgãos pélvicos. Contudo, a manutenção dos resultados depende da continuidade dos exercícios (49). O tratamento da IU com TMAP no período do pós-parto precoce aumenta as chances de continência por até 12 meses (53, 54).

A IUE masculina após a prostatectomia apresenta característica de resolução espontânea na maioria dos casos, no prazo de 6 a 12 meses (55). A realização de técnicas de reabilitação, nos primeiros meses do pós-operatório, pode acelerar o tempo de recuperação da continência. Nesse período, o TMAP pode ser recomendado considerando a preferência do paciente. O TMAP não oferece benefício para tratamento da IU aos 12 meses após a prostatectomia,(56). Há evidências contraditórias sobre se o treinamento vesical, estimulação elétrica ou biofeedback aumentam a eficácia da TMAP isolado nos homens (49).

6.1.3 Biofeedback

O Biofeedback é considerado um tratamento adjunto para o TMAP, pois permite que os pacientes observem a contração dos MAP enquanto realizam os exercícios. Atua como adjuvante ao TMAP, motiva os pacientes a conseguir uma contração muscular mais forte e, assim, estimula a adesão ao treinamento intensivo. As medidas da atividade dos MAP podem ser avaliadas por perineômetro ou eletromiografia (57, 58).

Os esquemas de tratamento supervisionados de maior intensidade e a adição de biofeedback conferem maior benefício. Apoia-se o princípio geral de que uma maior eficácia é alcançada por meio da associação de diferentes tipos de tratamento e aumento progressivo da intensidade. A adição do Biofeedback ao TMAP pode promover melhor coordenação e controle dos MAP quando comparado ao TMAP sem o Biofeedback (49, 51, 59).

6.2. TRATAMENTO DA IUU

6.2.1 Tratamento Conservador da IUU e Medidas Gerais

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A mudança de estilo de vida é a opção de primeira linha para todos os pacientes com IUU. Consiste em mudanças de hábitos para aliviar os sintomas vesicais e reeducação vesical para treinar habilidades para controlar a IUU. São medidas de fácil aplicação, baixo custo, porém dependem da compreensão, motivação e adesão do paciente, bem como de incentivo pelo profissional da saúde (60-63).

As orientações compreendem o diário miccional, orientações para dieta e ingesta hídrica, estratégias para o controle do desejo miccional, treinamento dos músculos do assoalho pélvico (com ou sem biofeedback ) e estimulação elétrica.

O Treinamento vesical é a terapia de primeira linha para adultos com IUU. Consiste em um programa de educação do paciente com um esquema de micção programada com ajuste gradual dos intervalos. Os objetivos específicos são corrigir os hábitos defeituosos de micção frequente, melhorar o controle sobre a urgência, prolongar os intervalos de micção, aumentar a capacidade da bexiga, reduzir episódios de incontinência e restaurar confiança do paciente (49).

Mudanças de hábitos incluem a redução da ingestão de fluídos, cafeína, alimentos ácidos e álcool, além da orientação como perda de peso, cessação do tabagismo e tratamento da constipação (64).

6.2.2 Reabilitação- Treinamento dos músculos do assoalho pélvico (TMAP), Biofeeback ou estimulação do nervo tibial.

O TMAP pode ser usado para o controle da IUU, uma vez que a contração do detrusor pode ser inibida por uma contração voluntária dos músculos do assoalho pélvico (MAP). O paciente é instruído a não se apressar para ir ao banheiro e fazer a contração dos MAP repetidamente até o controle da sensação de urgência e evitar a IU (65, 66).

Observa-se redução nos episódios de incontinência em mulheres com IUU que realizaram TMAP com biofeedback em comparação com TMAP com palpação digital, sem biofeedback . A qualidade de vida foi significativamente maior após TMAP com biofeedback (67).

A estimulação percutânea do nervo tibial é uma forma de neuromodulação que proporciona a estimulação retrógrada ao plexo do nervo sacral por meio de um eletrodo

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inserido no tornozelo, cefálico ao maléolo medial, uma área anatômica reconhecida como o centro da bexiga. A estimulação transcutânea do nervo tibial é menos invasiva do que estimulação percutânea e pode ser posicionada na região do tornozelo com o uso de eletrodos de superfície (68).

A Eletroestimulação, sempre que disponível, deve ser considerada complementar à terapia comportamental em pacientes com IUU. Em teoria, a neuroestimulação deve ser minimamente invasiva, facilmente aplicável e não causar constragimento desnecessário. Além disso, a sustentabilidade e a relação custo-eficácia são relevantes considerando tratamentos farmacológicos (49, 69, 70).

São descritos diferentes protocolos de tratamento (3, 6, 8, 12 semanas) com os dados mais objetivos a favor do esquema de 12 semanas (71). Sendo assim, o estímulo deve ser feito uma vez por semana até, no máximo, 12 semanas. A extensão do tratamento deve levar em conta a gravidade do quadro e resposta ao tratamento.

6.2.3 Outros tratamentos

A avaliação de medicamentos da classe de antimuscarínicos, atualmente registrados no Brasil para o tratamento da bexiga hiperativa, como a oxibutinina, tolterodina, solifenacina e darifenacina e também o agonista beta-3 mirabegrona, foi procedida pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (CONITEC), e esses medicamentos não tiveram o uso recomendado. Estas tecnologias apresentam dados de eficácia semelhante, sendo as principais diferenças observadas nos esquemas de administração e nos efeitos adversos. As evidências indicam que, mesmo que o uso dos antimuscarínicos e a mirabegrona, comparativamente ao placebo, resulte em redução de episódios de IU/dia e do número de micções/dia, essa redução é inconsistente e não representa relevância clínica expressiva, já que corresponde em geral a menos de 01 episódio/dia. A maioria dos estudos avaliados apresentou risco de viés elevado, tempo de seguimento curto e resultados heterogêneos. Os estudos também apontam que existe dúvida quanto à manutenção do efeito de redução de 100% dos episódios de IU (taxa de cura), haja vista que os testes são realizados apenas após três dias de diário miccional. A razão de custo-efetividade incremental para a redução de 01 episódio de IU/dia apresentou altos valores. Assim, após a análise desse conjunto de evidências a recomendação de não incorporar estas tecnologias foi publicada pelas portarias SCTIE/MS nº 33/2019 e n o 34/2019 (72, 73).

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7. MONITORAMENTO

Boas práticas clínicas pressupõem ao menos uma avaliação em intervalo de tempo recente após a conclusão de etapa básica de medidas conservadoras fisioterápicas (tempo mínimo de 3 meses) e avaliações periódicas de seguimento. A definição da periodicidade nas avaliações de seguimento após outras modalidades de tratamento fica a cargo do médico assistente.

Em tais atendimentos, a obtenção de informações clínicas por anamnese e exame físico são quesitos intuitivos, não sendo necessária a realização de propedêutica complementar. O exame físico deve conter:

  •  Avaliação clínica geral;
  •  pesquisa dos reflexos cutâneo anal e bulboesponjoso;
  •  em homens, toque retal e avaliação da força de contração esfincteriana anal;
  •  em mulheres, inspeção pélvica geral, avaliação vulvar e vaginal, inclusive toque para avaliação de força de contração muscular perineal, pesquisa de mobilidade uretral, da existência de prolapsos genitais e de incontinência urinária mediante manobras de esforço.

8. REGULAÇÃO/CONTROLE/AVALIAÇÃO PELO GESTOR

Devem ser observados os critérios de inclusão e exclusão de pacientes neste Protocolo, a duração e a monitorização do tratamento, bem como a verificação periódica dos sinais e sintomas relativos à evolução e à gravidade da condição urinária.

No âmbito da Atenção Primária, os pacientes podem ser atendidos por profissionais capacitados para orientação de técnicas de reabilitação e acompanhamento do tratamento. Os procedimentos de reabilitação devem ser prescritos e realizados por profissionais da saúde devidamente qualificados e compreendem o treinamento dos músculos do assoalho pélvico, associado ou não ao biofeedback e à eletroestimulação do nervo tibial. No SUS, o procedimento que registra essas técnicas é o 03.02.01.002-5 Atendimento fisioterapêutico em pacientes c/ disfunções uroginecológicas.

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Nos casos de indicação cirúrgica (por exemplo, cirurgia de Burch em mulheres), deve-se dar o encaminhamento aos hospitais que realizem este procedimento.

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APÊNDICE 1

A) Metodologia

Com a presença de oito membros do Grupo Elaborador, sendo cinco especialistas e três metodologistas, e um representante do Comitê Gestor, uma reunião presencial para definição do escopo deste Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) foi conduzida. Todos os componentes do Grupo Elaborador preencheram o formulário de Declaração de Conflitos de Interesse, que foram enviados ao Ministério da Saúde como parte dos resultados.

Inicialmente, a macroestrutura do PCDT foi estabelecida com base na Portaria SAS/MS N° 375, de 10 de novembro de 2009 (74), que define o roteiro para elaboração dos PCDT, especificando-se as seções do documento.

Após essa definição, cada seção foi detalhada e discutida entre o Grupo Elaborador, com o objetivo de identificar as tecnologias para levantamento das evidências. Considerando as tecnologias já disponíveis no SUS, as novas tecnologias foram identificadas.

Os participantes elencaram questões de pesquisa, estruturadas de acordo com o acrônimo PICO, para cada tecnologia que necessitasse de avaliação das evidências para análise pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (CONITEC), considerando também casos de incertezas atuais sobre seu uso.

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Figura 1- Definição da questão de pesquisa estruturada de acordo com o acrônimo PICO.

Ao final dessa dinâmica, sete questões de pesquisa foram definidas para o presente PCDT ( Quadro 1 ).

Quadro 1 - Questões de pesquisa elencadas pelo Grupo Elaborador do Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas.

Número Descrição Seção
1 O uso de tela de polipropileno (sintética) é mais eficaz que conduta cirúrgica sem tela? Tratamento
2 Quais são as indicações, eficácia e potenciais complicações da cirurgia de sling masculino? Tratamento
3 Quais são as indicações, eficácia e potenciais complicações da cirurgia de esfíncter urinário artificial? Tratamento
4 Qual a eficácia e segurança dos medicamentos antimuscarínicos (oxibutinina, tolterodina, solifenacina e darifenacina) para o tratamento da incontinência urinária de urgência? Tratamento
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Número Descrição Seção
5 Qual a eficácia e segurança da Mirabegrona para o tratamento da incontinência urinária de urgência? Tratamento
6 Quais são as indicações, eficácia e segurança da toxina botulínica A (onabotulinumtoxinA) no tratamento da incontinência urinária de urgência? Tratamento
7 Quais são as indicações, eficácia e segurança da neuromodulação sacral no tratamento da incontinência urinária de urgência? Tratamento

Após a avaliação das perguntas pelo Comitê gestor do PCDT de incontinência urinária, foi identificado que a temática poderia ser dividida em dois grandes grupos, tratamento cirúrgico e não cirúrgico. Assim, considerando priorizações e tempo dedicado para a elaboração do documento, foram focadas as duas perguntas estruturadas, relativas à avaliação da eficácia e da segurança dos antimuscarínicos e da mirabegrona para o controle da IUU. De acordo com o Comitê gestor do PCDT, as demais tecnologias, cirúrgicas, poderão serão abordadas em uma nova versão do PCDT ou em outro documento.

As seções foram distribuídas entre os integrantes do grupo elaborador para análise das evidências e redação do texto do PCDT. A seção poderia ou não ter uma ou mais questões de pesquisa elencadas. Na ausência de questão de pesquisa (recomendações pautadas em prática clínica estabelecidas e apenas com tecnologias já disponíveis no SUS), os especialistas foram orientados a referenciar a recomendação com base nos estudos pivotais que consolidaram a prática clínica. Quando a seção continha uma ou mais questões de pesquisa, os relatores, após atuação dos metodologistas (ver descrição a seguir), interpretavam as evidências e redigiam uma primeira versão da recomendação, para ser discutida entre o painel de especialistas na ocasião do consenso.

Coube aos metodologistas do Grupo Elaborador atuarem na elaboração das estratégias e busca nas bases de dados MEDLINE via Pubmed e Embase, para cada questão de pesquisa definida no PCDT. As bases de dados Epistemonikos e Google

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acadêmico também foram utilizadas para validar os achados das buscas nas bases primárias de dados.

O fluxo de seleção dos artigos foi descritivo, por questão de pesquisa. A seleção das evidências foi realizada por um metodologista e respeitou o conceito da hierarquia das evidências. Dessa forma, na etapa de triagem das referências por meio da leitura do título e resumo, os estudos que potencialmente preenchessem os critérios PICO foram mantidos, independentemente do delineamento do estudo. Havendo ensaios clínicos randomizados, preconizou-se a utilização de revisões sistemáticas com meta-análise. Havendo mais de uma revisão sistemática com meta-análise, a mais completa, atual e com menor risco de viés foi selecionada. Se a sobreposição dos estudos nas revisões sistemáticas com meta-análise era pequena, mais de uma revisão sistemática com metaanálise foi considerada. Quando a revisão sistemática não tinha meta-análise, preferiu-se considerar os estudos originais, por serem mais completos em relação às descrições das variáveis clinico-demográficas e desfechos de eficácia/segurança. Adicionalmente, checou-se a identificação de ensaios clínicos randomizados adicionais, para complementar o corpo das evidências, que poderiam não ter sido incluídos nas revisões sistemáticas com meta-análises selecionadas por conta de limitações na estratégia de busca da revisão ou por terem sido publicados após a data de publicação da revisão sistemática considerada. Na ausência de ensaios clínicos randomizados, priorizou-se os estudos comparativos não randomizados e, por fim, as séries de casos. Quando apenas séries de casos foram identificadas e estavam presentes em número significante, definiuse um tamanho de amostra mínimo para a inclusão. Mesmo quando ensaios clínicos randomizados eram identificados, mas séries de casos de amostras significantes também fossem encontradas, essas também eram incluídas, principalmente para compor o perfil de segurança da tecnologia. Quando, durante o processo de triagem, era percebida a escassez de evidências, estudos similares, que atuassem como provedores de evidência indireta para a questão de pesquisa, também foram mantidos, para posterior discussão para definir a inclusão ou não ao corpo da evidência. Os estudos excluídos tiveram suas razões de exclusão relatadas, mas não referenciadas, por conta da extensão do documento. O detalhamento desse processo de seleção é descrito por questão de pesquisa correspondente, ao longo deste Apêndice.

Com o corpo das evidências identificado, procedeu-se à extração dos dados quantitativos dos estudos. Esta extração foi feita por um metodologista e revisado por um segundo, em uma única planilha de Excel. As características dos participantes nos estudos

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foram definidas com base na importância para interpretação dos achados e com o auxílio do especialista relator da questão. As características dos estudos também foram extraídas, bem como os desfechos de importância definidos na questão de pesquisa.

O risco de viés dos estudos foi avaliado de acordo com o delineamento de pesquisa e ferramenta específica. Apenas a conclusão desta avaliação foi reportada. Caso o estudo apresentasse baixo risco de viés, significaria que não havia nenhum comprometimento do domínio avaliado pela respectiva ferramenta. Caso o estudo apresentasse alto risco de viés, os domínios da ferramenta que estavam comprometidos eram explicitados. Desta forma, o risco de viés de revisões sistemáticas foi avaliado pela ferramenta A MeaSurement Tool to Assess systematic Reviews 2 (AMSTAR-2) (75), os ensaios clínicos randomizados pela ferramenta de risco de viés da Cochrane (76), os estudos observacionais pela ferramenta Newcastle-Ottawa (77) e os estudos de acurácia diagnóstica pelo Quality Assessment of Diagnostic Accuracy Studies 2 (QUADAS-2) (78). Séries de casos que respondiam à questão de pesquisa com o objetivo de se estimar eficácia foram definidas a priori como alto risco de viés.

Após a finalização da extração dos dados, as tabelas foram editadas de modo a auxiliar na interpretação dos achados pelos especialistas. Para a redação da primeira versão da recomendação, essas tabelas foram detalhadas por questão de pesquisa ao longo deste Apêndice.

A análise completa do conjunto de evidência descrito pode ser consultada nos relatórios de recomendação da CONITEC (72,73), disponíves em www.conitec.gov.br, de 2019.

B) Questões de Pesquisa

Questão de Pesquisa 4: Qual a eficácia e segurança dos medicamentos antimuscarínicos (oxibutinina, tolterodina, darifenacina e solifenacina) para o tratamento da incontinência urinária de urgência?

1) Estratégia de busca

MEDLINE via Pubmed

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(((((((("Urinary Bladder, Overactive"[Mesh]) OR Urinary Bladder, Overactive) OR Overactive Bladder) OR Overactive Urinary Bladder) OR Bladder, Overactive)) OR (((((((("Urinary Incontinence, Urge"[Mesh]) OR Urinary Reflex Incontinence) OR Incontinence, Urinary Reflex) OR Urinary Urge Incontinence) OR Urge Incontinence) OR Incontinence, Urge)) OR Urinary Incontinence, Urge))) AND ((((("Muscarinic Antagonists"[Mesh] OR Muscarinic Antagonists OR Antagonists, Muscarinic OR Antimuscarinics OR Antimuscarinic Agents OR Agents, Antimuscarinic OR Cholinergic Muscarinic Antagonists OR Antagonists, Cholinergic Muscarinic OR Muscarinic Antagonists, Cholinergic)) OR ("oxybutynin" [Supplementary Concept] OR oxybutynin OR 4-(diethylamino)-2-butynyl-alpha-cyclohexyl-alpha-hydroxybenzeneacetate OR 4(diethylamino)-2-butynyl-alpha-phenylcyclohexaneglycolate OR Zatur OR Contimin OR Cystonorm OR Ditropan OR Dridase OR Cystrin OR Dresplan OR Driptane OR gelnique OR Gen-Oxybutynin OR Novo-Oxybutynin OR Nu-Oxybutyn OR Oxyb AbZ OR Oxybutin Holsten OR Oxybuton OR Oxybutynin AL OR Oxybutynin AZU OR Oxybutynin Heumann OR Oxybutynin Hexal OR oxybutynin hydrochloride OR oxybutynin chloride OR Oxybutynin Stada OR oxybutynin von ct OR Oxybutynin-Puren OR Oxybutynin-ratiopharm OR Oxymedin OR Oxytrol OR PMS-Oxybutynin OR Pollakisu OR Renamel OR Ryol OR Spasmex Oxybutynin OR Spasyt OR Tavor OR Oxybugamma OR Apo-Oxybutynin)) OR ("Tolterodine Tartrate"[Mesh] OR Tolterodine Tartrate OR Tartrate, Tolterodine OR Tolterodine OR Detrol OR Detrol LA OR Urotrol OR PHA-686464B OR PHA 686464B OR PHA686464B OR Detrusitol OR Unidet)) OR ("Solifenacin Succinate"[Mesh] OR Solifenacin Succinate OR Succinate, Solifenacin OR Quinuclidin-3'-yl-1-phenyl-1,2,3,4-tetrahydroisoquinoline-2-carboxylate monosuccinate OR YM905 OR YM 905 OR 905, YM OR Vesicare OR Solifenacin)) OR ("darifenacin" [Supplementary Concept] OR darifenacin OR darifenacine OR darifenicin OR darifenacin hydrochloride OR Enablex OR UK-88525 OR darifenacin hydrobromide OR Emselex)AND (randomized controlled trial[pt] OR controlled clinical trial[pt] OR randomized[tiab] OR placebo[tiab] OR drug therapy[sh] OR randomly[tiab] OR trial[tiab] OR groups[tiab] NOT (animals [mh] NOT humans [mh]))

Total: 1.621 referências

Data do acesso: 04/10/2017.

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EMBASE

(urinary AND incontinence, AND urge OR (urinary AND ('reflex'/exp OR reflex) AND ('incontinence'/exp OR incontinence)) OR 'urge incontinence'/exp OR 'urge incontinence' OR (incontinence, AND urinary AND ('reflex'/exp OR reflex)) OR 'overactive bladder'/exp OR 'overactive bladder' OR (urinary AND bladder, AND overactive) OR (overactive AND urinary AND ('bladder'/exp OR bladder))) AND (('muscarinic receptor blocking agent'/exp OR 'muscarinic receptor blocking agent') OR ('oxybutynin'/exp OR 'oxybutynin') OR ('tolterodine'/exp OR 'tolterodine') OR ('solifenacin'/exp OR 'solifenacin') OR ('darifenacin'/exp OR 'darifenacin'))AND ('crossover procedure':de OR 'double-blind procedure':de OR 'randomized controlled trial':de OR 'single-blind procedure':de OR random*:de,ab,ti OR factorial*:de,ab,ti OR crossover*:de,ab,ti OR ((cross NEXT/1 over*):de,ab,ti) OR placebo*:de,ab,ti OR ((doubl* NEAR/1 blind*):de,ab,ti) OR ((singl* NEAR/1 blind*):de,ab,ti) OR assign*:de,ab,ti OR allocat*:de,ab,ti OR volunteer*:de,ab,ti)

Total: 1.867 referências

Data do acesso: 04/10/2017.

2) Seleção das Evidências

A busca das evidências na base MEDLINE (via PubMed) e Embase resultou em 3.488 referências (1.621 MEDLINE e 1867 no EMBASE). Destas, 902 foram excluídas por estarem duplicadas. Duas mil quinhentos e oitenta e seis referências foram triadas por meio da leitura de título e resumos, das quais 82 tiveram seus textos completos avaliados para confirmação da elegibilidade

Os critérios de inclusão priorizaram estudos com maior rigor metodológico (revisões sistemáticas recentes, com meta-análise direta ouindireta de resultados de ensaios clínicos randomizados, e estudos primários do tipo ensaios clínicos randomizados comparativos) que compararam a eficácia e segurança dosantimuscarínicosdisponíveis no Brasil (oxibutinina, darifenacina, solifenacina e tolterodina) com outro tratamento ouplacebo, em pacientes diagnosticados com incontinência urinária de urgência.Somente resumos de congressos de revisões sistemáticas com meta-análise que fornecessem as referências dos estudos incluídos foram considerados.

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Desta forma, 70 referências foram excluídas com as seguintes razões: 62 estudos originais já incluídos nas revisões sistemáticas com meta-análise incluídas neste documento; e oito avaliaram preditores de resposta ao tratamento (e não o efeito do tratamento em si).

Ao todo, dez referências foram incluídas (79-88): oito revisões sistemáticas com meta-análises diretas ou indiretas (79-86); e dois ensaios clínicos randomizados que não foram incluídos pelas revisão sistemáticas (87, 88).

3) Descrição dos Estudos e seus Resultados

A descrição sumária dos estudos encontra-se nas tabelas a seguir. As características dos estudos incluídos são apresentadas na Tabela 1 . As características dos participantes de cada estudo encontram-se na Tabela 2 . Os desfechos primários encontram-se na Tabela 3 (número de episódios de incontinência urinária em 24 horas, número de episódios de incontinência urinária de urgência em 24 horas, número de episódios de urgência em 24 horas e número de micções em 24 horas) e os desfechos secundários na Tabela 4 (noctúria, volume urinado por micção e taxa de cura). Os eventos adversos relatados nos estudos são apresentados nas tabelas 5-8 .

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Tabela 1 - Características dos estudos

Autor, ano Desenho do estudo Objetivo do estudo População Detalhes da intervenção Detalhes do Comparador Risco de viés
Obloza et al. 2017 (79) Revisão sistemática com meta-análise indireta Comparar o tratamento de BH com antimuscarínicos versus mirabegron e versus toxina botulínica A 25 ECRs incluídos Grupo MIRA 50 mg: Mirabegron 50 mg Grupo AntiM: Antimuscarínicos: propiverina, fesoterodina, solifenacina, oxibutinina, trospium Grupo ToxBot: Toxina botulínica A 100 UI injeção intra-detrusor Grupo PLAC: Placebo Alto Não reporta extração por pares, não reporta as razões de exclusão de estudos, não descreve os estudos incluídos com detalhes suficientes, não reporta fonte de financiamento dos estudos incluídos, não avaliou viés de publicação
Sebastianelli et al. 2017 (80) Revisão sistemática com meta-análise (resumo de congresso) Avaliar a eficácia e segurança do MIRA comparado à TOLT para o tratamento de BH e de sintomas do trato urinário baixo 8 ECRs incluídos, n=10.239 participantes Grupo MIRA 50 mg: Mirabegron 50 mg Grupo MIRA 100 mg: Mirabegron 100 mg Grupo TOLT: Tolterodina 4 mg Alto Resumo de congresso não apresenta informações suficientes para avaliação
Fonseca et al. 2016 Revisão sistemática com Avaliar a evidência existente de ECRs em 15 ECRs incluídos Grupo OXIB: Oxibutinina 5 e 10 mg Grupo PLAC: Placebo Incerto
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Autor, ano Desenho do estudo Objetivo do estudo População Detalhes da intervenção Detalhes do Comparador Risco de viés
(81) meta-análise. Última atualização em setembro de 2015 relação aos desfechos dos tratamentos farmacológicos disponíveis no Brasil, para BH Grupo TOLT: Tolterodina 1, 2 e 4 mg Grupo SOLI: Solifenacina 5 e 10 mg Não avaliou risco de viés de publicação, não citou a presença/ausência de conflitos de interesse
Owen et al. 2016 (82) Revisão sistemática com meta-análise (resumo de congresso). Última atualização em janeiro de 2016 Comparar a eficácia e segurança de intervenções conservativas para hiperatividade do detrusor idiopática e BH, utilizando a meta-análise em rede Total de 174 ECRs incluídos, n=75.355 participantes, 140 intervenções. Não relata quantos ECRs avaliaram antimuscarínicos Grupo OXIB: Oxibutinina 5 mg LI 3x/dia Grupo TOLT+neuro: Tolterodina 4 mg LP 1x/dia + neuroestimulação Grupo TOLT+ToxBot: Tolterodina 2 mg LI 2x/dia + toxina botulínica Grupo DARI: Darifenacina 30 mg LP 1x/dia Grupo SOLI: Solifenacina 20 mg LP 1x/dia Grupo PLAC: Placebo Alto Resumo de congresso não apresenta informações suficientes para avaliação
Reynolds et al. 2015 Revisão sistemática com Avaliar e evidência disponível nos ECRs 50 ECRs incluídos, >27.000 Grupo OXIB: Oxibutinina (n=2.762) Grupo PLAC: Alto
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Autor, ano Desenho do estudo Objetivo do estudo População Detalhes da intervenção Detalhes do Comparador Risco de viés
(83) meta-análise. Última atualização em março de 2014 sobre desfechos do tratamento farmacológico em mulheres com BH mulheres. 13 ECRs com OXIB, 25 com TOLT, 8 com SOLI e 4 com DARI Grupo TOLT: Tolterodina (n=8.857) Grupo SOLI: Solifenacina (n=2.340) Grupo DARI: Darifenacina (n=834) Placebo (n=5.073) Não descreveu os estudos incluídos, não avaliou as fontes de heterogeneidade, não conduziu análises de sensibilidade para avaliar o impacto da heterogeneidade nas estimativas, não avaliou viés de publicação
Luo et al. 2012 (84) Revisão sistemática com meta-análise. Última atualização em janeiro de 2011 Avaliar a eficácia e segurança da SOLI para o tratamento de adultos com BH 13 ECRs incluídos, sendo 9 ECRs com SOLI vs placebo, 6 com SOLI vs TOLT e 4 com SOLI 5 mg vs 10 mg Grupo SOLI: Solifenacina 2,5 - 10 mg Grupo PLAC: Placebo Grupo TOLT: Tolterodina 2 - 4 mg Grupo SOLI 10 mg: Solifenacina 10 mg Incerto Não menciona protocolo pré- definido, não avaliou risco de viés de publicação
Madden et al. 2012 (85) Revisão sistemática com meta-análise (resumo de Avaliar a taxa de cura com o uso de antimuscarínicos para o tratamento da IUU 16 ECRs incluídos, 10 avaliaram Grupo AntiM: Antimuscarínicos Placebo Alto Resumo de congresso não apresenta
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Autor, ano Desenho do estudo Objetivo do estudo População Detalhes da intervenção Detalhes do Comparador Risco de viés
congresso). Última atualização em dezembro de 2010 antimuscarínicos vs placebo informações suficientes para avaliação
Odeyemi et al. 2012 (86) Revisão sistemática com meta-análise (resumo de congresso). Última atualização em outubro de 2011 Obter evidências sobre a SOLI e TROS para dar suporte às decisões de prescrição e formulários 8 ECRs incluídos, 5 compararam SOLI vs placebo e 3 compararam TROS vs placebo Grupo SOLI: Solifenacina 5 mg ou 10 mg Grupo PLAC: Placebo Grupo TROS: Trospium 20 mg LI 2x/dia ou Trospium 60 mg LP 1x/dia Alto Resumo de congresso não apresenta informações suficientes para avaliação
Herschorn et al. 2017 (87) SYNERGY: ECR multinacional, duplo-cego, controlado placebo substância ativa Comparar a eficácia da terapia de SOLI e MIRA versus placebo e monoterapia combinada Idade >18 anos, com sintomas predominantes de IUU > 3 meses, com média >8 micções/24h, >1 urgência/24h, >3 incontinências no diário de 7 dias Grupo SOLI+MIRA: Solifenacina mirabegron 25 mg ou 50 mg Grupo MIRA: Mirabegron 25 mg ou 50 mg Grupo SOLI: Solifenacina 5 mg Grupo PLAC: Placebo Alto Não reporta como foi realizada a geração da sequência aleatória, não reporta ocultação da alocação
Kuo et al. 2015 (88) ECR, multicêntrico, duplo-cego, Analisar a eficácia e segurança MIRA Adultos com sintomas de BH por > 3 meses Grupo MIRA: Mirabegron 50 mg Grupo TOLT: Grupo PLAC: Placebo Incerto A análise não foi por intenção de
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Autor, ano Desenho do estudo Objetivo do estudo População Detalhes da intervenção Detalhes do Comparador Risco de viés
placebo- controlado, ativo-controlado, grupo-paralelo Study 178-CL- 045 comparado com placebo Tolterodina LP 4mg tratar (i.e., não foram analisados todos os participantes que foram randomizados).

Legenda: BH: bexiga hiperativa; IUU: incontinência urinária de urgência; ECR: ensaio clínico randomizado; LI: liberação imediata; LP: liberação prolongada; DARI: darifenacina; MIRA: mirabegron; OXIB: oxibutinina; SOLI: solifenacina; TOLT: tolterodina; TROS: trospium; PLAC: placebo.

Tabela 2 - Características dos participantes

Autor, ano Grupo Tamanho amostral, n Idade, média ± DP Sexo, %feminino Duração do estudo
Obloza et al. 2017 (79) NR NR NR NR NR
Sebastianelli et al. 2017 (80) Total 10.239 NR NR NR
Fonseca et al. 2016 (81) NR NR NR NR NR
Owen et al. 2016 (82) Total 75.355 NR NR NR
Reynolds et al. 2015 (83) Total OXIB >27.000 2.762 NR NR 100% 100% Mediana: 12 semanas (2 - 52 semanas)
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Autor, ano Grupo Tamanho amostral, n Idade, média ± DP Sexo, %feminino Duração do estudo
TOLT 8.857 NR 100%
SOLI 2.340 NR 100%
DARI 834 NR 100%
Luo et al. 2012 (84) SOLI vs PLAC 3.311 NR NR
Luo et al. 2012 (84) SOLI vs TOLT 2.008 NR NR Variação: 8 - 16 semanas
Luo et al. 2012 (84) SOLI 5 mg vs SOLI 10 mg 695 NR NR Variação: 8 - 16 semanas
Madden et al. 2012 (85) Total 7.284 NR NR NR
Madden et al. 2012 (85) AntiM 5.127 NR NR NR
Madden et al. 2012 (85) PLAC 2.157 NR NR NR
Odeyemi et al. 2012 (86) NR NR NR NR NR
Herschorn et al. 2017 (87) Total 3.398 57,4 ± 13,4 77,0% 18 semanas
Herschorn et al. 2017 (87) PLAC 429 57,9 ± 13,0 76,2% 18 semanas
Herschorn et al. 2017 (87) MIRA 25 mg 423 56,9 ± 13,6 77,3%
Herschorn et al. 2017 (87) MIRA 50 mg 422 56,7 ± 13,3 76,5%
Herschorn et al. 2017 (87) SOLI 5 mg 423 58,2 ± 12,8 78,3%
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Autor, ano Grupo Tamanho amostral, n Idade, média ± DP Sexo, %feminino Duração do estudo
SOLI + MIRA 25 mg SOLI + MIRA 50 mg Total MIRA 853 57,1 ± 13,9 76,9% 76,8%
248 76 74 NR 59,0 ± 15,1 56,4 ± 15,8 NR 61,8% 59,5% 76,8% Kuo et al. 2015 (88) 14 semanas
TOLT 76,8%
PLAC 68 58,4 ± 13,0 61,2% 76,8%
76,8%

AntiM: antimuscarínicos; DARI: darifenacina; MIRA: mirabegron; OXIB: oxibutinina; SOLI: solifenacina; TOLT: tolterodina; TROS: trospium; PLAC: placebo; NR: não reportado;DP: desvio padrão.

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Tabela 3 - Desfechos primários de eficácia

Autor, ano Grupos comparados Número de episódios de incontinência urinária em 24 horas Número de episódios de incontinência urinária de urgência em 24 horas Número de episódios de urgência em 24 horas Número de micções em 24 horas
Obloza et al. 2017 (79) SOLI 5 mg ∆ (MIRA) - (SOLI): 0,24 (IC95% -0,26; 0,75) NR ∆ (MIRA) - (SOLI): 0,69 (IC95% -0,44; 0,94), p=0,02 ∆ (MIRA) - (SOLI): 0,43 (IC95% -0,21; 0,65), p<0,001 MIRA vs
Obloza et al. 2017 (79) MIRA vs SOLI 10 mg ∆ (MIRA) - (SOLI): 0,48 (IC95% 0,26; 0,70) NR ∆ (MIRA) - (SOLI): 0,99 (IC95% 0,74; 1,24), p<0,001 ∆ (MIRA) - (SOLI): 0,80 (IC95% 0,58; 1,02), p<0,001
Obloza et al. 2017 (79) MIRA vs TOLT ∆ (MIRA) - (TOLT): - 0,05 (IC95% -0,35; 0,24) NR ∆ (MIRA) - (TOLT): - 0,21 (IC95% -0,58; 0,16), p=NS ∆ (MIRA) - (TOLT): 0,10 (IC95% -0,37; 0,57), p=NS
Obloza et al. 2017 (79) MIRA vs FESO 4 mg ∆ (MIRA) - (FESO): 0,16 (IC95% -0,33; 0,66) NR ∆ (MIRA) - (FESO): 0,33 (IC95% -0,27; 0,94), p=NS ∆ (MIRA) - (FESO): 0,01 (IC95% -0,51; 0,54), p=NS
Obloza et al. 2017 (79) MIRA vs FESO 8 mg ∆ (MIRA) - (FESO): 0,44 (IC95% -0,26; 1,15) NR ∆ (MIRA) - (FESO): 0,64 (IC95% 0,04; 1,23), p=NS ∆ (MIRA) - (FESO): 0,34 (IC95% -0,22; 0,92), p=NS
Sebastianelli et al. 2017 (80) MIRA 50 mg vs TOLT ∆ (MIRA 50 mg) - (TOLT): -0,09 (IC95% - 0,35; 0,17), p=0,49, 5 ECRs, I 2 : 70%, p=0,009 NR NR ∆ (MIRA 50 mg) - (TOLT): -0,11 (IC95% 0,26; 0,03), p=0,12, 5 ECRs, I 2 : 44%, p=0,13
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Autor, ano Grupos comparados Número de episódios de incontinência urinária em 24 horas Número de episódios de incontinência urinária de urgência em 24 horas Número de episódios de urgência em 24 horas Número de micções em 24 horas
MIRA 100 mg vs TOLT ∆ (MIRA 100 mg) - (TOLT): -0,07 (IC95% - 0,26; 0,12), p=NS, 3 ECRs, I2: 36%, p=NS NR NR ∆ (MIRA 100 mg) - (TOLT): -0,08 (IC95% - 0,27; 0,11), p=0,39, 3 ECRs, I2: 0%, p=0,74
OXIB vs TOLT ∆ (OXIB) - (TOLT): 0,15 (IC95% -0,64; 0,94), p=NS, 3 ECRs, I2: 73%, p=0,03 ∆ (OXIB) - (TOLT): - 0,49 (IC95% -1,00; 0,03), p=NS, 2 ECRs, I2: 0%, p=NS NR ∆ (OXIB) - (TOLT): 0,00 (IC95% -0,01; 0,01), p=NS, 4 ECRs, I2: 18%, p=NS
TOLT 1 mg vs PLAC ∆ (TOLT 1 mg) - (PLAC): -0,26 (IC95% - 1,05; 0,53), p=NS, 2 ECRs, I2: 0%, p=NS NR NR ∆ (TOLT 1 mg) - (PLAC): -0,55 (IC95% - 1,08; -0,02), p=0,04, 3 ECRs, I2: 0%, p=NS
Fonseca et al. 2016 (81) TOLT 2 mg vs PLAC ∆ (TOLT 2 mg) - (PLAC): -0,45 (IC95% - 0,76; -0,14), p=0,005, 6 ECRs, I2: 0%, p=NS NR NR ∆ (TOLT 2 mg) - (PLAC): -0,57 (IC95% - 0,82; -0,32), p<0,0001, 7 ECRs, I2: 0%, p=NS
TOLT 4 mg vs PLAC ∆ (TOLT 4 mg) - (PLAC): -0,46 (IC95% - 0,83; -0,08), p=0,02, 6 ECRs, I2: 0%, p=NS NR NR ∆ (TOLT 4 mg) - (PLAC): -0,66 (IC95% - 0,85; -0,47), p<0,0001, 6 ECRs, I2: 0%, p=NS
TOLT 2 mg vs TOLT 1 mg ∆ (TOLT 2 mg) - (TOLT 1 mg): -0,08 NR NR ∆ (TOLT 2 mg) - (TOLT 1 mg): 0,04
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Autor, ano Grupos comparados Número de episódios de incontinência urinária em 24 horas Número de episódios de incontinência urinária de urgência em 24 horas Número de episódios de urgência em 24 horas Número de micções em 24 horas
(IC95% -0,75; 0,59), p=NS, 2 ECRs, I2: p=NS 0%, (IC95% -0,46; 0,54), p=NS, 3 ECRs, I2: 0%, p=NS
TOLT 4 mg vs TOLT 2 mg ∆ (TOLT 4 mg) - (TOLT 2 mg): -0,11 (IC95% -0,67; 0,45), p=NS, 3 ECRs, I2: 0%, p=NS NR NR ∆ (TOLT 4 mg) - (TOLT 2 mg): -0,73 (IC95% -1,64; 0,18), p=NS, 3 ECRs, I2: 86%, p=0,0008
SOLI vs PLAC ∆ (SOLI) - (PLAC): - 0,77 (IC95% -1,09; - 0,45), p<0,0001, 2 ECRs, I2: 0%, p=NS NR NR ∆ (SOLI) - (PLAC): - 0,77 (IC95% -1,09; - 0,45), p<0,0001, 2 ECRs, I2: 0%, p=NS
Owen et al. 2016 (82) OXIB ∆ (final) - (basal): -0,56 (IC95% -0,95; -0,24), p<0,05 NR NR ∆ (final) - (basal): -0,72 (IC95% -1,06; -0,36), p<0,05
Owen et al. 2016 (82) TOLT+neuro NR NR NR ∆ (final) - (basal): -1,93 (IC95% -2,72; -1,15), p<0,05
Reynolds et al. 2015 (83) OXIB LI NR ∆ (basal) - (final): 1,61 (IC95% 0,8; 2,42), p<0,05 NR ∆ (basal) - (final): 2,4 (IC95% 1,46; 3,33), p<0,05
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Autor, ano Grupos comparados Número de episódios de incontinência urinária em 24 horas Número de episódios de incontinência urinária de urgência em 24 horas Número de episódios de urgência em 24 horas Número de micções em 24 horas
OXIB LP NR ∆ (basal) - (final): 0,53 (IC95% 20,34; 1,41), p<0,05 NR ∆ (basal) - (final): 1,72 (IC95% 0,68; 2,75), p<0,05
TOLT LO NR ∆ (basal) - (final): 1,59 (IC95% 1,12; 2,06), p<0,05 NR ∆ (basal) - (final): 1,99 (IC95% 1,29; 2,68), p<0,05
TOLT LP NR ∆ (basal) - (final): 1,67 (IC95% 1,27; 2,08), p<0,05 NR ∆ (basal) - (final): 2,14 (IC95% 1,63; 2,64), p<0,05
DARI NR ∆ (basal) - (final): 1,65 (IC95% 0,6; 2,7), p<0,05 NR ∆ (basal) - (final): 2,18 (IC95% 0,31; 4,05), p<0,05
SOLI NR ∆ (basal) - (final): 1,47 (IC95% 0,93; 2,02), p<0,05 NR ∆ (basal) - (final): 2,14 (IC95% 1,41; 2,88), p<0,05
Luo et al. 2012 (84) SOLI vs PLAC ∆ (SOLI) - (PLAC): - 0,51 (IC95% -0,76; - 0,26), p<0,0001, 7 ECRs, I 2 : 52%, p=NS ∆ (SOLI) - (PLAC): - 0,54 (IC95% -0,88; - 0,20), p<0,002 ∆ (SOLI) - (PLAC): - 1,08 (IC95% -1,31; - 0,85), p<0,0001, 7 ECRs, I 2 : 0%, p=NS ∆ (SOLI) - (PLAC): - 1,07 (IC95% -1,39; - 0,76), p<0,0001, 7 ECRs, I 2 : 57%, p=0,04
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Autor, ano Grupos comparados Número de episódios de incontinência urinária em 24 horas Número de episódios de incontinência urinária de urgência em 24 horas Número de episódios de urgência em 24 horas Número de micções em 24 horas
SOLI vs TOLT ∆ (SOLI) - (PLAC): - 0,51 (IC95% -0,76; - 0,26), p<0,0001, 7 ECRs, L6:Q7: 52%, p=NS ∆ (SOLI) - (TOLT): - 0,58 (IC95% -0,64; - 0,51), p<0,0001 ∆ (SOLI) - (TOLT): - 0,37 (IC95% -0,51; - 0,23), p<0,0001, 5 ECRs, I2: 0%, p=NS ∆ (SOLI) - (TOLT): - 0,06 (IC95% -0,12; - 0,01), p<0,02, 5 ECRs, I2: 20%, p=NS
SOLI 5 mg vs SOLI 10 mg ∆ (SOLI 5 mg) - (SOLI 10 mg): 0,17 (IC95% - 0,07; 0,41), p=NS, 3 ECRs, I2: 17%, p=NS ∆ (SOLI 5 mg) - (SOLI 10 mg): 0,38 (IC95% - 0,04; -0,80), p=NS ∆ (SOLI 5 mg) - (SOLI 10 mg): -0,09 (IC95% - 0,20; 0,11), p=NS, 4 ECRs, I2: 0%, p=NS ∆ (SOLI 5 mg) - (SOLI 10 mg): 0,29 (IC95% 0,25; 0,34), p<0,0001, 4 ECRs, I2: 0%, p=NS
SOLI 5 mg vs TROS LP NR ∆ (SOLI 5 mg) - (TROS): -0,78 (IC95% - 1,43; -0,42), p<0,05 NR ∆ (SOLI 5 mg) - (TROS): -0,89 (IC95% - 1,14; -0,70), p<0,05
Odeyemi et al. SOLI 5 mg vs TROS LI NR ∆ (SOLI 5 mg) - (TROS): -1,55 (IC95% - 2,17; -1,11), p<0,05 NR ∆ (SOLI 5 mg) - (TROS): -0,93 (IC95% - 1,39; -0,62), p<0,05
2012 (86) SOLI 10 mg vs TROS LP NR ∆ (SOLI 10 mg) - (TROS): -0,75 (IC95% - 1,46; -0,38), p<0,05 NR ∆ (SOLI 10 mg) - (TROS): -1,25 (IC95% - 1,66; -0,95), p<0,05
SOLI 10 mg vs TROS LI NR ∆ (SOLI 10 mg) - (TROS): -1,50 (IC95% - 2,30; -0,98), p<0,05 NR ∆ (SOLI 10 mg) - (TROS): -1,31 (IC95% - 2,00; -0,85), p<0,05
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Autor, ano Grupos comparados Número de episódios de incontinência urinária em 24 horas Número de episódios de incontinência urinária de urgência em 24 horas Número de episódios de urgência em 24 horas Número de micções em 24 horas
Herschorn et al. 2017 (87) SOLI 5 mg ∆ (final) - (basal): -0,45 NR NR ∆ (final) - (basal): -0,56
Herschorn et al. 2017 (87) MIRA 25 mg ∆ (final) - (basal): -0,37 NR NR ∆ (final) - (basal): -0,36
Herschorn et al. 2017 (87) MIRA 50 mg NR NR NR ∆ (final) - (basal): -0,39
Herschorn et al. 2017 (87) SOLI+MIRA 25 mg ∆ (final) - (basal): -0,70 NR NR ∆ (final) - (basal): -0,85
Herschorn et al. 2017 (87) SOLI+MIRA 50 mg ∆ (final) - (basal): -0,65 NR NR ∆ (final) - (basal): -0,95
Herschorn et al. 2017 (87) SOLI+MIRA 25 mg vs MIRA 25 mg ∆ (SOLI+MIRA 25 mg) - (MIRA 25 mg): -0,34 (IC95% -0,58; -0,10), p=0,001 NR NR ∆ (SOLI+MIRA 25 mg) - (MIRA 25 mg): -0,48 (IC95% -0,76; -0,21), p=0,001
Herschorn et al. 2017 (87) SOLI+MIRA 50 mg vs MIRA 50 mg ∆ (SOLI+MIRA 50 mg) - (MIRA 50 mg): -0,23 (IC95% -0,47; 0,01), p=NS NR NR ∆ (SOLI+MIRA 50 mg) - (MIRA 50 mg): -0,56 (IC95% -0,84; -0,28), p<0,001
Kuo et al. 2015 (88) MIRA 50 mg Basal, média ± DP: 2.54 ± 3.00 Fim do estudo: 1.16 ± 2.51 DM±DP: -1.16 ± 2.51 Basal, média ± DP: 2.16 ± 2.42 Fim do estudo: 0.43 ± 1.09 DM±DP: -1.73 ± 2.71 Basal, média ± DP: 5.53 ± 3.98 Fim do estudo: 3.56 ± 3.78 DM±DP: -1.97 ± 3.49 Basal, média ± DP: 11.6 ± 3.09 Fim do estudo: 9.46 ± 2.79 DM±DP: -2.12 ± 2.91
Kuo et al. 2015 (88) TOLT 4 mg Basal, média ± DP: 1.58 ± 1.95 Basal, média ± DP: 1.61 ± 2.10 Basal, média ± DP: 5.93 ± 4.87 Basal, média ± DP: 12.3 ± 3.27
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Autor, ano Grupos comparados Número de episódios de incontinência urinária em 24 horas Número de episódios de incontinência urinária de urgência em 24 horas Número de episódios de urgência em 24 horas Número de micções em 24 horas
Fim do estudo: 0.78 ± 1.25 DM±DP: -0.79 ± 2.02 Fim do estudo: 0.63 ± 1.07 DM±DP: -0.63 ± 1.07 Fim do estudo: 3.97 ± 4.53 DM±DP: -1.96 ± 4.33 Fim do estudo: 11.4 ± 3.79 DM±DP: -0.98 ± 3.18
PLAC Basal, média ± DP: 2.61 ± 2.18 Fim do estudo: 2.03 ± 3.24 DM±DP: -0.58 ± 2.51 Basal, média ± DP: 2.67 ± 2.36 Fim do estudo: 1.65 ± 2.86 DM±DP: -1.02 ± 2.68 Basal, média ± DP: 5.49 ± 4.30 Fim do estudo: 4.00 ± 4.37 DM±DP: -1.49 ± 4.84 Basal, média ± DP: 13.2 ± 5.29 Fim do estudo: 11.9 ± 4.70 DM±DP: -1.28 ± 3.49
MIRA 50 mg vs PLAC ∆ (MIRA) - (PLAC): - 0.84, p=NS ∆ (MIRA) - (PLAC): - 1.15, p=NS ∆ (MIRA) - (PLAC): - 0.46, p=NS ∆ (MIRA) - (PLAC): - 1.42, p=0,004
TOLT 4 mg vs PLAC ∆ (TOLT) - (PLAC): - 0.95, p=NS ∆ (TOLT) - (PLAC): - 0.86, p=NS ∆ (TOLT) - (PLAC): - 0.25, p=NS ∆ (TOLT) - (PLAC): - 0.01, p=NS

DARI: darifenacina; MIRA: mirabegron; OXIB: oxibutinina; SOLI: solifenacina; TOLT: tolterodina; TROS: trospium; PLAC: placebo; LI: liberação imediata; LP: liberação prolongada; ECR: ensaio clínico randomizado; DM: diferença média; I2: heterogeneidade (I squared ); Δ: diferença entre grupos; IC95%: intervalo de confiança de 95%; NS: não significativo; NR: não reportado.

Tabela 4 - Desfechos secundários de eficácia

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Autor, ano Grupos comparados Noctúria em 24 horas Volume urinado por micção, mL Taxa de cura
MIRA vs SOLI 5 mg NR ∆ (MIRA) - (SOLI): -11,21 (IC95% -17,57; -4,85), p<0,001 NR
MIRA vs SOLI 10 mg NR ∆ (MIRA) - (SOLI): -18,94 (IC95% -25,41; -12,48), p<0,001 NR
Obloza et al. 2017 (79) MIRA vs TOLT NR ∆ (MIRA) - (TOLT): -2,34 (IC95% -6,39; 1,69), p=NS NR
MIRA vs FESO 4 mg NR ∆ (MIRA) - (FESO): 4,25 (IC95% -5,71; 14,22), p=NS NR
MIRA vs FESO 8 mg NR ∆ (MIRA) - (FESO): -11,94 (IC95% -21,93; -1,95), p=0,02 NR
Owen et al. 2016 (82) TOLT+ToxBot ∆ (final) - (basal): -0,43 (IC95% -0,87; 0,03), p=NS NR NR
SOLI vs PLAC ∆ (SOLI) - (PLAC): -0,14 (IC95% -0,25; -0,04), p=0,007 ∆ (SOLI) - (PLAC): 28,78 (IC95% 23,70; 33,86), p<0,0001 NR
Luo et al. 2012 (84) SOLI vs TOLT ∆ (SOLI) - (TOLT): -0,07 (IC95% -0,10; -0,05), p<0,0001 ∆ (SOLI) - (TOLT): 10,86 (IC95% 7,38; 14,34), p<0,0001 NR
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Autor, ano Grupos comparados Noctúria em 24 horas Volume urinado por micção, mL Taxa de cura
SOLI 5 mg vs SOLI 10 mg ∆ (SOLI 5 mg) - (SOLI 10 mg): 0,02 (IC95% -0,17; - 0,22), p=NS ∆ (SOLI 5 mg) - (SOLI 10 mg): -10,41 (IC95% -14,19; - 6,62), p<0,0001 NR
AntiM vs PLAC NR NR Sem episódios de incontinência por 3 dias seguidos no diário: OR: 1,82 (IC95% 1,62; 2,03), p<0,0001, 10 ECRs, I2: 51%, p=0,03
Madden et al. 2012 (85) OXIB LP vs OXIB LI NR NR Sem episódios de incontinência por 3 dias seguidos no diário: OR: 0,92 (IC95% 0,54; 1,56), p=NS, 2 ECRs
Novos AntiM (SOLI, FESO, TROS) vs antigos AntiM (TOLT, OXIB) NR NR Sem episódios de incontinência por 3 dias seguidos no diário: OR: 1,28 (IC95% 1,12; 1,47), p<0,05, 4 ECRs
Herschorn et al. 2017 (87) SOLI+MIRA 25 mg vs MIRA 25 mg NR ∆ (SOLI+MIRA 25 mg) - (MIRA 25 mg): 21,52 (IC95% 15,35; 27,68), p<0,001 NR
Página 51
Autor, ano Grupos comparados Noctúria em 24 horas Volume urinado por micção, mL Taxa de cura
SOLI+MIRA 50 mg vs MIRA 50 mg NR ∆ (SOLI+MIRA 50 mg) - (MIRA 50 mg): 17,74 (IC95% 11,58; 23,90), p<0,001 NR
SOLI 5 mg vs PLAC NR p<0,05 Sem episódios de incontinência por 3 dias seguidos no diário: OR: 1,34 (IC95% 0,99; 1,79), p=NS Normalização da frequência de micção: OR: 1,87 (IC95% 1,38; 2,54), p<0,001
MIRA 25 mg vs PLAC NR ∆ (MIRA 25 mg) - (PLAC): 4,88, p=NS Sem episódios de incontinência por 3 dias seguidos no diário: OR: 1,17 (IC95% 0,87; 1,57), p=NS Normalização da frequência de micção: OR: 1,66 (IC95% 1,22; 2,25), p=0,001
MIRA 50 mg vs PLAC NR p<0,05 Sem episódios de incontinência por 3 dias seguidos no diário: OR: 1,40 (IC95% 1,04; 1,87), p=0,027 Normalização da frequência de micção: OR: 1,67 (IC95% 1,23; 2,27), p=0,001
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Autor, ano Grupos comparados Noctúria em 24 horas Volume urinado por micção, mL Taxa de cura
SOLI+MIRA 25 mg vs PLAC NR p<0,05 Sem episódios de incontinência por 3 dias seguidos no diário: OR: 1,75 (IC95% 1,36; 2,26), p<0,001 Normalização da frequência de micção: OR: 2,43 (IC95% 1,86; 3,18), p<0,001
SOLI+MIRA 50 mg vs PLAC NR ∆ (SOLI+MIRA 50 mg) - (PLAC): 31,29, p<0,001 Sem episódios de incontinência por 3 dias seguidos no diário: OR: 1,87 (IC95% 1,45; 2,42), p<0,001 Normalização da frequência de micção: OR: 2,67 (IC95% 2,04; 3,49), p<0,001
MIRA 50 mg Basal, média ± DP: 2.32 ± 1.38 Fim do estudo: 1.82 ± 1.12 DM±DP: -0.50 ± 1.14 Basal, média ± DP: 152 ± 54.3 Fim do estudo:173 ± 69.7 DM±DP: 22.17 ± 47.8 NR
Kuo et al. 2015 (88) TOLT 4 mg Basal, média ± DP: 2.35 ± 1.51 Fim do estudo:1.90 ± 1.30 DM±DP: -0.45 ± 1.25 Basal, média ± DP: 148 ± 60.7 Fim do estudo:161 ± 67.0 DM±DP: 13.30 ± 36.9 NR
PLAC Basal, média ± DP: 2.66 ± 1.73 Basal, média ± DP: 150 ± 63.4 NR
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Autor, ano Grupos comparados Noctúria em 24 horas Volume urinado por micção, mL Taxa de cura
Fim do estudo: 2.12 ± 1.47 DM±DP: -0.55 ± 1.54 Fim do estudo:156 ± 67.5 DM±DP: 5.54 ± 32.3
MIRA 50 mg vs PLAC ∆ (MIRA) - (PLAC): - 0.13 (0.18), p=NS ∆ (MIRA) - (PLAC): 16.70 (6.69), p=0,013 NR
TOLT 4 mg vs PLAC ∆ (TOLT) - (PLAC): - 0.06 (0.18), p=NS ∆ (TOLT) - (PLAC): 7.59 (6.69), p=NS NR

Legenda: AntiM: antimuscarínicos; CIR: tratamento cirúrgico; DARI: darifenacina; FESO: fesoterodina; MIRA: mirabegron; OXIB: oxibutinina; SOLI: solifenacina; TOLT: tolterodina; TROS: trospium; ToxBot: toxina botulínica; PLAC: placebo; LI: liberação imediata; LP: liberação prolongada; OR: razão de chances ( odds ratio ); ECR: ensaio clínico randomizado; I2: heterogeneidade (I squared ); Δ: diferença entre grupos; IC95%: intervalo de confiança de 95%; NS: não significativo; NR: não reportado.

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Tabela 5 - Eventos adversos do estudo de Fonseca et al. 2016 (81)

Evento adverso, n (%) Fonseca et al. 2016 (81) Fonseca et al. 2016 (81) Fonseca et al. 2016 (81) Fonseca et al. 2016 (81) Fonseca et al. 2016 (81) Fonseca et al. 2016 (81) Fonseca et al. 2016 (81)
Evento adverso, n (%) OXIB vs. TOLT TOLT 1 mg vs. PLAC TOLT 2 mg vs. PLAC TOLT 4 mg vs. PLAC TOLT 2 mg vs. TOLT 1 mg TOLT 4 mg vs. TOLT 2 mg SOLI vs. PLAC
Constipação RR: 0,88 (IC95% 0,52; 1,49), p=NS, 2 ECRs, I2: 0%, p=NS NR RR: 1,61 (IC95% 1,11; 2,32), p=0,01, 4 ECRs, I2: 0%, p=NS RR: 1,52 (IC95% 1,11; 2,09), p=0,009, 5 ECRs, I2: 0%, p=NS NR NR RR: 3,06 (IC95% 0,62; 15,17), p=NS, 2 ECRs, I2: 80%, p=0,03
Boca seca RR: 1,49 (IC95% 1,06; 2,10), p=0,02, 4 ECRs, I2: 84%, p=0,0003 RR: 2,33 (IC95% 1,26; 4,29), p=0,007, 2 ECRs, I2: 0%, p=NS RR: 3,72 (IC95% 3,05; 4,54), p<0,0001, 7 ECRs, I2: 0%, p=NS RR: 2,88 (IC95% 2,40; 3,45), p<0,0001, 6 ECRs, I2: 0%, p=NS RR: 1,69 (IC95% 1,26; 2,28), p=0,0005, 3 ECRs, I2: 0%, p=NS RR: 0,79 (IC95% 0,68; 0,92), p=0,002, 3 ECRs, I2: 0%, p=NS RR: 3,73 (IC95% 1,80; 7,72), p=0,0004, 2 ECRs, I2: 64%, p=NS
Descontinuação do tratamento devido a eventos adversos p=NS p=NS p=NS p=NS p=NS p=NS p=NS

Legenda: OXIB: oxibutinina; SOLI: solifenacina; TOLT: tolterodina; PLAC: placebo; ECR: ensaio clínico randomizado; I2: heterogeneidade (I squared ); RR: risco relativo; IC95%: intervalo de confiança de 95%; NS: não significativo; NR: não reportado.

Tabela 6 - Eventos adversos do estudo de Reynolds et al. 2015 (83)

Reynolds et al. 2015(83) Reynolds et al. 2015(83) Reynolds et al. 2015(83) Reynolds et al. 2015(83) Reynolds et al. 2015(83) Reynolds et al. 2015(83) Reynolds et al. 2015(83) Reynolds et al. 2015(83) Reynolds et al. 2015(83)
Evento adverso, n (%) PLAC OXIB LI OXIB LP OXIB transdérmico OXIB gel TOLT LI TOLT LP DARI SOLI
Eventos cardiovasculares 0 - 0,9% (n=3) 0,2 - 1,2% (n=3) NR 0,8% (n=1) NR 0% (n=1) 0 - 5% (n=2) 0,5% (n=1) 0,3% (n=1)
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Evento adverso, n (%) Reynolds et al. 2015(83) Reynolds et al. 2015(83) Reynolds et al. 2015(83) Reynolds et al. 2015(83) Reynolds et al. 2015(83) Reynolds et al. 2015(83) Reynolds et al. 2015(83) Reynolds et al. 2015(83) Reynolds et al. 2015(83)
Evento adverso, n (%) PLAC OXIB LI OXIB LP OXIB transdérmico OXIB gel TOLT LI TOLT LP DARI SOLI
Constipação 0 - 7,6% (n=30) 0 - 52% (n=14) 6,4 - 8,6% (n=5) 3,3 - 5,4% (n=2) 1,3% (n=1) 2,5 - 30% (n=14) 1 - 10,2% (n=14) 18,5 - 44% (n=6) 4,3 - 45% (n=16)
Diarreia 1,2 - 5,4% (n=8) 1 - 5% (n=3) 7,9 - 14% (n=3) NR NR 3 - 3,4% (n=2) 1,8 - 6,8% (n=6) NR 2,1% (n=1)
Tontura ou vertigem 0 - 3,8% (n=10) 0 - 38% (n=10) 3,8 - 11% (n=5) 4% (n=1) 1,5% (n=1) 1,7 - 16,7% (n=5) 1,4 - 2,6% (n=7) 0 - 24% (n=2) 1 - 26% (n=6)
Boca seca 0 - 21% (n=36) 5,9 - 100% (n=20) 14 - 68% (n=9) 2,6 - 9,6% (n=3) 6,9% (n=1) 10 - 56,7% (n=17) 7,3 - 39% (n=19) 20,4 - 77% (n=6) 6,9 - 99% (n=18)
Dispepsia 0 - 5% (n=6) 1,1 - 27% (n=6) 5,3 - 11% (n=3) NR NR 1,7 - 9% (n=8) 2,7 - 7% (n=3) 5,2 - 8,7% (n=2) 1,3 - 4,7% (n=4)
Fadiga 0,5 - 2% (n=8) 9 - 15% (n=2) 1,6 - 18% (n=2) NR NR 1 - 3,6% (n=2) 2 - 3,8% (n=4) NR <1 - 1,3% (n=2)
Cefaleia 0 - 8% (n=22) 0 - 37% (n=10) 5,6 - 12% (n=6) NR 1,5% (n=1) 3 - 16,7% (n=11) 1 - 8% (n=14) 3,8 - 38% (n=5) 0,8 - 28% (n=9)
Alteração da micção 0 - 0,9% (n=3) 14 - 29% (n=2) 3,2 - 4% (n=2) NR NR 0 - 9% (n=7) 1% (n=1) NR 2,1 - 5,1% (n=3)
Insônia <1 - 2,2% (n=3) 2 - 50% (n=2) 0,5 - 1,8% (n=3) NR NR 0,5 - 3,3% (n=5) 0,8 - 1,7% (n=3) 36% (n=1) 0,8 - 28% (n=2)
Náusea ou vômitos 0 - 11% (n=9) 1,1 - 17% (n=10) 3,2 - 5% (n=3) 4,6% (n=1) NR 1,6 - 7% (n=6) 0 - 2,7% (n=5) NR 1 - 5,6% (n=5)
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Evento adverso, n (%) Reynolds et al. 2015(83) Reynolds et al. 2015(83) Reynolds et al. 2015(83) Reynolds et al. 2015(83) Reynolds et al. 2015(83) Reynolds et al. 2015(83) Reynolds et al. 2015(83) Reynolds et al. 2015(83) Reynolds et al. 2015(83)
Evento adverso, n (%) PLAC OXIB LI OXIB LP OXIB transdérmico OXIB gel TOLT LI TOLT LP DARI SOLI
Eventos respiratórios 0 - 14% (n=6) 3 - 13% (n=2) 6% (n=1) NR NR 10 - 16% (n=2) 4% (n=1) 0,3 - 5,6% (n=2) 1,8 - 4,6% (n=4)
Sonolência 0 - 2% (n=6) 3 - 40% (n=4) 1 - 4,3% (n=4) 1,6% (n=1) NR 1,6 - 16,7% (n=5) 0 - 3% (n=4) NR 0% (n=1)
Infecção do trato urinário 0 - 11% (n=12) <1 - 18% (n=3) 5,1 - 12% (n=2) 2,4% (n=1) NR 3 - 19% (n=4) 1 - 4,1% (n=8) 1,1 - 4,8% (n=3) 3,4 - 15% (n=5)
Alterações da visão 0 - 7,7% (n=16) 1,2 - 44% (n=10) 2,2 - 3,3% (n=4) 2,3% (n=1) NR 0,6 - 13,3% (n=8) <1 - 6% (n=6) 0 - 33% (n=3) 0 - 33% (n=16)
Qualquer evento adverso 9,3 - 68,3% (n=17) 29,6 - 92% (n=3) 51% (n=1) NR 56,8% (n=1) 53% (n=1) 9,7 - 74% (n=9) 47,9 - 63,6% (n=2) 20,7 - 72% (n=8)
Descontinuação do tratamento devido a eventos adversos 0 - 6% (n=26) 11,1 - 17% (n=3) 6,2 - 13% (n=4) 10,7% (n=1) 4,9% (n=1) 1,9 - 15% (n=6) 0 - 6,3% (n=10) 3,2 - 10,8% (n=2) 3 - 10,9% (n=10)

Legenda: DARI: darifenacina; OXIB: oxibutinina; SOLI: solifenacina; TOLT: tolterodina; PLAC: placebo; LI: liberação imediata; LP: liberação prolongada; NR: não reportado.

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Tabela 7 - Eventos adversos dos estudos de Luo et al. 2012 (84) e Herschorn et al. 2017 (87)

Evento adverso, n (%) Luo et al. 2012(84) Luo et al. 2012(84) Luo et al. 2012(84) Herschorn et al. 2017 (87) Herschorn et al. 2017 (87) Herschorn et al. 2017 (87) Herschorn et al. 2017 (87) Herschorn et al. 2017 (87) Herschorn et al. 2017 (87)
Evento adverso, n (%) SOLI vs. PLAC SOLI vs. TOLT SOLI 5 mg vs. SOLI 10 mg PLAC SOLI 5 mg MIRA 25 mg MIRA 50 mg SOLI+MIR A 25 mg SOLI+MI RA 50 mg
Constipação OR: 2,87 (IC95% 2,10; 3,92), p=0,001 OR: 2,91 (IC95% 1,86; 4,56), p<0,0001 OR: 0,64 (IC95% 0,34; 1,20), p=NS 6 (1,4%) 6 (1,4%) 11 (2,6%) 6 (1,4%) 38 (4,5%) 31 (3,7%)
Boca seca OR: 5,57 (IC95% 4,24; 7,32), p<0,0001 OR: 1,09 (IC95% 0,89; 1,34), p=NS OR: 0,45 (IC95% 0,26; 0,76), p=0,003 8 (1,9%) 17 (4,0%) 14 (3,3%) 25 (5,9%) 74 (8,7%) 61 (7,2%)
Alterações da visão OR: 2,15 (IC95% 1,36; 3,41), p=0,001 OR: 3,19 (IC95% 1,14; 8,95), p=0,03) OR: 0,65 (IC95% 0,43; 1,00), p=NS) 3 (0,7%) 1 (0,2%) 0 2 (0,5%) 5 (0,6%) 6 (0,7%)
Infecção Trato urinario NR NR NR 21 (4,9%) 18 (4,3%) 16 (3,8%) 21 (5,0%) 60 (7,0%) 44 (5,2%)
Retenção urinaria NR NR NR 0 0 0 3 (0,7%) 8 (0,9%) 10 (1,2%)
Retenção urinaria NR NR NR 0 0 0 1 (0,2%) 4 (0,5%) 5 (0,6%)
Retenção urinaria aguda NR NR NR 0 0 0 0 0 1 (0,1%)
Volume urinario residual aumentado NR NR NR 0 0 0 0 3 (0,4%) 3 (0,4%)
urina residual NR NR NR 0 0 0 0 1 (0,1%) 0
Esvaziamento incompleto da bexiga NR NR NR 0 0 0 1 (0,2%) 1 (0,1%) 0
Hipersensibilidade NR NR NR 4 (0,9%) 4 (0,9%) 4 (0,9%) 3 (0,7%) 9 (1,1%) 4 (0,5%)
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Evento adverso, n (%) Luo et al. 2012(84) Luo et al. 2012(84) Luo et al. 2012(84) Herschorn et al. 2017 (87) Herschorn et al. 2017 (87) Herschorn et al. 2017 (87) Herschorn et al. 2017 (87) Herschorn et al. 2017 (87) Herschorn et al. 2017 (87)
Evento adverso, n (%) SOLI vs. PLAC SOLI vs. TOLT SOLI 5 mg vs. SOLI 10 mg PLAC SOLI 5 mg MIRA 25 mg MIRA 50 mg SOLI+MIR A 25 mg SOLI+MI RA 50 mg
Glaucoma NR NR NR 0 1 (0,2%) 0 0 1 (0,1%) 1 (0,1%)
Sonolência NR NR NR 11 (2,6%) 11 (2,6%) 15 (3,6%) 12 (2,8%) 29 (3,4%) 13 (1,5%)
Dispepsia NR NR NR 3 (0,7%) 1 (0,2%) 1 (0,2%) 1 (0,2%) 10 (1,2%) 16 (1,9%)
Qualquer evento adverso NR SOLI: 10,14% TOLT: 7,74% OR: 1,46 (IC95% 0,81; 2,61), p=NS SOLI 5 mg: 6,65% SOLI 10 mg: 6,27% OR: 1,07 (IC95% 0,53; 2,15), p=NS 145 (33,8%) 135 (31,9%) 147 (34,8%) 149 (35,2%) 345 (40,4%) 314 (37,0%)
Evento adverso relacionado ao medicamento NR NR NR 45 (10,5%) 37 (8,7%) 52 (12,3%) 63 (14,9%) 157 (18,4%) 150 (17,7%)
Evento adverso grave NR NR NR 8 (1,9%) 6 (1,4%) 5 (1,2%) 3 (0,7%) 12 (1,4%) 19 (2,2%)
Evento adverso grave relacionado ao medicamento NR NR NR 0 1 (0,2%) 1 (0,2%) 0 2 (0,2%) 3 (0,4%)
Descontinuação do tratamento devido a eventos adversos NR NR NR 9 (2,1%) 7 (1,7%) 10 (2,4%) 7 (1,7%) 20 (2,3%) 22 (2,6%)
Descontinuação do tratamento devido a eventos adversos NR NR NR 7 (1,6%) 4 (0,9%) 6 (1,4%) 5 (1,2%) 17 (2,0%) 19 (2,2%)
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Luo et al. 2012(84) Luo et al. 2012(84) Luo et al. 2012(84) Herschorn et al. 2017 (87) Herschorn et al. 2017 (87) Herschorn et al. 2017 (87) Herschorn et al. 2017 (87) Herschorn et al. 2017 (87)
Evento adverso, n (%) SOLI vs. PLAC SOLI vs. TOLT SOLI 5 mg vs. SOLI 10 mg PLAC SOLI 5 mg MIRA 25 mg SOLI+MIR A 25 mg SOLI+MI RA 50 mg
relacionados ao medicamento

Legenda: SOLI: solifenacina; TOLT: tolterodina; PLAC: placebo; OR: razão de chances ( odds ratio ); IC95%: intervalo de confiança de 95%; NS: não significativo; NR: não reportado.

Tabela 8 - Eventos adversos do estudo de Kuo et al. 2015 (88)

Eventos adversos, Kuo et al. 2015(88) Kuo et al. 2015(88) Kuo et al. 2015(88)
n (%) MIRA 50mg TOLT 4mg PLAC
EAET 36 (42,4%) 40 (49,4%) 33 (42,9%)
EAET Sérios 1 (1,3%) 0 0
EAET relacionados aos medicamentos 20 (23,5%) 24 (29,6%) 19 (24,7%)
EAET sérios relacionados aos medicamentos 0 0 0
Hipertensão 2 (2,4%) 1 (1,2%) 0
EAET- Cardiovasculares 6 9 10
Retenção urinária 0 0 0
Boca seca 3 (3,9%) 6 (7,1%) 7 (8,6%)
Descontinuação devido a EAET 2 (2,4%) 1 (1,2%) 1 (1,3%)
Descontinuação devido a EAET relacionados aos medicamentos 1 (1,2%) 0 1 (1,3%)
Morte devido ao EA 1 (1,3%) 0 0
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Legenda: MIRA: mirabegron; TOLT: tolterodina; PLAC: placebo; EAET: eventos adversos emergentes do tratamento.

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Questão de Pesquisa 5: Qual a eficácia e segurança da Mirabegrona para o tratamento da incontinência urinária de urgência?

1) Estratégia de busca

MEDLINE via Pubmed:

(((((((("Urinary Bladder, Overactive"[Mesh]) OR Urinary Bladder, Overactive) OR Overactive Bladder) OR Overactive Urinary Bladder) OR Bladder, Overactive)) OR (((((((("Urinary Incontinence, Urge"[Mesh]) OR Urinary Reflex Incontinence) OR Incontinence, Urinary Reflex) OR Urinary Urge Incontinence) OR Urge Incontinence) OR Incontinence, Urge)) OR Urinary Incontinence, Urge))) AND (((((((("mirabegron"[Supplementary Concept]) OR Betmiga) OR 2AND (2aminothiazol-4-yl) AND -4'- AND (2- AND ((2-hydroxy-2-phenylethyl) AND amino) AND ethyl) AND acetanilide) OR Betanis) OR YM 178) OR YM-178)) OR mirabegron) AND Humans[Mesh]

Data: 26/09/2017

Total: 169

EMBASE:

"(mirabegron OR 'mirabegron'/exp OR betmiga OR (ym AND 178) OR 'ym 178' OR betanis) AND ('urge incontinence'/exp OR (urinary AND incontinence, AND urge) OR (urinary AND reflex AND incontinence) OR 'urge incontinence' OR (incontinence, AND urinary AND reflex) OR 'overactive bladder'/exp OR 'overactive bladder' OR (urinary AND bladder, AND overactive) OR (overactive AND urinary AND bladder)) AND [embase]/lim AND [humans]/lim"

Data: 26/09/2017

Total: 675

5) Seleção das evidências

A busca das evidências resultou em 844 referências (169 no MEDLINE e 675 no EMBASE). Destas, 166 foram excluídas por estarem duplicadas. Seiscentos e sessenta e oito referências foram triadas por meio da leitura de título e resumos, das quais noventa

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  • e duas referências tiveram seus textos completos avaliados para confirmação da elegibilidade.

Como critério de inclusão, foram priorizadas revisões sistemáticas com meta- análise de ensaios clínicos randomizados e estudos primários do tipo ensaios clínicos randomizados comparativos. Foram incluídos ensaios clínicos randomizados que não estavam presentes nas revisões sistemáticas. Os estudos incluídos em revisões sistemáticas, que realizaram estratificação por população com incontinência foram incluídos, pois as revisões sistemáticas não contemplaram essa população. Somente resumos de congressos de revisões sistemáticas com meta-análise que fornecessem as referências dos estudos incluídosforam considerados.

No total, 70 estudos foram excluídos. Quinze revisões foram excluídas: 1) seis eram revisões narrativas; 2) três não apresentaram meta-análise; 3) uma revisão sistemática de qualquer tipo de estudo; 4) um resumo não contemplava a população de interesse; 5) quatro resumos não apresentaram as referências dos estudos analisados. Em relação aos ensaios clínicoscompletos ou em formato de resumo, 40 foram excluídos: 1) sete haviam sido incluídos nas revisões sistemáticas; 2) cinco análises combinadas ' pooled ' cujos artigos analisados estavam presentes nas revisões sistemáticas incluídas; 3) três ensaios clínicos eram análises exploratórias de estudos incluídos; 4) um estudo era não comparativo; 5) dois artigos apresentaram dados que não foram passíveis de serem coletados; 6) dois estudos não compreendiam população de interesse; 7) dois estudos analisavam medicamentos que não são registrados no Brasil; 8) um estudo não analisou o objetivo de interesse; 9) 11 resumos pois havia o estudo original disponível; 10) três resumos apresentaram informações insuficientes ou não relevantes; 12) em dois resumos a população não era de interesse; 11) um estudo era experimental série de casos. Quinze estudos observacionais foram excluídos.

No total 22 referências (79, 80, 87-106) foram incluídas: 1) Duas revisões sistemáticas com meta-análises de comparações diretas completas (89, 90); 2) Uma revisão sistemáticade comparações diretas apresentada por 2 resumos de congresso (80, 91); 3) Quatrorevisões sistemáticas com meta-análise em rede (79, 95-97). 5) Três análises combinadas de ensaios clínicos randomizados, dois ECR originais (92, 93) e o outro ECR em forma de resumo de congresso (94); 6) Oito ensaios clínicos randomizados de 11

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referências (87, 88, 98-106). Entre esses, um foi apresentado apenas em formato de resumo de congresso (87).

6) Descrição dos estudos e seus resultados

Os estudos incluídos serão apresentados de acordo com o grupo de comparações. Primeiramente serão descritas as características dos estudos, seguidas das características dos participantes, dos desfechos de eficácia e, por fim, dos desfechos de segurança. A descrição sumária dos estudos que abordaram as comparações Mirabegrona versus placebo ou onabotulinumtoxina ou antimuscarínicos encontram-se nas tabelas 9-15 . Os estudos que analisaram essas comparações estratificadas por sexo encontram-se nas tabelas 16-19 . As comparações do Mirabegrona e Solifenacina em monoterapia ou em combinação versus Placebo, Mirabegrona ou Solifenacina estão apresentados nas tabelas 20-25 .

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6.1 Mirabegrona versus Placebo ou Onabotulinumtoxina ou Antimuscarínicos

Tabela 9 - Características dos estudos que compararam Mirabegrona versus Placebo ou ou onabotulinumtoxina ou antimuscarínicos.

Autor Desenho do estudo Objetivo População Número de estudos ouparticipantes incluídos Detalhes da Intervenção Detalhes do Controle Risco de Viés
Wuet al. 2014(89) Revisão sistemática com meta-análise de ECR (última atualização julho de 2013) Avaliar a eficácia e segurança do MIRA para BH Diagnóstico de BH; FMM≥8 vezes em 24h; EPU≥3 com ou sem IU. 6 ECR MIRA vs. Placebo: 5 ECR MIRA vs. TOL: 4 ECR MIRA Placebo ou TOL impacto dos estudos primários de acordo com a qualidade da evidência na meta- análise. Viés de publicação não foi analisado. Qualidade dos estudos primários: moderada a alta Não foi realizada busca na literatura cinzenta. A lista excluídos não fornecida. Não analisado
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Autor Desenho do estudo Objetivo População Número de estudos ouparticipantes incluídos Detalhes da Intervenção Detalhes do Controle Risco de Viés
Cui et al. 2013(90) Revisão sistemática com meta-análise de ECR de fase III (última atualização outubro de 2013) Avaliar a eficácia e segurança do MIRA para BH Pacientes com BH 4 ECR de fase III; 3524 participantes MIRA 50 mg oral Placebo Alto Risco de Viés Não foi reportado se a seleção dos artigos e a extração dos dados foi feita por uma dupla de revisores. A lista de excluídos não foi fornecida; não foi realizada busca na literatura cinzenta (estudos não
Drake et al. 2017(95) Revisão sistemática com meta-análise em rede de ECR (última atualização julho de 2013) Comparar a eficácia do Botox, MIRA e anticolinérgicos em adultos com BH idiopática Adultos com BH idiopática com ou sem IU; hiperatividade do detrusor refratário; IU idiopática ou não neurogênica e IU 56 ECR 10 analisaram Botox 10 analisaramMIRA Obs: foram utilizados dados somente que analisaram o MIRA MIRA 25 e 50mg MIRA 25 e 50mg Placebo Botox publicados). Risco de viés incerto Comparações indiretas; estratégia de busca não foi totalmente adequada pois utilizou estratégias de busca previamente publicadas. Limitação de
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Autor Desenho do estudo Objetivo População Número de estudos ouparticipantes incluídos Detalhes da Intervenção Detalhes do Controle Risco de Viés
predominante de urgência idioma. De acordo com ROB, 22 estudos apresentaram alto risco de viés; 26 apresentaram algum risco e 8 estudos o risco de viés não está claro.
Obloza et al. 2017(79) Revisão sistemática com meta-análise em rede de ECR (última atualização NR) Comparar a efetividade de terapias para BH usando modelo de comparação indireta de Bucher Adultos diagnosticados com sintomas de BH idiopática (sintomas por > 3 meses;FMM ≥8 vezes em 24h; EPU ≥3. 25 ECR Anticolinérgicos orais/transdérmicos BOTOX MIRA Alto risco de viés Comparações indiretas;os detalhes dos artigos incluídos e a lista de artigos excluídos não foram fornecidos. A heterogeneidade entre os estudos não foi avaliada. Risco de viés dos artigos incluídos foi considerado baixo.
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Autor Desenho do estudo Objetivo População Número de estudos ouparticipantes incluídos Detalhes da Intervenção Detalhes do Controle Risco de Viés
Freemantle et al. 2016(97) Revisão sistemática com meta-análise em rede de ECR (última atualização agosto de 2013) Avaliar a eficácia clínica de doses de BOTOX de 100U comparado com MIRA 25 ou 100mg em adultos com BH via comparação indireta Adultos com BH idiopática com ou sem IU; hiperatividade do detrusor refratário; IU urgência idiopática ou não neurogênica 19 ECR 11 analisaram BOTOX 8 analisaram MIRA BOTOX MIRA 25 ou 50 mg Alto risco de viés Comparações indiretas; estratégia de busca não foi totalmente adequada pois utilizou estratégias de busca previamente publicadas. Limitação de idioma. Não utilizou uma ferramenta adequada para avaliação do risco de viés. Pode ter viés de publicação
Maman et al. 2014(96) Revisão sistemática com meta-análise em Analisar a eficácia e tolerabilidade MIRA 50 mg versus do antimuscarínicos Adultos com diagnóstico de BH. Hiperatividade do detrusor. Urgência urinária 44 ECR, 27309 participantes MIRA 50 mg ou antimuscarínicos Antimuscarínicos placebo Alto risco de viés Comparações indiretas; não foi reportado a análise da heterogeneidade entre os estudos; A maioria dos artigos
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Autor Desenho do estudo Objetivo População Número de estudos ouparticipantes incluídos Detalhes da Intervenção Detalhes do Controle Risco de Viés
incluídos apresentaram alto risco de viés
Salvi et al. 2017; Sebastianelli et al. 2017 (80, 91) 2 resumos de congresso: revisão sistemática com meta-análise de ECR Analisar a eficácia, segurança e tolerabilidade do MIRA 50 mg, MIRA 100mg e TOL BH e sintomas do trato urinário inferior armazenamento 8 ECR, 10239 participantes MIRA 50 mg MIRA 100mg TOL 4mg Placebo TOL 4mg MIRA 100mg Alto risco de viés Resumo de congresso não contém todas as informações relevantes para julgamento
Chapple et al. 2015(92) (análise exploratória) Observacional: análise exploratória de 3 ECR Conduzir uma análise post hoc para determinar o efeito do MIRA 50 mg versus placebo nos desfechos miccionais em subgrupos de população incontinente na linha de base Pacientes com BH que receberam ≥ 1 doses; ≥1 EIU Estratificados por: 1. PIU (≥ 1 EIU na linha de base) 2. PIU≥ 2: ≥ 2 EIU na linha de base 3. PIU≥4: 4≥ MIRA: 862 Placebo: 878 MIRA Placebo Alto risco de viés Combinação de ECR, perda do efeito da randomização; não há análises da heterogeneidade; não forneceu as características basais estratificados pelos subgrupos analisados
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Autor Desenho do estudo Objetivo População Número de estudos ouparticipantes incluídos Detalhes da Intervenção Detalhes do Controle Risco de Viés
EIU na linha de base
Yamaguchi et al. 2015(98) ECR,multicêntrico, duplo-cego, placebo- controlado, grupo- paralelo, NCT00527033 Analisar a eficácia e segurança MIRA comparado com placebo e avaliar a dose-reposta do MIRA Adultos com sintomas de BH por ≥24 semanas; FMM≥8 vezes em 24h; EPU≥1 ou episódios de IUU≥1/24H Total: 842 randomizados PR MIRA 25 mg: 211 MIRA 50 mg: 208 MIRA 100 mg: 209 Placebo: 214 MIRA 25 mg MIRA 50 mg MIRA 100 mg Placebo Alto risco de viés Não foi descrito o método de randomização e sigilo de alocação. Não houve cegamento dos avaliadores dos desfechos.
Kuo et al. 2015(88) ECR,multicêntrico, duplo-cego, placebo- controlado, ativo- controlado, grupo- paralelo Study 178-CL-045 Analisar a eficácia e segurança MIRA comparado com placebo Adultos com sintomas de BH por > 3 meses Total: 248 randomizados e 218 analisado PR/PTA MIRA 50 mg: 85/76 TOL 4 mg: 82/74 Placebo: 81/68 MIRA 50 mg TOL LP 4mg Placebo Risco de viés incerto A análise não foi por intenção de tratar (i.e., não foram analisados todos os pacientes que foram randomizados).
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Autor Desenho do estudo Objetivo População Número de estudos ouparticipantes incluídos Detalhes da Intervenção Detalhes do Controle Risco de Viés
Khullar et al. 2015; Khullar et al. 2013(99, 100) ECR, multinacional, multicêntrico, duplo-cego, placebo- controlado, ativo- controlado, grupo- paralelo fase III SCORPIO Analisar a eficácia, segurança, tolerabilidade e desfechos relatados pelospacientes com BH Adultos com sintomas de BH por ≥3 meses; FMM≥8 vezes em 24h; EPU≥3 episódios com ou sem IU Total: 1987 randomizados e 1906 analisados PR/ PTA/ PIU MIRA 100 mg: 498/ 478/281 MIRA 50 mg: 497/473/293 TOL 4 mg: 495/475/300 Placebo: MIRA 100 MIRA 50 mg Placebo Risco de viés incerto A análise não foi por intenção de tratar (i.e., não foram analisados todos os pacientes que foram randomizados).
Herschorn et al. 2013(101) ECR, multinacional, multicêntrico, duplo-cego, Analisar a eficácia e tolerabilidade MIRA 25 e 50 mg uma vez ao dia versus placebo do Adultos com sintomas de BH por ≥3 meses; FMM≥8 vezes em 24h; EPU≥3 episódios com ou sem IU Total: 1315 foram randomizados PR/ PTA /PIU MIRA 50 mg: 440/426/ 257 MIRA 25 mg: 432/410/ 254 Placebo:433/ NR/ NR MIRA 50 mg MIRA 25 mg Placebo Alto risco de viés Não foi descrito o método de randomização e sigilo de alocação. Não houve cegamento dos avaliadores dos desfechos. A análise não foi por intenção de tratar (ie., não foi analisado todos os
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Autor Desenho do estudo Objetivo População Número de estudos ouparticipantes incluídos Detalhes da Intervenção Detalhes do Controle Risco de Viés
pacientes que foram randomizados). Desfechos incompletos (perdas significativas). Não forneceu os resultados do placebo.

MIRA: mirabegrona; TOL: tolterodina; LP: liberação prolongada; ECR: ensaio clínico randomizado; BH: bexiga hiperativa; FMM: frequência média de micção; EPU: episódio de urgência; IU: incontinência urinária; IUU: incontinência urinária de urgência; PR: população que foi inicialmente randomizada; PTA: população total analisada; PIU: população com incontinência urinária.

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Tabela 10 - Características dos participantes dos estudos que compararam Mirabegrona versus Placebo ou ou onabotulinumtoxina ou antimuscarínicos.

Autor, ano Intervenção, PTA (n) Controle, PTA (n) Idade Intervenção Média (DP): Idade Controle Média (DP): n (%)sexo masculino Intervenção n (%) sexo masculino Controle Variáveis clínicas e bioquímicas relevantes Intervenção Variáveis clínicas e bioquímicas relevantes Controle Período de estudo
Revisões Sistemáticas com Meta-análises de comparações diretas Revisões Sistemáticas com Meta-análises de comparações diretas Revisões Sistemáticas com Meta-análises de comparações diretas Revisões Sistemáticas com Meta-análises de comparações diretas Revisões Sistemáticas com Meta-análises de comparações diretas Revisões Sistemáticas com Meta-análises de comparações diretas Revisões Sistemáticas com Meta-análises de comparações diretas Revisões Sistemáticas com Meta-análises de comparações diretas Revisões Sistemáticas com Meta-análises de comparações diretas Revisões Sistemáticas com Meta-análises de comparações diretas
Wuet al. 2014(89) NA NA NR NR NR NR NR NR 12 semanas
Cui et al. 2013(90) NA NA NR NR NR NR NR NR 12 semanas
Revisões Sistemáticas com Meta-análises de comparações indiretas Revisões Sistemáticas com Meta-análises de comparações indiretas Revisões Sistemáticas com Meta-análises de comparações indiretas Revisões Sistemáticas com Meta-análises de comparações indiretas Revisões Sistemáticas com Meta-análises de comparações indiretas Revisões Sistemáticas com Meta-análises de comparações indiretas Revisões Sistemáticas com Meta-análises de comparações indiretas Revisões Sistemáticas com Meta-análises de comparações indiretas Revisões Sistemáticas com Meta-análises de comparações indiretas Revisões Sistemáticas com Meta-análises de comparações indiretas
Drake et al. 2017(95) NA NA NR NR NR NR Número médio de 3.2 EIU por dia Número médio de 7.6 episódios de urgência por dia Número médio de 11.7 episódios de micções por dia Número médio de 3.2 EIU por dia Número médio de 7.6 episódios de urgência por dia Número médio de 11.7 episódios de micções por dia 12 semanas
Obloza et al. 2017(79) NA NA NR NR NR NR NR NR NR
Freemantle et al. 2016(97) NA NA NR NR Min- max.:55.4- 100% Min- max.:68.7- 89.3% Número médio de 3.48 EIU por dia Número médio de 6.32 episódios de urgência por dia Número médio de 3.48 EIU por dia Número médio de 6.32 episódios de urgência por dia 12 semanas (min- max.: 2-24 semanas)
Maman et al. 2014(96) NA NA NR NR NR NR NR NR 12 semanas (min- max.: 4-16 semanas)
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Autor, ano Intervenção, PTA (n) Controle, PTA (n) Idade Intervenção Média (DP): Idade Controle Média (DP): n (%)sexo masculino Intervenção n (%) sexo masculino Controle Variáveis clínicas e bioquímicas relevantes Intervenção Variáveis clínicas e bioquímicas relevantes Controle Período de estudo
Ensaios Clínicos Randomizados Ensaios Clínicos Randomizados Ensaios Clínicos Randomizados Ensaios Clínicos Randomizados Ensaios Clínicos Randomizados Ensaios Clínicos Randomizados Ensaios Clínicos Randomizados Ensaios Clínicos Randomizados Ensaios Clínicos Randomizados Ensaios Clínicos Randomizados
Salvi et al. 2017;
Sebastianelli et al. 2017 (80, 91) NA NA NR NR NR NR NR NR NR
Chapple et al. 2015(92) MIRA (PIU: 862; PIU≥ 2: 449; PIU≥ 4: 198) Placebo (PIU: 878; PIU≥ 2: 457; PIU≥ 4: 194) NR NR NR NR NR NR 12 semanas
Yamaguchi et al. 2015(98) MIRA 25 mg (211) Placebo (214) 54,9 (13,59) 55,7 (12,89) 41 (19,6) 42 (19,9) População BH IUU, n (%) 125 (59,8) População BH IUU, n (%) 126 (59,7) 14 semanas: 2 semanas de período de eliminação e 12 semanas de tratamento
Yamaguchi et al. 2015(98) MIRA 50mg (208) Placebo (214) 56,2 (13,59) 55,7 (12,89) 31 (14,9) 42 (19,9) População BH IUU, n (%) 115 (55,3) População BH IUU, n (%) 126 (59,7) 14 semanas: 2 semanas de período de eliminação e 12 semanas de tratamento
Yamaguchi et al. 2015(98) MIRA 100 mg (209) Placebo (214) 56,9 (13,29) 55,7 (12,89) 35 (16,9) 42 (19,9) População BH IUU, n (%) 127 (61,4) População BH IUU, n (%) 126 (59,7) 14 semanas: 2 semanas de período de eliminação e 12 semanas de tratamento
Kuo et al, 2015(88) MIRA 50mg (76) Placebo (68) 59,0 (15,1) 58,4 (13,0) 29 (38,2) 26 (38,2) População BH IUU, n (%) 40 (52,6) População BH IUU, n (%) 38 (55,9) 14 semanas: 2 semanas de período de
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Autor, ano Intervenção, PTA (n) Controle, PTA (n) Idade Intervenção n (%)sexo masculino Intervenção n (%) sexo masculino Controle Variáveis clínicas e bioquímicas relevantes Intervenção Variáveis clínicas e bioquímicas relevantes Controle Idade Controle Média Período de estudo
TOL 4mg (74) 56,4 (15,8) 30 (40,5) População BH IUU, n (%) 42 (56,8) eliminação e 12 semanas de tratamento
Khullar et MIRA 100 mg (496) 59,1 (12,36) 141 (28,4) População BH IUU, n (%) PTA: 179 (37,4) PIUU: 140 (49,8) População BH
al, 2015; Khullar et al, 2013 (99, 100) MIRA 50 mg (493) Placebo (494) 59,1 (12,36) 136 (27,6) 138 (27,9) População BH IUU, n (%) PTA: 192 (40,6) PIUU: 143 (48,8) População BH IUU, n (%) PTA: 201 (41,9) PIUU: 156 59,2 (12,30) 14 semanas: 2 semanas de período de eliminação e 12 semanas de tratamento
TOL 4 mg (495) 59,1 (12,89) 134 (27,1) IUU, n (%) PTA: 184 (38,7) PIUU: 142 (47,3) (53,6) SCORPIO
Herschorn et al, MIRA 50 mg (440) MIRA 25 mg (432) Placebo (433) 60,3 (12,22) 58,5 (12,85) 137 (31,1) 139 (32,2) 132 (30,5) Disponível na planilha desfechos de eficácia dos 58,2 14 semanas: semanas de período de eliminação e 12 semanas de

MIRA: mirabegrona; SOLI: solifenacina; TOL: tolterodina; ECR: ensaio clínico randomizado; BH: bexiga hiperativa; IU: incontinência urinária; IUU: incontinência urinária de urgência; PTA: população total analisada; PIU: população com incontinência urinária,PIUU: população com incontinência urinária de urgência,

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Tabela 11 - Desfechos de eficácia dos estudos que compararam Mirabegrona versus Placebo ou onabotulinumtoxina ou antimuscarínicos.

Autor, ano Grupos EIU em 24 h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p Número médio de micções em 24 h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p Episódios de urgência em 24h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p Episódios de IUU em 24h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p
Revisões Sistemáticas com Meta-análises de comparações diretas Revisões Sistemáticas com Meta-análises de comparações diretas Revisões Sistemáticas com Meta-análises de comparações diretas Revisões Sistemáticas com Meta-análises de comparações diretas Revisões Sistemáticas com Meta-análises de comparações diretas Revisões Sistemáticas com Meta-análises de comparações diretas Revisões Sistemáticas com Meta-análises de comparações diretas Revisões Sistemáticas com Meta-análises de comparações diretas Revisões Sistemáticas com Meta-análises de comparações diretas Revisões Sistemáticas com Meta-análises de comparações diretas
Wuet al, 2014(89) MIRA total vs, Placebo DM: -0,54 (IC 95%: -0,63, - 0,45); I2: 0% (p:0,44); 5 ECR; n MIRA: 2215; n placebo: 2713 < 0,00001 DM: -0,55 (IC 95%: -0,63, - 0,47); I2: 19% (p:0,27); 5 ECR; n MIRA: 3229; n placebo:3294 < 0,00001 NR NR NR NR
RS com meta-análise de ECR MIRA 25mg vs, Placebo DM: -0,66 (IC 95%: -0,91, - 0,40); I2: 61% (p:0,11); 2 ECR; n MIRA: 353; n placebo: 539 < 0,00001 DM: -0,44 (IC 95%: -0,58, - 0,31); I2: 0% (p:0,88); 2 ECR; n MIRA: 577; n placebo:599 < 0,00001 NR NR NR NR
RS com meta-análise de ECR MIRA 50 mg vs, Placebo DM: -0,53 (IC 95%: -0,66, - 0,40); I2: 0% (p:0,40); 4 ECR; n < 0,00001 DM: -0,59 (IC 95%: -0,73, - 0,45); I2: 0% (p:0,75); 4 ECR; n < 0,00001 NR NR NR NR
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Autor, ano Grupos EIU em 24 h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p Número médio de micções em 24 h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p Episódios de urgência em 24h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p Episódios de IUU em 24h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p
MIRA: 1100; n placebo: 1283 MIRA: 1508; n placebo:1532
MIRA 100 mg vs, Placebo DM: -0,51 (IC 95%: -0,67, - 0,36); I2: 0% (p:0,47); 4 ECR; n MIRA: 762; n placebo: 891 < 0,00001 DM: -0,65 (IC 95%: -0,81, - 0,49); I2: 49% (p:0,12); 4 ECR; n MIRA: 1144; n placebo:1163 < 0,00001 NR NR NR NR
MIRA total vs, TOL 4mg DM: -0,25 (IC 95%: -0,43, - 0,06); I2: 97% (p< 0,00001); 4 ECR; n MIRA: 2321; n TOL: 2329 0,009 DM: -0,17 (IC 95%: -0,35, 0,01); I2: 85% (p<0,00001); 4 ECR; n MIRA: 2942; n TOL:2765 0,07 NR NR NR NR
MIRA 50 mg vs, TOL 4 mg DM: -0,23 (IC 95%: -0,50, 0,03); I2: 99% (p< 0,00001); 3 ECR; n MIRA: 1190; n TOL: 1144 0,09 DM: -0,07 (IC 95%: -0,37, 0,23); I2: 80% (p: 0,006); 3 ECR; n MIRA: 1429; n TOL:1351 0,63 NR NR NR NR
MIRA 100 mg vs, TOL 4 mg DM: -0,23 (IC 95%: -0,34, - 0,12); I2: 0% (p:0,87); 4 ECR; n < 0,00001 DM: -0,23 (IC 95%: -0,40, - 0,06); I2: 41% (p: 0,16); 4 ECR; n 0,008 NR NR NR NR
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Autor, ano Grupos EIU em 24 h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p Número médio de micções em 24 h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p Episódios de urgência em 24h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p Episódios de IUU em 24h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p
MIRA: 1131; n TOL: 1185 MIRA: 1513; n TOL:1414
Cui et al, 2013 (90) MIRA 50 mg vs, Placebo DM: -0,44 (IC 95%: -0,59, - 0,29); I2: 0% (p:0,90); 4 ECR; n MIRA: 1242; n placebo: 1259 < 0,00001 DM: -0,62 (IC 95%: -0,80, - 0,45); I2: 0% (p:0,56); 4 ECR; n MIRA: 1704; n placebo: 1709 < 0,00001 DM: -0,60 (IC 95%: -0,85, -0,36); I2: 0% (p:0,68); 3 ECR; n MIRA: 1274; n placebo: 1293 < 0,00001 NR NR
Revisões Sistemáticas com Meta-análises de comparações indiretas Revisões Sistemáticas com Meta-análises de comparações indiretas Revisões Sistemáticas com Meta-análises de comparações indiretas Revisões Sistemáticas com Meta-análises de comparações indiretas Revisões Sistemáticas com Meta-análises de comparações indiretas Revisões Sistemáticas com Meta-análises de comparações indiretas Revisões Sistemáticas com Meta-análises de comparações indiretas Revisões Sistemáticas com Meta-análises de comparações indiretas Revisões Sistemáticas com Meta-análises de comparações indiretas Revisões Sistemáticas com Meta-análises de comparações indiretas
Drake et al, 2017(95) MIRA 50 mg vs, Placebo♦ DM: -0,58 (IC 95%: -0,73, -0,42), favorece MIRA <0,05 DM: -0,65 (IC 95%: -0,78, -0,52), favorece MIRA <0,05 DM: -0,75 (IC 95%: -1,00, -0,51), favorece MIRA <0,05 NR NR
Drake et al, 2017(95) MIRA 25 mg vs, Placebo♦ DM: -0,53 (IC 95%: -0,69, -0,32), favorece MIRA <0,05 DM: -0,57 (IC 95%: -0,73, -0,37), favorece MIRA <0,05 DM: -0,58 (IC 95%: -0,86, -0,28), favorece MIRA <0,05 NR NR
Drake et al, 2017(95) MIRA 50 mg vs, BOTOX DM: 0,97 (IC 95%: 0,47, 1,49), Favorece BOTOX <0,05 DM: 0,72 (IC 95%: 0,36, 1,08), Favorece BOTOX <0,05 DM: 1,26 (IC 95%: 0,67, 1,84), Favorece BOTOX <0,05 NR NR
Drake et al, 2017(95) MIRA 25 mg vs, BOTOX DM: 1,03 (IC 95%: 0,51, 1,56), favorece BOTOX <0,05 DM: 0,81 (IC 95%: 0,43, 1,18), Favorece BOTOX <0,05 DM: 1,44 (IC 95%: 0,83, 2,04), Favorece BOTOX <0,05 NR NR
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Autor, ano Grupos EIU em 24 h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p Número médio de micções em 24 h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p Episódios de urgência em 24h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p Episódios de IUU em 24h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p
Obloza et al, 2017(79) MIRA 50 mg vs, FESO 4 mg * DM: 0,168 (IC 95%: -0,33, 0,69) 0,7 DM: 0,017 (IC 95%: -0,51, 0,54) 0,96 DM: 0,33 (IC 95%: -0,27, 0,94) 0,52 NR NR
Obloza et al, 2017(79) MIRA 50 mg vs, FESO 8 mg * DM: 0,443 (IC 95%: -0,26, 1,15) 0,34 DM: 0,347 (IC 95%: -0,22, 0,92) 0,45 DM: 0,64 (IC 95%: 0,04, 1,23) 0,1 NR NR
Obloza et al, 2017(79) MIRA 50 mg vs, Propiverina * DM: 0,098 (IC 95%: -0,25, 0,45) 0,73 DM: -0,029 (IC 95%: -0,5, 0,43) 0,91 DM: 0,24 (IC 95%: -0,34, 0,83) 0,51 NR NR
Obloza et al, 2017(79) MIRA 50 mg vs, TOL 4 mg * DM: -0,051 (IC 95%: -0,35, 0,24) 0,85 DM: 0,102 (IC 95%: -0,37, 0,57) 0,9 DM: -0,21 (IC 95%: -0,58, 0,16) 0,45 NR NR
Obloza et al, 2017(79) MIRA50 mg vs, SOLI 5 mg * DM: 0,246 (IC 95%: -0,26, 0,75) 0,13 DM: 0,435 (IC 95%: 0,21, 0,65), favorece a SOLI 0,0001 DM: 0,69 (IC 95%: 0,94, 0,44), favorece a solifenacina 0,02 NR NR
Obloza et al, 2017(79) MIRA50 mg vs, SOLI 10 mg * DM: 0,48 (IC 95%: 0,26, 0,7), favorece a SOLI 0,04 DM: 0,802 (IC 95%: 0,58, 1,02), favorece a SOLI 0,00003 DM: 0,99 (IC 95%: 0,74, 1,24), favorece a SOLI 0,00007 NR NR
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Autor, ano Grupos EIU em 24 h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p Número médio de micções em 24 h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p Episódios de urgência em 24h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p Episódios de IUU em 24h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p
MIRA50 mg vs, Trospium* DM: 0,263 (IC 95%: -0,06, 0,58) 0,18 DM: 0,138 (IC 95%: -0,07, 0,34) 0,9 DM: -0,46 (IC 95%: -0,7, -0,21), favorece MIRA 0,003 NR NR
MIRA50 mg vs, Oxibutinina * DM: 0,109 (IC 95%: -0,01, 0,38) 0,7 DM: 0,099 (IC 95%: -0,28, 0,42) 0,7 NR NR NR NR
MIRA50 mg vs, BOTOX* Pacientes previamentes tratados DM: 0,95 (IC 95%: 0,39, 1,52) NS Pacientes previamentes tratados DM: 0,73 (IC 95%: 0,37, 1,09) NS NR NR NR NR
Freemantle et al, 2016(97) BOTOX vs, Placebo DMnão ajustado: -1,85 (IC 95%: - 2,25, -1,45); I2: 0%; 2 ECR; n MIRA: 557; n placebo: 548 DMajustado▲: - 1,35 (IC 95%: - 1,79, -0,90 <0,05 <0,05 DMnão ajustado: -1,47 (IC 95%: - 1,86, -1,10); I2: 47,7%; 2 ECR; n MIRA: 557; n placebo: 548 <0,05 DMnão ajustado: - 2,06 (IC 95%: - 2,59, -1,55); I2: 4,6%; 3 ECR; n MIRA: 579; n placebo: 577 DMajustado▲:- 1,93 (IC 95%: - 2,48, -1,38) <0,05 NR NR
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Autor, ano Grupos EIU em 24 h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p Número médio de micções em 24 h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p Episódios de urgência em 24h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p Episódios de IUU em 24h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p
MIRA 50 mg vs, Placebo DMnão ajustado: -0,44 (IC 95%: - 0,59, -0,28); I2: 0%; 6 ECR; n MIRA: 1495; n placebo: 1504 DMajustado▲: - 0,65 (IC 95%: - 0,89, -0,41) <0,05 <0,05 DMnão ajustado: -0,66 (IC 95%: - 0,82, -0,48); I2: 0%; 6 ECR; n MIRA: 2080; n placebo: 2085 <0,05 DMnão ajustado: - 0,58 (IC 95%: - 0,80, -0,36); I2: 0%; 3 ECR; n MIRA: 785; n placebo: DMajustado▲: - 0,61 (IC 95%: - 0,92, -0,29) <0,05 <0,05 NR NR
MIRA 25 mg vs, Placebo DMnão ajustado: -0,53 (IC 95%: - 0,78, -0,29); I2: 0%; 3 ECR; n MIRA: 487; n placebo: 508 DMajustado▲: - 0,73 (IC 95%: - 1,07, -0,41) <0,05 <0,05 DMnão ajustado: -0,58 (IC 95%: - 0,82, -0,33); I2: 0%; 3 ECR; n MIRA: 786; n placebo: 792 <0,05 DMnão ajustado: - 0,43(IC 95%: - 0,74, -0,11); I2: 0%; 6 ECR; n MIRA: 2075; n placebo: 2084 791 DMajustado▲: - 0,44 (IC 95%: - 0,81, -0,10) <0,05 <0,05 NR NR
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Autor, ano Grupos EIU em 24 h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p Número médio de micções em 24 h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p Episódios de urgência em 24h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p Episódios de IUU em 24h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p
BOTOX vs, MIRA 50 mg DMnão ajustado: - 1,41 (IC 95%: - 1,84, -0,98); I2: NA; 8 ECR; n total: 4591 DMajustado▲: - 0,70 (IC 95%: - 1,23, -0,16); 6 ECR; n total: 3517, favorece Botox <0,05 <0,05 DMnão ajustado: - 0,81 (IC 95%: - 1,24, -0,40); I2: NA; 8 ECR; n total: 6056, favorece Botox <0,05 DMnão ajustado: - 1,48 (IC 95%: - 2,06, -0,92); I2: NA; 9 ECR; n total:6100 DMajustado▲: - 1,32 (IC 95%: - 2,00, -0,67); I2: NA; 7 ECR; n total:4390, favorece Botox <0,05 <0,05 NR NR
BOTOX vs, MIRA 25 mg DMnão ajustado - 1,32 (IC 95%: - 1,79, -0,84); I2: NA; 8 ECR; n total: 4591 DMajustado▲: - 0,62 (IC 95%: - 1,20, -0,02); 6 ECR; n total: 3517, favorece Botox <0,05 <0,05 DMnão ajustado: - 0,89 (IC 95%: - 1,35, -0,45); I2: NA; 8 ECR; n total: 6056, favorece Botox <0,05 DMnão ajustado: - 1,63 (IC 95%: - 2,23, -1,03); I2: NA; 9 ECR; n total:6100 DMajustado▲: - 1,49 (IC 95%: - 2,16, -0,80); I2: NA; 7 ECR; n total:4390, favorece Botox <0,05 <0,05 NR NR
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Autor, ano Grupos EIU em 24 h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p Número médio de micções em 24 h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p Episódios de urgência em 24h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p Episódios de IUU em 24h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p
MIRA 25 mg vs, MIRA 50mg DMnão ajustado - 0,09 (IC 95%: - 0,33, 0,15); I2: NA; NR ECR; n total: NR DMajustado▲: - 0,08 (IC 95%: - 0,40, 0,23) NS NS DMnão ajustado: 0,08 (IC 95%: - 0,17, 0,33); I2: NA; NR ECR; n total: NR NS DMnão ajustado 0,15 (IC 95%: - 0,17, 0,47); I2: NA; NR ECR; n total: NR DMajustado▲: 0,16(IC 95%: -0,19, 0,51) NS NS NR NR
TOL 4 mg vs, MIRA 50 mg DM: 0,088 (IC 95%: -0,057,0,234) >0,05 DM: 0,157 (IC 95%: -0,001, 0,315) PUI§ DM: 0,216 (IC 95%: -0,025, 0,456) >0,05 NR NR NR NR
al, 2014(96) DARI 15 mg vs, MIRA 50 mg DM: 0,132 (IC 95%: -0,270,0,536) >0,05 DM: 0,067(IC 95%: -0,260,0,393) PUI§ DM: 0,149 (IC 95%: -0,215, 0,518) >0,05 NR NR NR NR
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Autor, ano Grupos EIU em 24 h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p Número médio de micções em 24 h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p Episódios de urgência em 24h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p Episódios de IUU em 24h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p
DARI 7,5 mg vs, MIRA 50 mg DM: 0,294 (IC 95%: -0,200,0,786) >0,05 DM: 0,068 (IC 95%: -0,411, 0,546) PUI§ DM: 0,151 (IC 95%: -0,358, 0,661) >0,05 NR NR NR NR
Fesoteredina 4 mg vs, MIRA 50 mg DM: 0,104 (IC 95%: -0,384,0,590) >0,05 DM: 0,137 (IC 95%: -0,163,0,437) PUI§ DM: 0,356 (IC 95%: -0,135, 0,847) >0,05 NR NR NR NR
Fesoteredina 8 mg vs, MIRA 50 mg DM: 0,223 (IC 95%: -0,277,0,726) >0,05 DM: -0,049 (IC 95%: -0,250, 0,152) PUI§ DM: 0,061 (IC 95%: -0,212, 0,334) >0,05 NR NR NR NR
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Autor, ano Grupos EIU em 24 h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p Número médio de micções em 24 h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p Episódios de urgência em 24h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p Episódios de IUU em 24h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p
Oxibutinina 10 mg vs, MIRA 50 mg DM: 0,143 (IC 95%: -0,396,0,684) >0,05 DM: 0,138 (IC 95%: -0,528, 0,807) PUI§ DM: -0,569 (IC 95%: -1,509, 0,369) >0,05 NR NR NR NR
Placebo vs, MIRA 50 mg DM: 0,493 (IC 95%: -0,368, - 0,619) <0,05 DM: 0,696 (IC 95%: 0,553, 0,838) PUI§ DM: 0,778 (IC 95%: 0,555, 1,001) >0,05 NR NR NR NR
SOLI 10 mg vs, MIRA 50 mg DM: -0,237 (IC 95%: -0,486,0,011) >0,05 DM: -0,584 (IC 95%: -0,837, - 0,332) PUI§ DM: -0,722 (IC 95%: -1,322, - 0,125) Favorece a SOLI <0,05 NR NR NR NR
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Autor, ano Grupos EIU em 24 h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p Número médio de micções em 24 h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p Episódios de urgência em 24h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p Episódios de IUU em 24h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p
SOLI 5 mg vs, MIRA 50 mg DM: -0,234 (IC 95%: -0,479,0,011) >0,05 DM: -0,240 (IC 95%: -0,495,0,014) PUI§ NR >0,05 NR NR NR NR
Trospium 60 mg vs, MIRA 50 mg DM: NR NR DM: -0,126 (IC 95%: -0,579,0,328) PUI§ DM: -0,042 (IC 95%: -0,527, 0,443) >0,05 NR NR NR NR
Salvi et al, 2017; Sebastianelli et al, 2017 (80, 91) (resumo) MIRA 50mg vs, TOL 4 mg DM: -0,09 (IC 95%: -0,35, 0,17); I2: 70% (p:0,009); 5 ECR; n MIRA: 2213; n placebo: 2137 0,49 DM: -0,11 (IC 95%: -0,26, 0,03); I2: 44% (p:0,13); 5 ECR; n MIRA: 2213; n placebo: 2137 0,12 NR NR NR NR
Salvi et al, 2017; Sebastianelli et al, 2017 (80, 91) (resumo) MIRA 100 mg vs, TOL 4 mg DM: -0,07 (IC 95%: -0,26, 0,12); I2: 46% (p:0,12); 3 ECR; n MIRA: 1484; n placebo: 1392 0,48 DM: -0,08 (IC 95%: -0,27, 0,11); I2: 0% (p:0,74); 3 ECR; n MIRA: 1484; n placebo: 1392 0,39 NR NR NR NR
Página 86
Autor, ano Grupos EIU em 24 h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p Número médio de micções em 24 h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p Episódios de urgência em 24h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p Episódios de IUU em 24h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p
MIRA 50mg vs, MIRA 100 mg DM: 0,15 (IC 95%: -0,02, 0,31); I2: 36% (p:0,21); 5 ECR; n MIRA: 1984; n placebo: 1992 0,08 DM: 0,03 (IC 95%: -0,13, 0,19); I2: 0% (p:0,60); 5 ECR; n MIRA: 1984; n placebo: 1992 0,70 NR NR NR NR
Ensaios Clínicos Randomizados Ensaios Clínicos Randomizados Ensaios Clínicos Randomizados Ensaios Clínicos Randomizados Ensaios Clínicos Randomizados Ensaios Clínicos Randomizados Ensaios Clínicos Randomizados Ensaios Clínicos Randomizados Ensaios Clínicos Randomizados Ensaios Clínicos Randomizados
Chapple et al, 2015(92) (Análise exploratória de 3 ECR) MIRA 50mg vs, Placebo PIU§ Basal, média (EP): MIRA: 2,71 (0,09) Placebo: 2,73 (0,09) ∆ (MIRA) - (Placebo): -0,40 (IC 95%: -0,58, -0,21) PIU≥ 2 Basal, média (EP): MIRA: 4,36 (0,13) Placebo: 4,37 (0,13) ∆ (MIRA) - <0,001 PIU§ Basal, média (EP): MIRA: 11,66 (0,11) Placebo: 11,59 (0,11) ∆ (MIRA) - (Placebo): -0,68 (IC 95%: -0,92, -0,45) PIU≥ 2 Basal, média (EP): MIRA: 12,03 (0,16) Placebo:11,94 (0,16) <0,001 PIU§ Basal, média (EP): MIRA: 6,38 (0,13) Placebo: 6,33 (0,12) ∆ (MIRA) - (Placebo): -0,85 (IC 95%: -1,16, -0,55) PIU≥ 2 Basal, média (EP): MIRA: 7,64 (0,18) Placebo: 7,44 (0,17) ∆ (MIRA) - (Placebo): <0,001 NR NR
Página 87
Autor, ano Grupos EIU em 24 h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p Número médio de micções em 24 h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p Episódios de urgência em 24h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p Episódios de IUU em 24h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p
-0,58 (IC 95%: -0,91, -0,24) PIU≥ 4 Basal, média (EP): MIRA: 6,54 (0,20) Placebo: 6,78 (0,20) ∆ (MIRA) - (Placebo): -0,85 (IC 95%: -1,52, -0,18) <0,001 ∆ (MIRA) - (Placebo): -0,76 (IC 95%: -1,10, -0,42) PIU≥ 4 Basal, média (EP): MIRA: 12,66 (0,26) Placebo: 12,64 (0,28) ∆ (MIRA) - (Placebo): -0,74 (IC 95%: -1,30, -0,18) <0,001 -1,18 (IC 95%: -1,63, -0,72) PIU≥ 4 Basal, média (EP): MIRA: 8,83 (0,30) Placebo: 8,96 (0,28) ∆ (MIRA) - (Placebo): -1,53 (IC 95%: -2,29, -0,77) <0,001
Yamaguchi et al, 2015(98) MIRA 25 mg Basal, média (DP): 2,20 (2,499) DM(DP): -1,29 (1,938) <0,001 vs, placebo Basal, média (DP): 11,17 (2,526) DM(DP): -1,94 (2,158) <0,001 vs, placebo Basal, média (DP): 4,68 (3,209) DM(DP): -2,15 (2,731) NS Basal, média (DP): 1,97 (2,378) DM(DP): -1,14 (1,809) 0,006 vs, Placebo
Yamaguchi et al, 2015(98) MIRA 50mg Basal, média (DP): 2,00 (2,228) DM(DP): -1,20 (1,455) <0,001 vs, Placebo Basal, média (DP): 11,47 (2,835) DM(DP): -2,12 (2,383) <0,001 vs, Placebo Basal, média (DP): 4,84 (3,255) DM(DP): -2,24 (3,120) NS Episódios de IUU Basal, média (DP): 1,82 0,008 vs, Placebo
Página 88
Autor, ano Grupos EIU em 24 h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p Número médio de micções em 24 h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p Episódios de urgência em 24h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p Episódios de IUU em 24h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p
(2,098) DM(DP): -1,09 (1,345)
MIRA 100 mg Basal, média (DP): 1,86 (1,666) DM(DP): -1,28 (1,355) <0,001 vs, placebo Basal, média (DP): 11,77 (2,606) DM(DP): -1,97 (1,970) <0,001 vs, placebo Basal, média (DP): 4,53 (3,093) DM(DP): -2,48 (2,605) 0,011 vs, Placebo Basal, média (DP): 1,77 (1,640) DM(DP): -1,24 (1,278) <0,001 vs, Placebo
Placebo Basal, média (DP): 1,68 (1,471) DM(DP): -0,64 (1,360) NA Basal, média (DP): 11,20 (2,761) DM(DP): -1,18 (2,155) NA Basal, média (DP): 4,57 (3,160) DM(DP): -1,83 (2,965) NA Basal, média (DP): 1,55 (1,376) DM(DP): -0,68 (1,358) NA
Kuo et al, 2015(88) MIRA 50mg Basal, média (DP): 2,54 (3,00) Fim do estudo: 1,16 (2,51) DM(DP): - 1,16 (2,51) NR Basal, média (DP): 11,6 (3,09) Fim do estudo: 9,46 (2,79) DM(DP): - 2,12 (2,91) NR Basal, média (DP): 5,53 (3,98) Fim do estudo: 3,56 (3,78) DM(DP): - 1,97 (3,49) NR Basal, média (DP): 2,16 (2,42) Fim do estudo:0,43 (1,09) DM(DP): -1,73 (2,71) NR
TOL 4mg Basal, média (DP): 1,58 (1,95) Fim do estudo: NR Basal, média (DP): 12,3 (3,27) Fim do estudo: NR Basal, média (DP): 5,93 (4,87) Fim do estudo: 3,97 NR Basal, média (DP): 1,61 (2,10) NR
Página 89
Autor, ano Grupos EIU em 24 h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p Número médio de micções em 24 h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p Episódios de urgência em 24h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p Episódios de IUU em 24h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p
0,78 (1,25) DM(DP): -0,79 (2,02) 11,4 (3,79) DM(DP): -0,98 (3,18) (4,53) DM(DP): -1,96 (4,33) Fim do estudo: 0,63 (1,07) DM(DP): -0,63 (1,07)
Placebo Basal, média (DP): 2,61 (2,18) Fim do estudo: 2,03 (3,24) DM(DP): - 0,58 (2,51) NR Basal, média (DP): 13,2 (5,29) Fim do estudo: 11,9 (4,70) DM(DP): -1,28 (3,49) NR Basal, média (DP): 5,49 (4,30) Fim do estudo: 4,00 (4,37) DM(DP): -1,49 (4,84) NR Basal, média (DP): 2,67 (2,36) Fim do estudo: 1,65 (2,86) DM(DP): - 1,02 (2,68) NR
MIRA 50mg vs, Placebo ∆ (MIRA) - (Placebo): -0,84 0,112 ∆ (MIRA) - (Placebo): -1,42 0,004 ∆ (MIRA) - (Placebo): - 0,46 0,446 ∆ (MIRA) - (Placebo): -1,15 0,083
TOL 4 mg vs, Placebo ∆ (TOL) - (Placebo): -0,95 0,756 ∆ (TOL) - (Placebo): - 0,01 0,985 ∆ (TOL) - (Placebo): - 0,25 0,683 ∆ (TOL) - (Placebo): -0,86 0,592
Khullar et al, 2015; Khullar et al, 2013 (99, 100) MIRA 100 mg PIU§ Basal, média (EP): 2,89 (0,147) Fim do estudo: 1,37 (0,134) DMlinha de base e 12 semanas (IC NA£ NA£ NA£ NA£ NA£ NA£
Página 90
Autor, ano Grupos EIU em 24 h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p Número médio de micções em 24 h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p Episódios de urgência em 24h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p Episódios de IUU em 24h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p
SCORPIO £ 95%): -1,46 (-1,68, -1,23) DMlinha de base e 4 semanas (IC 95%): -1,03 (-1,27, -0,79) <0,05
MIRA 50 mg PIU§ Basal, média (EP): 2,83 (0,165) Fim do estudo: 1,22 (0,133) DMlinha de base e 12 semanas (IC 95%): - 1,57 ( - 1,79, -1,35) DMlinha de base 4 semanas (IC <0,05 NA£ NA£ NA£ NA£ NA£ NA£
e 95%): -1,04 ( - 1,27, -0,81) <0,05
TOL 4 mg PIU§ Basal, média (EP): 2,63 (0,148) Fim do estudo: 1,42 (0,145) <0,05 NA£ NA£ NA£ NA£ NA£ NA£
Página 91
Autor, ano Grupos EIU em 24 h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p Número médio de micções em 24 h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p Episódios de urgência em 24h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p Episódios de IUU em 24h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p
DMlinha de base e 12 semanas (IC 95%): -1,27(-1,49, -1,05) DMlinha de base e 4 semanas (IC 95%): -1,00 ( - 1,23, -0,77) <0,05
Placebo PIU§ Basal, média (EP): 2,67 (0,140) Fim do estudo: 1,54 (0,145) DMlinha de base e 12 semanas (IC 95%): -1,17 ( - 1,39, -0,95) DMlinha de base e 4 semanas (IC 95%): -0,65 ( - <0,05 NA£ NA£ NA£ NA£ NA£ NA£
0,88, -0,42) <0,05
MIRA 100 mg vs, Placebo PIU§ ∆ (MIRA 100) - (Placebo) linha de 0,010 NA£ NA£ NA£ NA£ NA£ NA£
Página 92
Autor, ano Grupos EIU em 24 h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p Número médio de micções em 24 h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p Episódios de urgência em 24h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p Episódios de IUU em 24h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p
base e 12 semanas: -0,29 (IC 95%: - 0,61, -0,03) ∆ (MIRA 100) - (Placebo) linha de base e 4 semanas: -0,38 (IC 95%: - 0,71, -0,05) 0,002
MIRA 50 mg vs, Placebo PIU§ ∆ (MIRA 50) - (Placebo) linha de base e 12 semanas: - 0,41 (IC 95%: - 0,72, -0,09) ∆ (MIRA 50) - (Placebo) linha de base e 4 semanas: 0,003 NA£ NA£ NA£ NA£ NA£ NA£
-0,39 (IC 95%: - 0,71, -0,06) 0,002
TOL 4 mg vs, Placebo PIU§ ∆ (TOL) - (Placebo) linha de 0,11 NA£ NA£ NA£ NA£ NA£ NA£
Página 93
Autor, ano Grupos EIU em 24 h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p Número médio de micções em 24 h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p Episódios de urgência em 24h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p Episódios de IUU em 24h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p
base e 12 semanas: - 0,10 (IC 95%: - 0,42, 0,21) ∆ (TOL) - (Placebo) linha de base e 4 semanas: -0,35 (IC 95%: - 0,68, -0,03) 0,019
Herschorn et al, 2013(101) MIRA 50 mg PIU§ Basal, média (EP):2,51 (0,15) DMlinha de base e 12 semanas (EP): -1,38 (0,12) DMlinha de base e 4 semanas (EP): -1,13 (0,12) NR NA£ NA£ NA£ NA£ PIU§ Basal, média (EP): 2,33 (0,14) DMlinha de base e 4 semanas (EP): - 1,33 (0,11) NR
Herschorn et al, 2013(101) MIRA 25 mg PIU§ Basal, média (EP): 2,65 (0,16) DMlinha de base e 12 semanas (EP): - 1,36 (0,12) NR NA£ NA£ NA£ NA£ PIU§ Basal, média (EP): 2,45 (0,14) DMlinha de base e 4 NR
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Autor, ano Grupos EIU em 24 h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p Número médio de micções em 24 h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p Episódios de urgência em 24h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p Episódios de IUU em 24h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p
DMlinha de base e 4 semanas (EP): - 0,96 (0,12) semanas (EP): -1,31 (0,11)
Placebo PIU§ Basal, média (EP): NR DM(EP): NR NR NA£ NA£ NA£ NA£ PIU§ Basal, média (EP): NR DM(EP): NR NR
MIRA 50 mg vs, Placebo PIU§ ∆ (MIRA 50) - (Placebo) linha de base e 12 semanas: - 0,42 (IC 95%: - 0,76, -0,08) ∆ (MIRA 50) - (Placebo) linha de base e 4 semanas: - 0,51 (IC 95%: - 0,85, -0,17) 0,001 <0,001 NA£ NA£ NA£ NA£ PIU§ ∆ (MIRA 50) - (Placebo) linha de base e 4 semanas: -0,39 (IC 95%: -0,69, -0,08) 0,002
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Autor, ano Grupos EIU em 24 h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p Número médio de micções em 24 h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p Episódios de urgência em 24h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p Episódios de IUU em 24h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p
MIRA 25 mg vs, Placebo PIU§ ∆ (MIRA 25) - (Placebo) linha de base e 12 semanas: - 0,40 (IC 95%: - 0,74, -0,06) ∆ (MIRA 25) - (Placebo) linha de base e 4 semanas: - 0,34 (IC 95%: - 0,68, -0,01) 0,005 NA£ NA£ NA£ NA£ PIU§ ∆ (MIRA 25) - (Placebo) linha de base e 4 semanas: -0,36 (IC 95%: -0,67, -0,05) 0,004

MIRA: mirabegrona; TOL: tolterodina; SOLI: solifenacina; ECR: ensaio clínico randomizado; BH: bexiga hiperativa; IU: incontinência urinária; IUU: incontinência urinária de urgência; PTA: população total analisada; PIU: população com incontinência urinária, PIUU: população com incontinência urinária de urgência;EIU: episódios de incontinência urinária; * o tempo de seguimento não foi reportado;▲ajustado pela gravidade de EIU na linha de base; NA£ somente foram coletados desfechos que não foram inclusos nas revisões sistemáticas; PIU§ população com incontinência: participantes que apresentaram mais de 1 EIU na linha de base;EPPCB: Escores da Percepção do paciente da condição da bexiga; KHQ: King's Health Questionnaire, mede qualidade de vida; NA: não se aplica; NR: não reportado; DM: diferença de médias; ∆: diferença; DP: desvio padrão; EP: erro padrão; IC 95%: intervalo de confiança de 95%; I2: métrica para medir a heterogeneidade estatística dos estudos,

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Tabela 12 - Desfechos de eficácia secundários ou relatados pelos pacientes dos estudos que compararam Mirabegrona versus Placebo ou Tolterodina.

Autor, ano Grupos Probabilidades de redução dos desfechos miccionais entre a linha de base e 12 semanas Valor p Desfechos secundários miccionais Valor p Desfechos reportados pelos pacientes Valor p
Revisões Sistemáticas com Meta-análises de comparações diretas Revisões Sistemáticas com Meta-análises de comparações diretas Revisões Sistemáticas com Meta-análises de comparações diretas Revisões Sistemáticas com Meta-análises de comparações diretas Revisões Sistemáticas com Meta-análises de comparações diretas Revisões Sistemáticas com Meta-análises de comparações diretas Revisões Sistemáticas com Meta-análises de comparações diretas
MIRA total vs, Placebo NR NR NR NR OAB-q DM: -4,49 (IC 95%: -6,27, -2,71); I2: 84% (p< 0,00001); 4 ECR; n MIRA: 3140; n placebo:3208 < 0,00001
MIRA 25mg vs, Placebo NR NR NR NR OAB-q DM: -1,10 (IC 95%: -2,29, 0,08); I2: 0% (p:0,63); 2 ECR; n MIRA: 573; n placebo: 595 0,07
Wuet al, 2014(89) MIRA 50 mg vs, Placebo NR NR NR NR OAB-q DM: -4,64 (IC 95%: -6,05, -3,22); I2: 34% (p:0,21); 4 ECR; n MIRA: 1498; n placebo:1523 < 0,00001
MIRA 100 mg vs, Placebo NR NR NR NR OAB-q DM: -6,43 (IC 95%: -9,70, -3,15); I2: 83% (p:0,003); 2 ECR; n MIRA: 1069; n placebo:1090 0,0001
MIRA total vs, TOL 4mg NR NR NR NR OAB-q DM: -1,09 (IC 95%: -2,51, 0,33); I2: 75% (p:0,001); 3 ECR; n MIRA: 2857; n TOL: 2688 0,13
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Autor, ano Grupos Probabilidades de redução dos desfechos miccionais entre a linha de base e 12 semanas Valor p Desfechos secundários miccionais Valor p Desfechos reportados pelos pacientes Valor p
MIRA 50 mg vs, TOL 4 mg NR NR NR NR OAB-q DM: -0,82 (IC 95%: -3,47, 1,83); I2: 84% (p: 0,002); 3 ECR; n MIRA: 1419; n TOL:1344 0,54
MIRA 100 mg vs, TOL 4 mg NR NR NR NR OAB-q DM: -1,34 (IC 95%: -2,82, 0,13); I2: 43% (p: 0,17); 3 ECR; n MIRA: 1438; n TOL:1344 0,07
Cui et al, 2013(90) MIRA 50 mg vs, Placebo * NR NR Volume médio de esvaziamento por micção DM:12,99 (IC 95%: 9,85, 16,12); I2: 0% (p:0,64); 3 ECR; n MIRA: 1276; n placebo: 1294 Episódios de noctúria 24h DM: -0,12 (IC 95%: < 0,0000 1 0,03 OAB-q DM: -5,34 (IC 95%: -7,11, -3,57); I2: 0% (p:0,41); 2 ECR; n MIRA: 889; n placebo:908 TS-VAS DM:0,74 (IC 95%: 0,45, 1,05); I2: 0% (p:0,54); 2 ECR; n MIRA: 838; n placebo: 861 Percepção dp paciente da condição < 0,00001 < 0,00001
placebo: 866 Revisões Sistemáticas com Meta-análises de comparações indiretas placebo: 866 Revisões Sistemáticas com Meta-análises de comparações indiretas placebo: 866 Revisões Sistemáticas com Meta-análises de comparações indiretas placebo: 866 Revisões Sistemáticas com Meta-análises de comparações indiretas placebo: 866 Revisões Sistemáticas com Meta-análises de comparações indiretas placebo: 866 Revisões Sistemáticas com Meta-análises de comparações indiretas placebo: 866 Revisões Sistemáticas com Meta-análises de comparações indiretas placebo: 866 Revisões Sistemáticas com Meta-análises de comparações indiretas
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Autor, ano Grupos Probabilidades de redução dos desfechos miccionais entre a linha de base e 12 semanas Valor p Desfechos secundários miccionais Valor p Desfechos reportados pelos pacientes Valor p
Drake et al, 2017(95) MIRA 50 mg vs, Placebo* Redução de 100% de EIU/dia entre a linha de base e 12 semanas OR: 1,43 (IC 95%: 1,21, 1,71) Redução de ≥ 50% de EIU/dia entre a linha de base e 12 semanas OR: 1,64 (IC 95%: 1,27, <0,05 NR NR NR NR
Drake et al, 2017(95) MIRA 25 mg vs, Placebo* 2,13) Redução de 100% de EIU/dia entre a linha de base e 12 semanas OR: 1,32 (IC 95%: 1,03, 1,61) Redução de ≥ 50% de EIU/dia entre a linha de base e 12 semanas OR: 1,54 (IC 95%: 1,13, 2,01) <0,05 NR NR NR NR
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Autor, ano Grupos Probabilidades de redução dos desfechos miccionais entre a linha de base e 12 semanas Valor p Desfechos secundários miccionais Valor p Desfechos reportados pelos pacientes Valor p
MIRA 50 mg vs, BOTOX * Redução de 100% de EIU/dia entre a linha de base e 12 semanas OR: 0,33 (IC 95%: 0,22, 0,49) Redução de ≥ 50% de EIU/dia entre a linha de base e 12 semanas OR: 0,48 (IC 95%: 0,32, 0,72) <0,05 NR NR NR NR
MIRA 25 mg vs, BOTOX * Redução de 100% de EIU/dia entre a linha de base e 12 semanas OR: 0,30 (IC 95%: 0,20, 0,46) Redução de ≥ 50% de EIU/dia entre a linha de base e 12 semanas OR: 0,45 (IC 95%: 0,29, 0,67) <0,05 <0,05 NR NR NR NR
Obloza et al, 2017(79) MIRA 50 mg vs, FESO 4 mg NR NR Volume por micção DM: 4,25 (IC 95%: -5,71, 14,22) 0,9 NR NR
Página 100
Autor, ano Grupos Probabilidades de redução dos desfechos miccionais entre a linha de base e 12 semanas Valor p Desfechos secundários miccionais Valor p Desfechos reportados pelos pacientes Valor p
MIRA 50 mg vs, FESO 8 mg NR NR Volume por micção DM: -11,94 (IC 95%: - 21,93, -1,95), favorece MIRA 0,02 NR NR
MIRA 50 mg vs, Propiveri na NR NR Volume por micção DM: -8,4 (IC 95%: -18,75, 1,95), 0,3 NR NR
MIRA 50 mg vs, TOL 4 mg NR NR Volume por micção DM: -2,34 (IC 95%: -6,39, 1,69) 0,25 NR NR
MIRA vs, SOLI 5 mg NR NR Volume por micção DM: -11,21 (IC 95%: - 17,57, -4,85), favorece MIRA 0,0005 NR NR
MIRA vs, SOLI 10 mg NR NR Volume por micção DM: -18,94 (IC 95%: - 25,41, -12,48), favorece MIRA 0,0005 NR NR
MIRA vs, Trospium NR NR Volume por micção DM: 0,73 (IC 95%: -3,59, 4,92) 0,98 NR NR
MIRA vs, Oxibutina NR NR NR NR NR NR
Página 101
Autor, ano Grupos Probabilidades de redução dos desfechos miccionais entre a linha de base e 12 semanas Valor p Desfechos secundários miccionais Valor p Desfechos reportados pelos pacientes Valor p
Freeman tle et al, 2016(97) BOTOX vs, Placebo Redução de A) 100% e B) 50% de EIU/dia A)OR: 4,45 (IC 95%: 2,79, 7,46); I2: 0%; 3 ECR; n MIRA: 577; n placebo: 576 B) OR: 3,43 (IC 95%: 1,94, 6,24); I2: 0%; 2 ECR; n MIRA: 557; n placebo: 548 Redução de 100% de <0,05 <0,05 Episódios de noctúria DMnão ajustado: -0,25 (IC 95%: -0,43, -0,07); I2: 0%; 3 ECR; n MIRA: 557; n placebo: 548 <0,05 NR NR
Freeman tle et al, 2016(97) MIRA 50 mg vs, Placebo 518 Redução de A) 100% e B) 50% de EIU/dia A) OR: 1,27 (IC 95%: 0,91, 1,80); I2: 0%; 3 ECR; n MIRA: 658; n placebo: 659 B) OR: 1,66 (IC 95%: 1,00, 2,74); I2: NA; 2 >0,05 >0,05 >0,05 Episódios de noctúria DMnão ajustado: -0,15 (IC 95%: -0,27, -0,03); I2: 0%; 4 ECR; n MIRA: 1123; n placebo: 1126 <0,05 NR NR
Página 102
Autor, ano Grupos Probabilidades de redução dos desfechos miccionais entre a linha de base e 12 semanas Valor p Desfechos secundários miccionais Valor p Desfechos reportados pelos pacientes Valor p
ECR; n MIRA: 550; n placebo: 553 Redução de 100% de episódios de urgência/dia OR: 0,95 (IC 95%: 0,33, 2,72); I2: NR; 1 ECR; n MIRA: 166; n placebo: 165
MIRA 25 mg vs, Placebo Redução de 100% de EIU/dia A) OR: 1,26 (IC 95%: 0,84, 1,86); I2: 0%; 3 ECR; n MIRA: 353; n placebo: 368 B) OR: 1,87 (IC 95%: 1,03, 3,47); I2: NA; 1 ECR; n MIRA: 254; n placebo: 262 Redução de 100% de episódios de urgência/dia OR: 1,08 (IC 95%: 0,38, 3,03); I2: NR; 1 ECR; n >0,05 <0,05 >0,05 Episódios de noctúria DMnão ajustado: -0,19 (IC 95%: -0,36, -0,02); I2: 0%; 2 ECR; n MIRA: 324; n placebo: 312 <0,05 NR NR
Página 103
Autor, ano Probabilidades de redução dos desfechos miccionais entre a linha de base e 12 semanas Valor p Desfechos secundários miccionais Valor p Desfechos reportados pelos pacientes Valor p
MIRA: 167; n placebo: 165 Redução de A) 100% B) 50% de EIU/dia a linha de base e semanas A)OR: 3,49 (IC 95%: 1,97, 6,55); I2: NA; ECR; n total: 2783 B) OR: 2,07 (IC 95%: 0,98, 4,49); I2: NA; ECR; n total: 2462 Favorece Botox Redução de 100% episódios de <0,05 >0,05 <0,05 >0,05 Episódios de noctúria DMnão ajustado: -0,10 (IC95% -0,32; 0,12) NS NR NR
Página 104
Autor, ano Grupos Probabilidades de redução dos desfechos miccionais entre a linha de base e 12 semanas Valor p Desfechos secundários miccionais Valor p Desfechos reportados pelos pacientes Valor p
BOTOX vs, MIRA 25 mg Redução de A) 100% e B) 50% de EIU/dia entre a linha de base e 12 semanas A)OR: 3,54 (IC 95%: 1,93, 6,81); I2: NA; 3 ECR; n total: 2783 B) OR: 1,83 (IC 95%: 0,80, 4,25); I2: NA; 4 ECR; n total: 2462 Favorece Botox Redução de 100% de episódios de urgência/dia OR: 6,16 (IC 95%: 1,43, 28,58); I2: NR; 3 ECR; n total: 1961 <0,05 >0,05 Episódios de noctúria DMnão ajustado: -0,06 (IC95% -0,31; 0,19) NS NR NR
MIRA 25 mg vs, MIRA 50mg Redução de A) 100% e B) 50% de EIU/dia A) OR: 0,99 (IC 95%: 0,67, 1,46); I2: NA; NR ECR; n total: NR B) OR: 1,13 (IC 95%: 0,62, 2,10); I2: NA; NR ECR; n total: NR NS NS >0,05 DMnão ajustado: -0,04 (IC95% -0,21; 0,13) NS NR NR
Página 105
Autor, ano Grupos Probabilidades de redução dos desfechos miccionais entre a linha de base e 12 semanas Valor p Desfechos secundários miccionais Valor p Desfechos reportados pelos pacientes Valor p
Redução de 100% de episódios de urgência/dia OR: 1,14 (IC 95%: 0,40, 3,23); I2: NA; NR ECR; n total: NR
Maman et al, 2014(96) TOL 4 mg vs, MIRA 50 mg Probabilidade do tratamento ser melhor do que o MIRA na população em geral 1) EIU; 2) Frequência de micções; 3) Episódio de IUU nas margens de superioridade (a) 0 b) 0,5 c) 1 episódio por dia) 1) a) 11,7%; b) 0,0%; c) 0,0% 2) a) 2,6%; b) 0,0%; c) 0,0% 3) a)18,2%; b) 0,0%; c) 0,0% NR NR NR NR NR
DARI 15 mg vs, MIRA 50 mg Probabilidade do tratamento ser melhor do que o MIRA na população em geral 1) EIU; 2) Frequência de NR NR NR NR NR
Página 106
Autor, ano Grupos Probabilidades de redução dos desfechos miccionais entre a linha de base e 12 semanas Valor p Desfechos secundários miccionais Valor p Desfechos reportados pelos pacientes Valor p
micções; 3) Episódio de IUU nas margens de superioridade (a) 0 b) 0,5 c) 1 episódio por dia) 1) a) 25,9%; b) 0,1%; c) 0,0% 2) a) 34,4%; b)0,0%; c) 0,0% 3) a) 44,7%; b) 2,3%; c) 0,0%
DARI 7,5 mg vs, MIRA 50 mg Probabilidade do tratamento ser melhor do que o MIRA na população em geral 1) EIU; 2) Frequência de micções; 3) Episódio de IUU nas margens de superioridade (a) 0 b) 0,5 c) 1 episódio por dia) 1) a) 25,9%; b) 0,1%; c) 0,0% 2) a) 39,2%; b) 1,0%; c) 0,0% 3)a) 44,7%; b) 2,3%; c) 0,0% NR NR NR NR NR
Página 107
Autor, ano Grupos Probabilidades de redução dos desfechos miccionais entre a linha de base e 12 semanas Valor p Desfechos secundários miccionais Valor p Desfechos reportados pelos pacientes Valor p
Fesotered ina 4 mg vs, MIRA 50 mg Probabilidade do tratamento ser melhor do que o MIRA na população em geral 1) EIU; 2) Frequência de micções; 3) Episódio de IUU nas margens de superioridade (a) 0 b) 0,5 c) 1 episódio por dia) 1) a) 25,9%; b) 0,1%; c) 0,0% 2) a) 18,5%; b) 0,0%; c) 0,0% 3)a) 57,2%; b) 0,6%; c) 0,0% NR NR NR NR NR
Fesotered ina 8 mg vs, MIRA 50 mg Probabilidade do tratamento ser melhor do que o MIRA na população em geral 1) EIU; 2) Frequência de micções; 3) Episódio de IUU nas margens de superioridade (a) 0 b) 0,5 c) 1 episódio por dia) 1) a) 25,9%; b) 0,1%; c) 0,0% NR NR NR NR NR
Página 108
Autor, ano Grupos Probabilidades de redução dos desfechos miccionais entre a linha de base e 12 semanas Valor p Desfechos secundários miccionais Valor p Desfechos reportados pelos pacientes Valor p
Oxibutini na 10 mg vs, MIRA 50 mg 2) a) 68,2%; b) 0,0%; c) 0,0% 3)a) 94,6%; b) 3,7%; c) 0,0% Probabilidade do tratamento ser melhor do que o MIRA população em geral EIU; 2) Frequência micções; 3) Episódio IUU nas margens superioridade (a) NR NR NR NR NR
Placebo vs, MIRA 50 mg Probabilidade do tratamento ser melhor do que o MIRA na população em geral 1) EIU; 2) Frequência de micções; 3) Episódio de IUU nas margens de NR NR NR NR NR
Página 109
Autor, ano Grupos Probabilidades de redução dos desfechos miccionais entre a linha de base e 12 semanas Valor p Desfechos secundários miccionais Valor p Desfechos reportados pelos pacientes Valor p
superioridade (a) 0 b) 0,5 c) 1 episódio por dia) 1) a) 25,9%; b) 0,1%; c) 0,0% 2) a) 34,2%; b) 3,0%; c) 0,0% 3 ) a) 0,0%; b) 0,0%; c) 0,0%
SOLI 10 mg vs, MIRA 50 mg Probabilidade do tratamento ser melhor do que o MIRA na população em geral 1) EIU; 2) Frequência de micções; 3) Episódio de IUU nas margens de superioridade (a) 0 b) 0,5 c) 1 episódio por dia) 1) a) 25,9%; b) 0,1%; c) 0,0% 2) a) 100,0%; b) 74,2%; c) 0,1% 3)a) 98,8%; b) 32,7%; c) 0,1% NR NR NR NR NR
SOLI 5 mg vs, Probabilidade do tratamento ser melhor do que o MIRA na NR NR NR NR NR
Página 110
Autor, ano Grupos Probabilidades de redução dos desfechos miccionais entre a linha de base e 12 semanas Valor p Desfechos secundários miccionais Valor p Desfechos reportados pelos pacientes Valor p
MIRA 50 mg população em geral 1) EIU; 2) Frequência de micções; 3) Episódio de IUU nas margens de superioridade (a) 0 b) 0,5 c) 1 episódio por dia) 1) a) 25,9%; b) 0,1%; c) 0,0% 2) a) 96,8%; b) 2,3%; c) 0,0% 3 ) a) 94,9%; b) 12,0%; c) 0,0%
Trospium 60 mg vs, MIRA 50 mg Probabilidade do tratamento ser melhor do que o MIRA na população em geral 1) EIU; 2) Frequência de micções; 3) Episódio de IUU nas margens de superioridade (a) 0 b) 0,5 c) 1 episódio por dia) 1) NR 2) a) 70,7%; b) 5,3%; c) 0,0% 3)a) 65,0%; b) 9,8%; c) 0,3% NR NR NR NR NR
Página 111
Autor, ano Grupos Probabilidades de redução dos desfechos miccionais entre a linha de base e 12 semanas Valor p Desfechos secundários miccionais Valor p Desfechos reportados pelos pacientes Valor p
Ensaios Clínicos Randomizados Ensaios Clínicos Randomizados Ensaios Clínicos Randomizados Ensaios Clínicos Randomizados Ensaios Clínicos Randomizados Ensaios Clínicos Randomizados Ensaios Clínicos Randomizados Ensaios Clínicos Randomizados
Salvi et al, 2017; Sebastian elli et al, 2017 (80, 91) NR NR NR NR NR NR NR
Chapple et al, 2015(92) MIRA 50mg vs, Placebo NR NR Volume urinado/micção (ml) PIU§ Basal, média (EP): MIRA: 158,4 (1,9) Placebo: 159,1 (1,9) ∆ (MIRA) - (Placebo): 13,3 (IC 95%:9,0, 17,7) PIU≥ 2 Basal, média (EP): MIRA: 153,2 (2,7) Placebo: 155,3 (2,7) ∆ (MIRA) - (Placebo): 13,6 (IC 95%: 7,6, 19,7) PIU≥ 4 Basal, média (EP): MIRA: 147,4 (4,1) <0,001 NR NR
Página 112
Autor, ano Grupos Probabilidades de redução dos desfechos miccionais entre a linha de base e 12 semanas Valor p Desfechos secundários miccionais Valor p Desfechos reportados pelos pacientes Valor p
Placebo: 151,8 (4,2) ∆ (MIRA) - (Placebo): 12,1 (IC 95%: 3,0, 21,3) <0,001
MIRA 25 mg NR NR Volume urinado/micção (ml) Basal, média (DP): 147,746 (50,4554) DM(DP): 23,783 (41,6669 Episódios de noctúria Basal, média (DP): 147,746 (50,4554) DM(DP): -0,39 (0,849) <0,001 vs, Placeb o KHQ- QV; (DM) Percepção Geral da Saúde: -3,3 Impacto da Incontinência: -16,3 Limitações de funções: -12,5 Limitações de físicas: -12,6 Limitações sociais: -7,8 Relações pessoais: -3,5 Emoções: -13,9 Dormir/Emergia: -11,4 Medidas de gravidade: -7,9 vs, placebo NT <0,025 NT <0,025 NT NT NT NT <0,025
Yamaguc hi et al, 2015(98) MIRA 50mg NR NR Volume urinado/micção (ml) Basal, média (DP): 151,570 (49,4637) DM(DP): 27,249 (39,5137) <0,001 vs, Placeb o KHQ-QV (DM) Percepção Geral da Saúde: 0,3 Impacto da Incontinência: -13,2 Limitações de funções: -11,3 Limitações de físicas: -10,8 Limitações sociais: -4,7 Relações pessoais: -2,6 Emoções: -10 Dormir/Emergia: -8,4 Medidas de gravidade: -8,5 vs, placebo NT <0,025 NR <0,025 NR NT NR NT
Página 113
Autor, ano Grupos Probabilidades de redução dos desfechos miccionais entre a linha de base e 12 semanas Valor p Desfechos secundários miccionais Valor p Desfechos reportados pelos pacientes Valor p
MIRA 100 mg NR NR Volume urinado/micção (ml) Basal, média (DP): 152,697 (46,5259)) DM(DP): 31,231 (39,4515) Episódios de noctúria Basal, média (DP): 147,746 (50,4554) DM(DP): -0,49 (0,907) <0,001 vs, Placeb o NS KHQ- QV; (DM) Percepção Geral da Saúde: -4,4 Impacto da Incontinência: -15,2 Limitações de funções: -12,6 Limitações de físicas: -10,6 Limitações sociais: -7,3 Relações pessoais: -3,2 Emoções: -13,7 Dormir/Emergia: -9,5 Medidas de gravidade: -10,3 vs, placebo NR <0,025 <0,025 <0,025 <0,025 NR <0,025 NR <0,025
Placebo NR NR Volume urinado/micção (ml) Basal, média (DP): 148,953 (42,9617) DM(DP): 11,184 (36,9308) Episódios de noctúria Basal, média (DP): 147,746 (50,4554) DM(DP): -0,24 (0,977) NA KHQ- QV; (DM) Percepção Geral da Saúde: -2,2 Impacto da Incontinência: -7,3 Limitações de funções: -6,7 Limitações de físicas: -5,7 Limitações sociais: -3,2 Relações pessoais: -0,8 Emoções: -7,4 Dormir/Emergia: -6,4 Medidas de gravidade: -4,7 NR
Página 114
Autor, ano Grupos Probabilidades de redução dos desfechos miccionais entre a linha de base e 12 semanas Valor p Desfechos secundários miccionais Valor p Desfechos reportados pelos pacientes Valor p
MIRA 50mg NR NR Volume por micção Basal, média (DP): 152 (54,3) Fim do estudo:173 (69,7) DM(DP): 22,17 (47,8) Episódios de noctúria Basal, média (DP): 2,32 (1,38) Fim do estudo: 1,82 (1,12) DM(DP): -0,50 (1,14) NR KHQ- QV; DM(DP) Percepção Geral da Saúde: - 6,85 (24,0) Impacto da Incontinência: - 7,31 (28,5) Limitações de funções: - 13,2 (35,5) Limitações de físicas: - 11,2 (32,3) Limitações sociais: -8,75 (29,6) Relações pessoais: -3,59 (28,7) Emoções: - 14,8 (31,6) Dormir/Emergia: - 14,2 (29,4) Medidas de gravidade: - 6,67 (16,3) NR
Kuo et al, 2015(88) Problemas na bexiga: - 6,89 (16,0) Kuo et al, 2015(88) Problemas na bexiga: - 6,89 (16,0) Kuo et al, 2015(88) Problemas na bexiga: - 6,89 (16,0) Kuo et al, 2015(88) Problemas na bexiga: - 6,89 (16,0) Kuo et al, 2015(88) Problemas na bexiga: - 6,89 (16,0) Kuo et al, 2015(88) Problemas na bexiga: - 6,89 (16,0) Kuo et al, 2015(88) Problemas na bexiga: - 6,89 (16,0) Kuo et al, 2015(88) Problemas na bexiga: - 6,89 (16,0)
TOL 4mg NR NR Volume por micção Basal, média (DP): 148 (60,7) Fim do estudo:161 (67,0) DM(DP): 13,30 (36,9) Episódios de noctúria Basal, média (DP): 2,35 (1,51) Fim do estudo:1,90 (1,30) DM(DP): -0,45 (1,25) NR KHQ- QV; DM(DP) Percepção Geral da Saúde: - 4,93 (25,2) Impacto da Incontinência: - 15,5 (29,2) Limitações de funções: -8,22 (25,6) Limitações de físicas: -7,98 (26,7) Limitações sociais: -4,54 (24,3) Relações pessoais: -5,56 (24,9) Emoções: -8,45 (23,9) Dormir/Emergia: -10,1 (25,6) Medidas de gravidade: -4,69 (16,1) Problemas na bexiga: -9,15 (14,8) NR
Página 115
Autor, ano Grupos Probabilidades de redução dos desfechos miccionais entre a linha de base e 12 semanas Valor p Desfechos secundários miccionais Valor p Desfechos reportados pelos pacientes Valor p
Placebo NR NR Volume por micção Basal, média (DP): 150 (63,4) Fim do estudo:156 (67,5) DM(DP): 5,54 (32,3) Episódios de noctúria Basal, média (DP): 2,66 (1,73) Fim do estudo: 2,12 (1,47) DM(DP): -0,55 (1,54) NR KHQ- QV; DM(DP) Percepção Geral da Saúde: 1,17 (22,5) Impacto da Incontinência: -13,5 (30,1) Limitações de funções: -11,2 (32,9) Limitações de físicas: - 5,47 (29,4) Limitações sociais: - 2,86 (27,3) Relações pessoais: 0,85 (25,9) Emoções: -6,08 (24,6) Dormir/Emergia: - 7,29 (25,5) Medidas de gravidade: -0,42 (16,2) Problemas na bexiga: -4,95 (15,8) NR
MIRA 50mg vs, Placebo NR NR Volume por micção ∆ (MIRA) - (Placebo): 16,70 (6,69) Episódios de noctúria ∆ (MIRA) - (Placebo): - 0,13 (0,18) 0,013 0,484 KHQ- QV; DM(DP) Percepção Geral da Saúde: - 6,18 (3,35) Impacto da Incontinência: 7,73 (4,60) Limitações de funções: - 0,20 (4,73) Limitações de físicas: - 2,60 (4,49) Limitações sociais: -4,70 (3,83) Relações pessoais: -3,49 (4,80) Emoções: - 6,04 (4,22) Dormir/Emergia: - 3,39 (3,83) Medidas de gravidade: - 4,66 (2,59) Problemas na bexiga: - 0,48 (2,42) 0,066 0,094 0,967 0,563 0,222 0,468 0,154 0,377 0,073 0,844
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Autor, ano Grupos Probabilidades de redução dos desfechos miccionais entre a linha de base e 12 semanas Valor p Desfechos secundários miccionais Valor p Desfechos reportados pelos pacientes Valor p
TOL 4 mg vs, Placebo NR NR Volume por micção ∆ (TOL) - (Placebo): 7,59 (6,69) Episódios de noctúria ∆ (TOL) - (Placebo): - 0,06 (0,18) 0,258 0,734 KHQ- QV; DM(DP) Percepção Geral da Saúde: - 2,34 (3,38) Impacto da Incontinência: 1,81 (4,66) Limitações de funções: 4,83 (4,81) Limitações de físicas: 1,26 (4,53) Limitações sociais: 0,63 (3,86) Relações pessoais: -3,00 (4,82) Emoções: 1,25 (4,26) Dormir/Emergia: 0,94 (3,86) Medidas de gravidade: - 2,09 (2,62) Problemas na bexiga: - 2,36 (2,44) 0,490 0,698 0,316 0,781 0,871 0,534 0,769 0,807 0,425
Khullar et al, 2015; Khullar et al, 2013 (99, 100) SCORPI O£ MIRA 100 mg vs, Placebo PIU§ Pacientes com redução de 50% no número de episódios de IU 24h OR: 1,45 (IC 95%: 1,02- 2,05) Pacientes com redução de 100% no número de episódios de IU 24h OR: 1,29 (IC 95%: 0,90- 1,84) 0,037 NA£ NA£ NA£ NA£
Página 117
Autor, ano Grupos Probabilidades de redução dos desfechos miccionais entre a linha de base e 12 semanas Valor p Desfechos secundários miccionais Valor p Desfechos reportados pelos pacientes Valor p
MIRA 50 mg vs, Placebo PIU§ Pacientes com redução de 50% no número de episódios de IU 24h OR: 1,75 (IC 95%: 1,23- 2,49) Pacientes com redução de 100% no número de episódios de IU 24h 0,002 NA£ NA£ NA£
OR: 1,23 (IC 95%: 0,86- 1,76) 0,26
TOL 4 mg vs, Placebo PIU§ Pacientes com redução de 50% no número de episódios de IU 24h OR: 1,44 (IC 95%: 1,02- 2,03) Pacientes com redução de 100% no número de 0,037 NA£ NA£ NA£
episódios de IU 24h OR: 1,35 (IC 95%: 0,95- 1,92) 0,097

MIRA: mirabegrona; TOL: tolterodina; SOLI: solifenacina; ECR: ensaio clínico randomizado; BH: bexiga hiperativa;IU: incontinência urinária; IUU: incontinência urinária de urgência;OAB-q: questionário de bexiga hiperativa, do inglês overactive bladder questionnaire; KHQ King's Health

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Questionnaire; QV: qualidade de vida; TS-VAS:escala visual analógica da satisfação do tratamento, do inglês treatment satisfaction-visual analog scale score; £NA foram coletados desfechos que não foram inclusos em revisões sistemáticas; PIU§: população com incontinência: participantes que apresentaram mais de 1 EIU na linha de base;NA: não se aplica; OR: Odds ratio ou razão de chances; DM: diferença de médias; ∆: diferença; DP: desvio padrão; EP: erro padrão; IC 95%: intervalo de confiança de 95%; I2: métrica para medir a heterogeneidade estatística dos estudos; NR: não reportado;NS: não significativo; NT: não testado,

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Tabela 13 - Desfechos de segurança das revisões sistemáticas com meta-análises de comparação direta do Mirabegrona versus Placebo ou Tolterodina.

Eventos Wuet al, 2014(89) Wuet al, 2014(89) Wuet al, 2014(89) Wuet al, 2014(89) Wuet al, 2014(89) Cui et al, 2013(90) Cui et al, 2013(90) Cui et al, 2013(90) Salvi et al, 2017; Sebastianelli et al, 2017 (80, 91) Salvi et al, 2017; Sebastianelli et al, 2017 (80, 91) Salvi et al, 2017; Sebastianelli et al, 2017 (80, 91) Salvi et al, 2017; Sebastianelli et al, 2017 (80, 91) Salvi et al, 2017; Sebastianelli et al, 2017 (80, 91) Salvi et al, 2017; Sebastianelli et al, 2017 (80, 91) Salvi et al, 2017; Sebastianelli et al, 2017 (80, 91) Salvi et al, 2017; Sebastianelli et al, 2017 (80, 91)
adversos MIR A Placeb o Val or p MIRA TOL 4 mg Val or p MIRA 50 mg Placeb o Val or p MIR A 50 mg Placeb o Val or p MIRA 100 Placeb o Val or p TOL 4 mg Val or p
EAET MIRA Total vs, Placebo : OR: 1,04 (IC 95%: 0,93, 1,15); I2: 0% (p: 0,48); 5 ECR; n MIRA: 3308; n placebo: 3331 MIRA vs, 25mg Placebo 0,51 0,37 MIRA Total vs, TOL: OR: 0,90 (IC 95%: 0,80, 1,00); I2: 21% (p: 0,27); 4 ECR; n MIRA: 3023; n placebo: 2848 MIRA 50mg vs, TOL : OR: 0,90 (IC 95%: 0,78, 1,05); I2: 30% (p: 0,24); 3 ECR; n MIRA: 1474; n 0,04 0,19 OR: 1,10 (IC 95%: 0,93, 1,31); I2: 0% (p: 0,66); 4 ECR; n MIRA: 1753; n placebo: 1758 0,25 OR: 0,94 (IC 95%: 0,83, 1,06); I2: 52% (p: 0,05); 7 ECR; n MIRA: 2353; n placebo: 2347 0,32 OR: 0,97 (IC 95%: 0,81, 1,16); I2: 43% (p: 0,16); 4 ECR; n MIRA: 1162; n placebo: 1178 0,75 OR: 1,38 (IC 95%: 1,17, 1,62); I2: 43% (p: 0,14); 4 ECR; n TOL: 1325; n placebo: 1396 <0, 000 1
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Eventos adversos Wuet al, 2014(89) Wuet al, 2014(89) Wuet al, 2014(89) Wuet al, 2014(89) Cui et Cui et Cui et Cui et Salvi et al, 2017; Sebastianelli et al, 2017 (80, 91) Salvi et al, 2017; Sebastianelli et al, 2017 (80, 91) Salvi et al, 2017; Sebastianelli et al, 2017 (80, 91) Salvi et al, 2017; Sebastianelli et al, 2017 (80, 91) Salvi et al, 2017; Sebastianelli et al, 2017 (80, 91) Salvi et al, 2017; Sebastianelli et al, 2017 (80, 91) Salvi et al, 2017; Sebastianelli et al, 2017 (80, 91) Salvi et al, 2017; Sebastianelli et al, 2017 (80, 91)
Eventos adversos Placeb o Val or p MIRA TOL Val or p MIRA 50 mg Placeb o Val or p MIR A 50 mg Placeb o Val or p 100 MIRA Placeb o Val or p TOL 4 mg Placeb o Val or p
vs, Placebo OR: 1,04 (IC 95%: 0,89, 1,21); I2: 6% (p: 0,36); 4 ECR; n MIRA: 1544; n placebo: 1548 MIRA 100 mg vs, Placebo OR: 0,99 (IC 95%: 0,83, 1,19); I2: 26% (p: 0,25); 4 ECR; n MIRA: 1162; n placebo: vs, Placebo OR: 1,04 (IC 95%: 0,89, 1,21); I2: 6% (p: 0,36); 4 ECR; n MIRA: 1544; n placebo: 1548 MIRA 100 mg vs, Placebo OR: 0,99 (IC 95%: 0,83, 1,19); I2: 26% (p: 0,25); 4 ECR; n MIRA: 1162; n placebo: 0,92 I2: 36% (p: 0,20); 4 ECR; n MIRA: 1549; n placebo: 1456
Hiperten são NR NR NR NR OR: 0,91 (IC 95%: 0,68, 1,21); I2: 0% (p: 0,59); 3 ECR; n MIRA: 0,52 OR: 95%: 1,02 (IC NR) 0,90 OR: 1,41 95%: NR) (IC 0,08 NR NR
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Wuet al, 2014(89) Wuet al, 2014(89) Wuet al, 2014(89) Wuet al, 2014(89) Wuet al, 2014(89) Cui et al, 2013(90) Salvi et al, 2017; Sebastianelli Cui et al, 2013(90) Salvi et al, 2017; Sebastianelli Cui et al, 2013(90) Salvi et al, 2017; Sebastianelli Cui et al, 2013(90) Salvi et al, 2017; Sebastianelli Cui et al, 2013(90) Salvi et al, 2017; Sebastianelli Cui et al, 2013(90) Salvi et al, 2017; Sebastianelli
Eventos adversos MIR A Placeb o Val or p MIRA TOL 4 mg Val or p MIRA 50 mg Placeb o Val or p MIR A 50 mg Placeb o Val or p MIRA 100 mg Placeb Val or p TOL 4 mg Placeb Val or p
1380; n placebo: 1385 1380; n placebo: 1385 1380; n placebo: 1385 1380; n placebo: 1385 1380; n placebo: 1385 1380; n placebo: 1385 1380; n placebo: 1385 1380; n placebo: 1385 1380; n placebo: 1385
EAET- Cardiova sculares NR NR NR NR Arritmias cardíacas OR: 1,67 (IC 95%: 0,95, 2,92); I2: 0% (p: 0,51); 3 ECR; n MIRA: 1379; n placebo: 1384 0,07 OR: 1,0 95%: (IC NR) 1 OR: 2,18 (IC 95%: NR) 0,06 NR NR
Retenção urinária NR NR NR NR OR: 0,25 (IC 95%: 0,05, 1,18); I2: 0% (p: 0,90); 3 ECR; n MIRA: 1379; n placebo: 1384 0,08 NR NR NR NR NR NR
Boca seca NR NR NR NR NR NR NR OR: 2,49 (IC 95%: NR) <0, 000 01 OR: 2,43 (IC 95%: NR) <0, 000 1 OR: 2,97 (IC 95%: NR) <0, 000 1
Constipa ção NR NR NR NR NR NR NR NR NR NR NR NR NR
Visão turva NR NR NR NR NR NR NR NR NR NR NR NR NR
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Wuet al, 2014(89) Wuet al, 2014(89) Wuet al, 2014(89) Wuet al, 2014(89) Wuet al, 2014(89) Cui et al, 2013(90) Cui et al, 2013(90) Cui et al, 2013(90) Cui et al, 2013(90) Salvi et al, 2017; Sebastianelli et al, 2017 (80, 91) Salvi et al, 2017; Sebastianelli et al, 2017 (80, 91) Salvi et al, 2017; Sebastianelli et al, 2017 (80, 91) Salvi et al, 2017; Sebastianelli et al, 2017 (80, 91) Salvi et al, 2017; Sebastianelli et al, 2017 (80, 91) Salvi et al, 2017; Sebastianelli et al, 2017 (80, 91)
Eventos adversos MIR A Placeb o Val or p MIRA TOL 4 mg Val or p MIRA 50 mg Placeb o Val or p MIR A 50 mg Placeb o Val or p MIRA 100 Placeb o Val or p TOL 4 mg Val or p
Desconti nuação devido a EA NR NR NR NR 95%: I2: 0,24); 4 MIRA: OR: 1,22 (IC 0,84, 1,76); 28% (p: ECR; n 1759; n placebo: 1765 0,29 OR: 95%: 0,97 (IC NR) 0,80 OR: 0,89 (IC 95%: NR) 0,63 OR: 1,42 (IC 95%: NR) 0,12

MIRA: mirabegrona; TOL: tolterodina; ECR: ensaio clínico randomizado;EAET: eventos adversos emergentes do tratamento; EATE relacionada com a medicamento: cuja relação com o medicamento de estudo não poderia ser descartada; OR: Odds ratio ou razão de chances; NR: não reportado; IC 95%: intervalo de confiança de 95%; I2: métrica para medir a heterogeneidade estatística dos estudos,

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Tabela 14 -Desfechos de segurança da revisão sistemática com meta-análise em rede que compararam Mirabegrona versus OnabotulinumtoxinA ou Antimuscarínicos.

Eventos Maman et al, 2014(96) Maman et al, 2014(96) Maman et al, 2014(96) Maman et al, 2014(96) Maman et al, 2014(96) Maman et al, 2014(96) Maman et al, 2014(96) Maman et al, 2014(96) Maman et al, 2014(96) Maman et al, 2014(96) Maman et al, 2014(96) Maman et al, 2014(96) Maman et al, 2014(96) Maman et al, 2014(96) Maman et al, 2014(96)
adversos TO L MI RA Val or p DA RI MI RA Val or p FES O MIR A Val or p MIRA Val or p Placeb o MIR A Val or p SO LI MIR A Val or p TR O Valo r p
Boca seca TOL 4 mg LP OR: 4,257 (IC 95%: 2,738,6,3 88) TOL 4 mg LI OR:7,290 (IC 95%: 4,365,11, 640) <0, 05 <0, DARI 15 mg OR: 8,378 (IC 95%: 4,296,14, 940) DARI 7,5 mg OR: 5,201 (IC 95%: 2,452,9,8 <0, 05 FESO 4mg OR: 4,572 (IC 95%: 2,698,7,350) FESO OR: (IC 95%: 6,132,15,440 ) 8mg 9,976 <0, 05 OXI LP a) 10 mg; b) 15 mg c) 5 mg OR: 7,049 (IC 95%: 3,888,11,960) OR: 8,159 (IC 95%: 2,828,18,710) OR: 4,223 (IC 95%: 1,520,9,511) OXI LI a) 10 mg; b) 15 mg c) 9 mg a) OR: 14,628 (IC 95%: 6,497,28,050) <0, 05 <0, 05 <0, 05 <0, 05 <0, OR: 1,344 (IC 95%: 0,863, 2,004) >0, 05 SOLI 10 mg OR: 10,297 (IC 95%: 6,008,16,6 40) SOLI 5 mg OR: 4,213 (IC 95%: 2,431,6,89 7) <0, 05 <0, 05 TRO 60 mg OR: 10,297 (IC 95%: 2,997,10, 790) TRO 30 mg OR: 4,848 (IC 95%: 1,655,11, 590) <0,0 5 <0,0
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Eventos Maman et al, 2014(96)
adversos TO L Val or p MI RA DA RI MI RA Val or p FES O MIR A Val or p OXI MIRA Val or p Placeb o MIR A Val or p SO LI TR O Valo r p
(IC 95%: 5,620,20,210)
Constipaç ão TOL 4 mg LP OR: 1,105 (IC 95%: 2,738,6,3 88) TOL 4 mg LI OR:1,020 (IC 95%: 0,587,1,6 <0, 05 >0, 05 DARI 15 mg OR: 3,151 (IC 95%: 1,671,5,4 80) DARI 7,5 mg OR: 1,720 (IC 95%: 0,801,3,2 <0, 05 >0, 05 FESO 4mg OR: 1,064 (IC 95%: 0,575,1,802) FESO 8mg OR: 1,914 (IC 95%: 1,135,3,032) >0, 05 <0, 05 mg; b) 15 mg c) 5 mg a) OR: 1,014 (IC 95%: 0,522,1,782) b) OR: 2,160 (IC 95%: 0,268,8,279) c) OR: 2,452 (IC 95%: 0,417,8,649) OXI LI a) 10 mg; b) 15 mg c) 9 mg a) OR: 2,452 (IC 95%: 0,417,8,649) b) OR: 1,549 (IC 05 >0, 05 >0, 05 >0, 05 >0, 05 OR: 0,732 (IC 95%: 0,484,1,066) >0, 05 SOLI mg OR: 4,237 (IC 95%: 2,471,6,86 0) SOLI 5 mg OR: 2,379 (IC 95%: 1,353, 3,911) TRO 60 mg OR: 1,694 (IC 95%: 0,881,2,9 76) TRO 30 mg OR: 7,603 (IC 95%: 2,076, 22,660) >0,0 5 <0,0 5
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Eventos Maman et al, 2014(96) Maman et al, 2014(96) Maman et al, 2014(96) Maman et al, 2014(96) Maman et al, 2014(96) Maman et al, 2014(96) Maman et al, 2014(96) Maman et al, 2014(96) Maman et al, 2014(96) Maman et al, 2014(96) Maman et al, 2014(96) Maman et al, 2014(96) Maman et al, 2014(96) Maman et al, 2014(96) Maman et al, 2014(96) Maman et al, 2014(96) Maman et al, 2014(96)
adversos TO L MI RA Val or p DA RI MI RA Val or p FES O MIR A Val or p OXI MIRA Val or p Placeb o Val or p SO LI MIR A Val or p TR O Valo r p
Visão turva TOL 4 mg LP OR: 1,439 (IC 95%: 0,556,3,1 03) TOL 4 mg LI OR:1,145 (IC 95%: 0,383,2,6 96) >0, 05 >0, 05 DARI 7,5 mg OR: 1,323 (IC 95%: 0,227,4,3 56) 05 >0, FESO 4mg OR: 0,797 (IC 95%: 0,041,3,719) FESO 8mg OR: 0,729 (IC 95%: 0,037,3,399) >0, 05 >0, 05 5 mg a) OR: 2,603 (IC 95%: 0,204,11,970) b) OR: 7,162 (IC 95%: 0,020,41,810) c) OR: 4,965 (IC 95%: 0,048,28,120) OXI LI a) 10 mg; b) 15 mg c) 9 mg a) NR b) OR: 2,466 (IC 95%: 0,072,14,020) c) OR: 0,415 (IC >0, 05 >0, 05 >0, 05 NR >0, 05 >0, 05 OR: 5,269 (IC 95%: 0,912,18,360) >0, 05 SOLI 10 mg OR: 0,791 (IC 95%: 0,303,1,71 2) SOLI 5 mg OR:1,935 (IC 95%: 0,667,4,47 8) >0, 05 >0, 05 TRO 60 mg OR: 0,750 (IC 95%: 0,235,1,8 18) TRO 30 mg OR: 2,418 (IC 95%: 0,145,11, 790) >0,0 5 >0,0 5
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MIRA: mirabegrona 50 mg, DARI: Darifenacina; FESO: fesoterodina,; TRO: Trospium; OXI: Oxibutinina; TOL: tolterodina; SOLI: solifenacina; ECR: ensaio clínico randomizado; OR: Odds ratio ou razão de chances; DM: diferença de médias; DP: desvio padrão; EP: erro padrão; IC 95%: intervalo de confiança de 95%; I2: métrica para medir a heterogeneidade estatística dos estudos; NA: não se aplica; NR: não reportado; NS: não significativo,

Tabela 15 - Desfechos de segurança dos ensaios clínicos randomizados que compararam Mirabegrona versus Placebo ou Tolterodina.

Eventos adversos n (%) Yamaguchi et al, 2015(98) Yamaguchi et al, 2015(98) Yamaguchi et al, 2015(98) Yamaguchi et al, 2015(98) Yamaguchi et al, 2015(98) Kuo et al, 2015(88) Kuo et al, 2015(88) Kuo et al, 2015(88) Kuo et al, 2015(88)
Eventos adversos n (%) MIRA 25 mg MIRA 50 mg MIRA 100 mg Placebo Valor p MIRA 50mg TOL 4mg Placebo Valor p
EAET 169 (80,5) 171 (82,2) 175 (84,1) 157 (74,1) Dose-resposta: 0,009; MIRA 50 vs, Placebo: 0,046; MIRA 100 vs, Placebo:0,012 36 (42,4) 40 (49,4) 33 (42,9) NS
EAET Sérios 3 (1,4) 1 (0,5) 1 (0,5) 4 (1,9) NR 0 5 (6,2) 1 (1,3)
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Eventos adversos n (%) Yamaguchi et al, 2015(98) Yamaguchi et al, 2015(98) Yamaguchi et al, 2015(98) Yamaguchi et al, 2015(98) Yamaguchi et al, 2015(98) Kuo et al, 2015(88) Kuo et al, 2015(88) Kuo et al, 2015(88) Kuo et al, 2015(88)
Eventos adversos n (%) MIRA 25 mg MIRA 50 mg MIRA 100 mg Placebo Valor p MIRA 50mg TOL 4mg Placebo Valor p
EAET relacionados aos medicamentos 49 (23,3) 51 (24,5) 54 (26,0) 40 (18,9) Dose-resposta: 0,084; NS vs, Placebo 20 (23,5) 24 (29,6) 19 (24,7) NR
EAET sérios relacionados aos medicamentos 1 0 1 1 NR 0 0 0 NR
Hipertensão 2 (1) 1 (0,5) 1 (0,5) 0 NR 2 (2,4) 1 (1,2) 0 NR
EAET- Cardiovasculares Taquicardia: 0 Palpitações: 1 (0,5) Taquicardia: 1 (0,5) Palpitações: 4 (1,9) Taquicardia:0 Palpitações: 1 (0,5) Taquicardia: 0 Palpitações: 1 (0,5) NR n:6 n:9 n:10 NR
Infecção do trato urinário NR NR NR NR NR NR NR NR NR
Retenção urinária NR NR NR NR NR 0 0 0 NR
Desordens gastrointestinais NR NR NR NR NR NR NR NR NR
Boca seca 2 (1,0) 3 (1,4) 2 (1,0) 1 (0,5) NR 6 (7,1%) 7 (8,6%) 3 (3,9) NR
Constipação 1 (0,5) 5 (2,4) 6 (2,9) 3 (1,4) NR NR NR NR NR
Visão turva 0 0 0 0 NR NR NR NR NR
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Eventos adversos n (%) Yamaguchi et al, 2015(98) Yamaguchi et al, 2015(98) Yamaguchi et al, 2015(98) Yamaguchi et al, 2015(98) Yamaguchi et al, 2015(98) Kuo et al, 2015(88) Kuo et al, 2015(88) Kuo et al, 2015(88) Kuo et al, 2015(88)
Eventos adversos n (%) MIRA 25 mg MIRA 50 mg MIRA 100 mg Placebo Valor p MIRA 50mg TOL 4mg Placebo Valor p
Dor de cabeça NR NR NR NR NR NR NR NR NR
Reações de Hipersensibilidade NR NR NR NR NR NR NR NR NR
Descontinuação devido a EAET 5 (2,4) 7 (3,4) 8 (3,8) 4 (1,9) NR 2 (2,4%) 1 (1,2%) 1 (1,3%) NR
Descontinuação devido a EAET relacionados aos medicamentos 1 (0,5) 5 (2,4) 6 (2,9) 2 (0,9) NR 1 (1,2%) 0 1 (1,3%) NR
Morte devido ao EA 0 0 0 0 NA 0 0 1 (1,3) NA

MIRA: mirabegrona; TOL: tolterodina; ECR: ensaio clínico randomizado;EAET: eventos adversos emergentes do tratamento; EATE relacionada com o medicamento: cuja relação com o medicamento de estudo não poderia ser descartada; EA: eventos adversos; NA: não se aplica; NR: não reportado,

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Tabela 16 - Características dos estudos que realizaram análises exploratórias do Mirabegrona versus Placebo ou Tolterodinaestratificadas por sexo.

Autor Desenho do estudo Objetivo População Número de estudos ouparticipantes incluídos Detalhes da Intervenção Detalhes do Controle Risco de Viés
Observacional (análise combinada de 5 ECR) Analisar dados somente da população masculina de 5 ECR que incluíam a população geral com BH Homens com sintomas de BH por ≥3 meses e os estudos também poderiam incluir homens com histórico de sintomas do trato urinário inferior associado com alargamento prostático benigno ou câncer de próstata 5 ECR ECR SCORPIO/ ARIES/ CAPRICORN: MIRA 50 mg (382) vs, Placebo (362) ECR TAURUS: MIRA 50 mg (204) vs, TOL 4 mg ECR BEYOND: MIRA 50 mg (222) vs, SOLI (221) (206) MIRA MIRA MIRA 50 mg 50 mg 50 mg, Placebo TOL 4 mg SOLI 5 mg Alto risco de viés Combinação de ECR, perda do efeito da randomização; não há análises da heterogeneidade; inclui estudo de superioridade e não-inferioridade Tubaro et al, 2017(93)
Sand et al, Observacional (análise combinada de 3 ECR) / resumo de congresso Analisar a eficácia e tolerabilidade do MIRA 50 e 100 mg em mulheres com BH Mulheres com sintomas de por ≥3 meses; FMM≥8 vezes em 24h; episódios com sem IU BH EPU≥3 ou 3 ECR PTA/ PIU: ECR SCORPIO/ ARIES/ CAPRICORN: MIRA 50 mg (942/ 694) vs, Placebo MIRA 50 mg MIRA 100 mg Placebo Alto risco de viés Resumo de congresso não contém todas as informações relevantes para julgamento; combinação de ECR, perda do efeito da
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Autor Desenho do estudo Objetivo População Número de estudos ouparticipantes incluídos Detalhes da Intervenção Detalhes do Controle Risco de Viés
(724) ECR SCORPIO/ ARIES: MIRA 100 mg (649/ 483) vs, Placebo (724/ 966) randomização; não há análises da heterogeneidade; inclui estudo de superioridade e não-inferioridade

MIRA: mirabegrona; TOL: tolterodina; SOLI: solifenacina; ECR: ensaio clínico randomizado; BH: bexiga hiperativa; FMM: frequência média de micção; IU: incontinência urinária; EPU: episódios de urgência; PTA: população total analisada; PIU: população com incontinência urinária,

Tabela 17 - Características dos participantes dos estudos que realizaram análises exploratórias do Mirabegrona versus Placebo ou Tolterodina estratificadas por sexo.

Autor, ano Intervenção , PTA (n) Controle, PTA (n) Idade Intervenção Média (DP): Idade Controle Média (DP): n (%)sexo masculino Intervenç ão n (%) sexo masculin o Controle Variáveis clínicas e bioquímicas relevantes Intervenção Variáveis clínicas e bioquímicas relevantes Controle Período de estudo
Tubaro et al, 2017(93) MIRA 50 mg (382) Placebo (362) 62,8 (11,3) 62,1 (12,8) n/N (%): 382/1324 (28,9) n/N (%): 362/1328 (27,3) População BH IUU, n (%) 141 (36,9) População BH IUU, n (%) 130 (35,9) 12 semanas de tratamento
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Autor, ano Intervenção , PTA (n) Controle, PTA (n) Idade Intervenção Média (DP): Idade Controle Média (DP): n (%)sexo masculino Intervenç ão n (%) sexo masculin o Controle Variáveis clínicas e bioquímicas relevantes Intervenção Variáveis clínicas e bioquímicas relevantes Controle Período de estudo
(Homens: análise combinada de ECR) MIRA 50 mg (204) TOL 4 mg (206) 61,6 (11,5) 61,7 (12,0) n/N (%): 204/789 (25,9) n/N (%): 206/791 (26,0) População BH IUU, n (%) 76 (37,3) População BH IUU, n (%) 67 (32,5) (SCORPIO/ ARIES/ CAPRICOR N/BEYOND )
(Homens: análise combinada de ECR) MIRA 50 mg (222) SOLI 5 mg (221) 58,1 (15,1) 59,5 (14,6) n/N (%): 222/921 (24,1) n/N (%): 221/912 (24,2) População BH IUU, n (%) 74 (33,3) População BH IUU, n (%) 78 (35,3) 52 semanas (TAURUS)
Sand et al, 2013(94) MIRA 50 mg 58,5 NR NR 14 semanas: 2 semanas de período
(Mulheres: análise combinada de ECR/ resumo) MIRA 100 mg Placebo 58,7 58,1 NR NR NR NR de eliminação e 12 semanas de tratamento

MIRA: mirabegrona; TOL: tolterodina; SOLI: solifenacina; ECR: ensaio clínico randomizado;BH: bexiga hiperativa;IUU: incontinência urinária de urgência,

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Tabela 18 - Desfechos de eficácia dos estudos que realizaram análises exploratórias do Mirabegrona versus Placebo ou Tolterodina estratificadas por sexo.

Autor, ano Grupos EIU em 24 h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p Número médio de micções em 24 h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p Episódios de urgência em 24h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p
Tubaro et al, 2017(93) (Homens: análise combinada de ECR) MIRA 50 mg vs, Placebo (3 ECR) PIU§ Basal, média (DP) MIRA 50 mg basal: 2,2 (2,45) Placebo basal: 2,1 (2,77) DMbasal e 12 semanas MIRA: -1,48 (-1,78, -1,18) Placebo: -1,41 (-1,72, -1,10) ∆ (MIRA) - (Placebo): -0,07 (IC 95%: -0,50, 0,36) <0,05 <0,05 Basal, média (DP) MIRA 50 mg: 12,0 (3,4) Placebo: 11,7 (3,4) DM(IC 95%) basal e 12 semanas MIRA: -1,29 (-1,55, -1,04) Placebo: -0,92 (-1,18, -0,66) ∆ (MIRA) - (Placebo): -0,37 (IC 95%: -0,74, - <0,05 <0,05 Basal, média (DP) MIRA 50 mg basal: 5,45 (3,9) Placebo basal: 5,02 (3,2) DM(IC 95%) basal e 12 semanas MIRA: -1,60 (-1,93, -1,27) Placebo: -1,88 (-2,23, -1,54) ∆ (MIRA) - (Placebo): 0,28 (IC 95%: -0,19, 0,76) <0,05 <0,05
MIRA 50 mg vs, TOL 4 mg PIU§ MIRA 50 mg basal: 1,9 (2,41) TOL 4 mg basal: 1,9 (2,55) MIRA 50 mg basal: 11,4 (2,8) TOL 4 mg basal: 11,4 (3,0) MIRA 50 mg basal: 5,2 (3,5) TOL 4 mg basal: 4,8 (3,6)
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Autor, ano Grupos EIU em 24 h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p Número médio de micções em 24 h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p Episódios de urgência em 24h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p
SOLI 5 mg vs, MIRA 50 mg PIU§ Basal, média (DP) MIRA 50 mg basal: 2,13 (1,85) SOLI 5 mg basal: 2,31 (2,16) DM(IC 95%) basal e 12 semanas MIRA: -2,02 (-2,27, -1,77) SOLI: -1,74 (-1,99, -1,49) <0,05 <0,05 Basal, média (DP): MIRA 50 mg basal: 11,8 (3,1) SOLI 5 mg basal: 11,6 (2,4) DM(IC 95%) basal e 12 semanas MIRA: -2,97 (-3,32, -2,63) SOLI: -3,10 (-3,45, -2,76) ∆ (SOLI) - (MIRA): <0,05 <0,05 Basal, média (DP): MIRA 50 mg basal: 7,6 (4,9) SOLI 5 mg basal: 7,3 (4,4) DMbasal e 12 semanas MIRA: -4,43 (-4,88, -3,98) SOLI: -4,67 (-5,12, -4,22) ∆ (SOLI) - (MIRA): <0,05 <0,05
Sand et al, 2013(94) (Mulheres: MIRA 50 mg PIU§ Basal (EP): 2,83 (0,10) DM(IC 95%): -1,50 (-1,65, -1,35) <0,05 Basal (EP): 11,60 (0,12) DM(IC 95%): -1,93 (-2,09, -1,77) <0,05 PIU§ Basal (EP): 2,46 (0,09) DM(IC 95%): -1,35 (-1,49, -1,22) <0,05
análise combinada de ECR/ resumo) MIRA 100 mg PIU§ Basal (EP): 2,94 (0,12) DM(IC 95%): -1,50 (-1,68, -1,32) <0,05 Basal (EP): 11,56 (0,10) DM(IC 95%): -1,79 (-1,99, -1,59) <0,05 PIU§ Basal (EP): 2,64 (0,11) DM(IC 95%): -1,34 (-1,50, -1,18) <0,05
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Autor, ano Grupos EIU em 24 h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p Número médio de micções em 24 h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p Episódios de urgência em 24h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p
Placebo PIU§ Basal (EP): 2,86 (0,10) DM(IC 95%): -1,03 (-1,17, -0,89) <0,05 Basal (EP): 11,54 (0,10) DM(IC 95%): -1,31 (-1,47, -1,15) <0,05 PIU§ Basal (EP): 2,49 (0,09) DM(IC 95%): -0,89 (-1,02, -0,76) <0,05
MIRA 50 mg vs, Placebo PIU§ ∆ (MIRA 50) - (Placebo): -0,47 (IC 95%: -0,67, -0,26) <0,05 (MIRA 50) - (Placebo): -0,62 (IC 95%: -0,85, -0,39) <0,05 PIU§ ∆ (MIRA 50) - (Placebo): -0,46 (IC 95%: -0,65, -0,28) <0,05
MIRA 100 mg vs, Placebo PIU§ ∆ (MIRA 100) - (Placebo): -0,47 (IC 95%: -0,70, -0,23) <0,05 ∆ (MIRA 100) - (Placebo): -0,48 (IC 95%: -0,74, -0,22) <0,05 PIU§ ∆ (MIRA 100) - (Placebo): -0,45 (IC 95%: -0,67, -0,24) <0,05

MIRA: mirabegrona; TOL: tolterodina; SOLI: solifenacina; ECR: ensaio clínico randomizado; BH: bexiga hiperativa; IU: incontinência urinária; IUU: incontinência urinária de urgência; EIU: episódios de incontinência urinária; PIU§: população com incontinência: participantes que apresentaram mais de 1 EIU na linha de base;NA: não se aplica; NR: não reportado; DM: diferença de médias; ∆: diferença; DP: desvio padrão; EP: erro padrão; IC 95%: intervalo de confiança de 95%; I2: métrica para medir a heterogeneidade estatística dos estudos; NS: não significativo; NT: não testado.

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Tabela 19- Desfechos de segurança dos estudos que realizaram análises exploratórias do Mirabegrona versus Placebo ou Tolterodina estratificadas por sexo.

Eventos n (%) adversos Tubaro et al, (Homens: análise combinada adversos Tubaro et al, (Homens: análise combinada adversos Tubaro et al, (Homens: análise combinada adversos Tubaro et al, (Homens: análise combinada adversos Tubaro et al, (Homens: análise combinada adversos Tubaro et al, (Homens: análise combinada ECR) Sand (Mulheres: análise ECR) Sand (Mulheres: análise ECR) Sand (Mulheres: análise ECR) Sand (Mulheres: análise ECR) Sand (Mulheres: análise
Eventos n (%) MIRA 50 mg* Placebo MIRA 50mg TOL 4 mg MIRA 50mg SOLI 5mg Valor p MIRA 100 mg MIRA 50 mg Placebo Valor p
EAET n/N (%): 181/393 (46,1) n/N (%): 171/378 (45,2) n/N (%): 126/210 (60,0) n/N (%): 132/212 (62,3) n/N (%): 55/224 (24,5) n/N (%): 59/225 (26,2) NR 303 (44,9) 466 (47,5) 487 (48,6) NR
EAET Sérios NR NR NR NR NR NR NR 19 (2,8) 17 (1,7) 19 (1,9) NR
Hipertensão 43 (10,9) 35 (9,3) 26 (12,4) 25 (11,8) 4 (0,4) 4 (0,4) NR 34 (5,0) 60 (6,1) 70 (7,0) NR
EAET- Cardiovasculares NR NR NR NR NR NR NR NR NR NR NR
Infecção do trato urinário NR NR 4 (1,9) 5 (2,4) NR NR NR 18 (2,7) 37 (3,8) 22 (2,2) NR
Retenção urinária 1 (0,3) 1 (0,3) 0 3 (1,4) 1 (0,1) 0 NR NR NR NR NR
Desordens gastrointestinais Dispepsia: 2 (0,5) Dispepsia: 4 (1,1) Dispepsia: 1 (0,5) Dispepsia: 4 (1,9) Dispepsia: 1 (0,1) Dispepsia: 1 (0,1) NR NR NR NR NR
Boca seca 6 (1,5) 9 (2,4) 7 (3,3) 17 (8,0) 8 (3,5) 15 (6,7) NR NR NR NR NR
Constipação 8 (2,0) 6 (1,6) 6 (2,9) 4 (1,9) 4 (1,8) 6 (2,7) NR NR NR NR NR
Visão turva 1 (0,3) 0 3 (1,4) 1 (0,5) 2 (0,2) 0 NR NR NR NR NR
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Eventos adversos n (%) Tubaro et al, 2017(93) (Homens: análise combinada de ECR) Tubaro et al, 2017(93) (Homens: análise combinada de ECR) Tubaro et al, 2017(93) (Homens: análise combinada de ECR) Tubaro et al, 2017(93) (Homens: análise combinada de ECR) Tubaro et al, 2017(93) (Homens: análise combinada de ECR) Tubaro et al, 2017(93) (Homens: análise combinada de ECR) Sand et al, 2013(94) (Mulheres: análise combinada de ECR/ resumo) Sand et al, 2013(94) (Mulheres: análise combinada de ECR/ resumo) Sand et al, 2013(94) (Mulheres: análise combinada de ECR/ resumo) Sand et al, 2013(94) (Mulheres: análise combinada de ECR/ resumo) Sand et al, 2013(94) (Mulheres: análise combinada de ECR/ resumo)
Eventos adversos n (%) MIRA 50 mg* Placebo MIRA 50mg TOL 4 mg MIRA 50mg SOLI 5mg Valor p MIRA 100 mg MIRA 50 mg Placebo Valor p
Dor de cabeça 10 (2,5) 5 (1,3) 5 (2,4) 7 (3,3) 7 (3,1) 3 (1,3) NR 17 (2,5) 34 (3,5) 37 (3,7) NR
Reações de Hipersensibilidade NR NR NR NR NR NR NR NR NR NR NR
Descontinuação devido a EAET NR NR NR NR NR NR NR 25 (3,7) 36 (3,7) 31 (3,1) NR

*Valores referentes à estudos diferentes incluídos na análise combinada; MIRA: Mirabegrona; TOL: tolterodina; SOLI: solifenacina; ECR: ensaio clínico randomizado; n/N (%): número de eventos/ número da população total analisada (porcentagem);EAET: eventos adversos emergentes do tratamento; NR: não reportado,

6.2 Mirabegrona e Solifenacina monoterapia ou em combinação versus Placebo, Mirabegrona ou Solifenacina.

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Tabela 20 - Características dos estudos que realizaram compararam Mirabegrona e Solifenacina monoterapia ou em combinação versus Placebo, Mirabegrona ou Solifenacina.

Autor Desenho do estudo População Número de estudos ouparticipantes incluídos Detalhes da Intervenção Detalhes do Controle Risco de Viés
Herschorn et al, 2017; Robinson et al, 2017 (102, 103) ECR,multinacional, multicêntrico, duplo-cego, grupo- Placebo- ativo- III (NCT01972841) Study Avaliar a eficácia e segurança do SOLI combinado com MIRA comparado com monoterapia na população com BH geral com IU Diagnóstico de BH molhada (sintomas de urgência, frequência urinária e IU); FMM≥8 vezes 24h; EPU≥1; episódios de em 7 dias; Total: 3308 PR/ SOLI MIRA SOLI MIRA MIRA SOL Placebo: 3527 foram randomizados e foram analisados PTA 5 mg + 50mg: 883/848 5 mg +MIRA 25mg: 885/853 50mg: 437/422 25 mg: 441/423 5 mg: 434/423 447/429 SOLI 5 mg + MIRA 50mg SOLI 5 mg +MIRA 25mg MIRA 50mg MIRA 25mg SOLI 5 mg Placebo Alto risco de viés Não foi descrito o método de randomização e sigilo de alocação; não houve cegamento dos avaliadores dos desfechos; desequilíbrio na quantidade de pacientes ou razões para perdas entre os grupos de intervenção, A análise não foi por intenção de tratar (ie, Não foi analisado todos os pacientes que foram randomizados), Não demonstrou todos os dados de todos os desfechos,
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Autor Desenho do estudo Objetivo População Número de estudos ouparticipantes incluídos Detalhes da Intervenção Detalhes do Controle Risco de Viés
Resumo de congresso/ ECR, duplo cego, grupo- paralelo Analisar a eficácia e segurança a longo prazo da combinação MIRA + SOLI versus monoterapia de MIRA e SOLI Adultos com sintomas de BH por ≥3 meses e ≥ 3 EIU MIRA + SOLI: 1210 MIRA: 306 SOLI: 303 MIRA 50 mg + SOLI 5 mg MIRA 50 mg SOLI 5 mg Alto risco de viés Resumo de congresso não contém todas as informações relevantes para julgamento; características basais não foram fornecidas Gratzke et al, 2017 (resumo)(87)
Drake et al, 2016; ECR,multicêntrico, duplo-cego, grupo- paralelo, fase IIIb, NCT01908829 BESIDE Avaliar a eficácia, segurança e tolerabilidade da combinação SOLI 5 mg e MIRA 50 mg versus SOLI 5 e 10 mg em pacientes com BH que permaneceram incontinentes após 4 semanas de uso de SOLI 5 mg Pacientes BH ≥3 meses ≥2 EIU) (≥1 após 4 de uso de 5 mg com (sintomas com que permaneceram incontinentes episódio) semanas SOLI SOLI + MIRA: 727 randomizados e 707 analisados PR/PTA SOLI 5 mg: 728/705 SOLI 10mg: 719/648 SOLI 5 mg + MIRA (25mg após 4 semanas aumentou para 50 mg) (SOLI + SOLI 5 mg SOLI 10 mg Risco de viés incerto, Não houve cegamento dos avaliadores dos desfechos, A análise não foi por intenção de tratar (ie, Não foi analisado todos os pacientes que foram randomizados),
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Autor Desenho do estudo Objetivo População Número de estudos ouparticipantes incluídos Detalhes da Intervenção Detalhes do Controle Risco de Viés
ECR, estudo aberto, duplo-cego, fase IIIb, estudo de não inferioridade Comparar a eficácia e segurança do MIRA 50 mg e SOLI 5 mg em pacientes não satisfeitos com tratamento com antimuscarínicos devido à falta de eficácia Adultos com sintomas de BH por ≥3 meses que demonstraram insatisfação com a eficácia do último antimuscarínicos utilizados (exceto SOLI) por meio do questionário de Satisfação de tratamento de Total: 1887 randomizados PR/ PTA/ PIU: MIRA: 943/ 865/ 405 SOLI: 944/ 854/ 413 MIRA 50 mg SOLI 5 mg A análise intenção foi analisado pacientes Batista et al 2015(106) Risco de de

MIRA: mirabegrona; SOLI: solifenacina; ECR: ensaio clínico randomizado; BH: bexiga hiperativa; FMM: frequência média de micção; EPU: episódio de urgência; IU: incontinência urinária; IUU: incontinência urinária de urgência; PR: população que foi inicialmente randomizada; PTA: população total analisada; PIU: população com incontinência urinária,

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Tabela 21 - Características dos participantes dos estudos que realizaram compararam Mirabegrona e Solifenacina monoterapia ou em combinação versus Placebo, Mirabegrona ou Solifenacina.

Autor, ano Intervenção, PTA (n) Controle, PTA (n) Idade Intervenção Média (DP): Idade Controle Média (DP): n (%)sexo masculino Intervenção n (%) sexo masculino Controle Variáveis clínicas e bioquímicas relevantes Intervenção Variáveis clínicas e bioquímicas relevantes Controle Período de estudo
Herschorn et al, 2017; Robinson et al, 2017(102, 103) SOLI 5 mg + MIRA 50mg (883) MIRA 50mg (437) 57,1 (13,9) 56,7 (13,3) 656 323 (76,5) População BH IUU, n (%) 561 (65,8) EIU/24h, média (DP) População BH IUU, n (%) 268 (63,5) EIU/24h, média (DP) 3,18 (3,47) Micções/24h, média (DP) 11,19 (3,27) População BH IUU, n 18 semanas: período inicial de 4 semanas de placebo uni- cego, 12 semanas de tratamento duplo cego e uma fase final de 2
Herschorn et al, 2017; Robinson et al, 2017(102, 103) MIRA 25mg (441) 56,9 (13,6) 327 (77,3) média (DP) 10,74 (2,36) 267 (63,1) EIU/24h, média (DP) 3,41 (3,37) Micções/24h, média (DP) 10,81 (2,63) semanas de placebo uni-cego
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Autor, ano Intervenção, PTA (n) Controle, PTA (n) Idade Intervenção Média (DP): Idade Controle Média (DP): n (%)sexo masculino Intervenção n (%) sexo masculino Controle Variáveis clínicas e bioquímicas relevantes Intervenção Variáveis clínicas e bioquímicas relevantes Controle Período de estudo
SOLI 5 mg +MIRA SOLI 5 mg (434) 57,6 (13,4) 58,2 (12,8) 651 (76,8) 331 (78,3) População BH IUU, n (%) 567 (66,9) EIU/24h, média (DP) 3,22 (3,17) Micções/24h, média (DP) 10,73 (2,88) População BH IUU, n (%) 275 (65,0) EIU/24h, média (DP) 3,58 (3,51) Micções/24h, média (DP) 10,76 (2,47) População BH IUU, n (%) 285 (66,4) EIU/24h, média (DP) 3,41 (3,37) Micções/24h,
Placebo (447) 57,9 (13,0) 327 (76,2) média (DP) 10,97 (2,86) NR
Gratzke et al, 2017 (resumo)(87) MIRA + SOLI (1210) MIRA (306) SOLI (303) NR NR NR NR NR NR NR NR 14 semanas: 2 semanas de período de eliminação e 12
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Autor, ano Intervenção, PTA (n) Controle, PTA (n) Idade Intervenção Média (DP): Idade Controle Média (DP): n (%)sexo masculino Intervenção n (%) sexo masculino Controle Variáveis clínicas e bioquímicas relevantes Intervenção Variáveis clínicas e bioquímicas relevantes Controle Período de estudo
meses de tratamento
Drake et al, 2016; MacDiarmid et al, 2016(104, 105) BESIDE SOLI + MIRA (707) SOLI 5 mg (705) SOLI 5 mg (698) 58,0 (13,2) 56,9 (13,4) 57,3 119 121 (17,2) 113 Disponível desfechos planilha dos eficácia 18 semanas: 2 semanas de período de eliminação, 4 semanas de SOLI cego, 12 semanas de tratamento duplo cego e 2 semanas de placebo cego
Batista et al 2015(106) BEYOND MIRA 50mg (936) SOLI 5 mg (934) 56,7 (14,3) 57,4 (13,6) 224 (23,9) 225 (24,1) População BH IUU, n (%) 383 (40,9) População BH IUU, n (%) 387 (41,4) 14 semanas: 2 semanas de período de eliminação e 12 semanas de tratamento

MIRA: mirabegrona; SOLI: solifenacina; BH: bexiga hiperativa; PTA: população total analisada; EIU: episódio de incontinência urinária; IUU: incontinência urinária de urgência; NR: não reportado; DP: desvio padrão,

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Tabela 22 - Desfecho de eficácia dos estudos que compararam Mirabegrona e Solifenacina monoterapia ou em combinação versus Placebo, Mirabegrona ou Solifenacina.

Autor, ano Grupos EIU em 24 h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Val or p Número médio de micções em 24 h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p Episódios de urgência em 24h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valo r p Episódios de IUU em 24h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valo r p
rn et al, 2017; n et al, 2017 (102, 103) MIRA 50 mg DMbasal e 18 semanas: -1,76 NR DMbasal e 18 semanas: -2,03 NR NR NR NR NR
Herscho Robinso SYNER MIRA 25mg DMbasal e 18 semanas: -1,70 NR DMbasal e 18 semanas: -2,00 NR NR NR NR NR
Herscho Robinso SYNER SOLI 5 mg DMbasal e 18 semanas: -1,79 NR DMbasal e 18 semanas: -2,20 NR NR NR NR NR
Herscho Robinso SYNER Placebo DMbasal e 18 semanas: -1,34 NR DMbasal e 18 semanas: -1,64 NR NR NR NR NR
GY SOLI 5 mg + MIRA 25mg DMbasal e 18 semanas: -2,04 NR DMbasal e 18 semanas: -2,49 NR NR NR NR NR
Study SOLI 5 mg + MIRA 50mg DMbasal e 18 semanas: -1,98 NR DMbasal e 18 semanas: -2,59 NR NR NR NR NR
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Autor, ano Grupos EIU em 24 h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Val or p Número médio de micções em 24 h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p Episódios de urgência em 24h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valo r p Episódios de IUU em 24h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valo r p
SOLI 5 mg + MIRA 25mg vs, MIRA 25 mg ∆ (SOLI 5 mg + MIRA 25mg) - (MIRA 25 mg): -0,34 (IC 95%: - 0,58, -0,10) Pacientes haviam utilizado previamente medicamentos para BH Sim: ∆ -0,33 (IC 95%: -0,68, 0,02) Não: ∆ -0,35 (IC 95%: -0,68, -0,02) 0,00 1 >0,0 5 <0,0 5 ∆ (SOLI 5 mg + MIRA 25mg) - (MIRA 25 mg): -0,48 (IC 95%: -0,76, -0,21) Pacientes haviam utilizado previamente medicamentos para BH Sim: ∆ -0,75 (IC 95%: -1,15, -0,34) Não: ∆ -0,25 (IC 95%:-0,63, 0,13) 0,001 <0,05 NR NR NR NR
SOLI 5 mg + MIRA 25mg vs, SOLI 5 mg ∆ (SOLI 5 mg + MIRA 25mg) - (SOLI 5 mg): -0,25 (IC 95%: - 0,49, -0,01) Pacientes haviam utilizado previamente medicamentos 0,07 2 <0,0 ∆ (SOLI 5 mg + MIRA 25mg) - (SOLI 5 mg): -0,29 (IC 95%: -0,57, -0,01) Pacientes haviam utilizado previamente medicamentos para 0,040 NS NS NR NR NR NR
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Autor, ano Grupos EIU em 24 h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Val or p Número médio de micções em 24 h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p Episódios de urgência em 24h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valo r p Episódios de IUU em 24h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valo r p
BH Sim: ∆ -0,54 (IC 95%: -0,89, -0,19) Não: ∆ 0,01 (IC 95% -0,32, 0,34) 5 NS BH Sim: -0,40 (IC 95%: -0,81, 0,00) Não: ∆ -0,19 (IC 95%: -0,57, 0,19)
SOLI 5 mg + MIRA 50mg vs, MIRA 50 mg ∆ (SOLI 5 mg + MIRA 50mg) - (MIRA 50mg) -0,23 (IC 95%: - 0,47, 0,01) Pacientes haviam utilizado previamente medicamentos para BH Sim: ∆-0,37 (IC 95%: -0,72, -0,01) Não: ∆ -0,11 (IC 95%: -0,44, 0,22) 0,05 2 <0,0 5 >0,0 5 ∆ (SOLI 5 mg + MIRA 50mg) - (MIRA 50mg) -0,56 (IC 95%: -0,84, -0,28) Pacientes haviam utilizado previamente medicamentos para BH Sim: ∆-0,83 (IC 95%: -1,24, -0,42) Não: ∆ -0,32 (IC 95%: -0,70, 0,06) <0,001 <0,05 >0,05 NR NR NR NR
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Autor, ano Grupos EIU em 24 h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Val or p Número médio de micções em 24 h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p Episódios de urgência em 24h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valo r p Episódios de IUU em 24h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valo r p
SOLI 5 mg + MIRA 50mg vs, SOLI 5 mg ∆ (SOLI 5 mg + MIRA 50mg) - (SOLI 5 mg) -0,20 (IC 95%: - 0,44, 0,04) Pacientes haviam utilizado previamente medicamentos para BH Sim: ∆-0,39 (IC 95%: -0,74, -0,04) Não: ∆ -0,01 (IC 95%: -0,34, 0,32) 0,03 3 <0,0 5 >0,0 5 ∆ (SOLI 5 mg + MIRA 50mg) - (SOLI 5 mg) -0,39 (IC 95%: -0,67, -0,11) Pacientes haviam utilizado previamente medicamentos para BH Sim: ∆-0,57 (IC 95%: -0,97, -0,17) Não: ∆ -0,24 (IC 95%: -0,62, 0,14) 0,006 NR NR NR NR
SOLI 5 mg +MIRA 25MG vs, Placebo ∆ (SOLI 5 mg + MIRA 25 mg) - (Placebo): -0,70 <0,0 5 ∆ (SOLI 5 mg + MIRA 25 mg) - (Placebo): - 0,85 <0,05 NR NR NR NR
SOLI 5 mg +MIRA 50MG ∆ (SOLI 5 mg + MIRA 50 mg) - (Placebo): - 0,65 <0,0 5 ∆ (SOLI 5 mg + MIRA 50 mg) - (Placebo): - 0,95 <0,05 NR NR NR NR
Página 147
Autor, ano Grupos EIU em 24 h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Val or p Número médio de micções em 24 h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p Episódios de urgência em 24h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valo r p Episódios de IUU em 24h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valo r p
vs, Placebo
MIRA 25 mg vs, Placebo NR <0,0 5 ∆ (MIRA 25 mg) - (Placebo): - 0,36 <0,05 NR NR NR NR
MIRA 50mg vs, NR NR ∆ (MIRA 50 mg) - (Placebo): - 0,39 <0,05 NR NR NR NR
Placebo SOLI 5 mg vs, Placebo ∆ (SOLI 5 mg) - (Placebo): - 0,45 <0,0 5 ∆ (SOLI 5 mg) - (Placebo): - 0,56 <0,05 NR NR NR NR
MIRA 50 mg DM(IC 95%) basal e 12 meses: -1,58 (-1,79, -1,37) <0,0 5 DM(IC 95%) basal e 12 meses: -2,10 (-2,36, -1,85) <0,05 NR NR NR NR
Gratzke SOLI 5 mg DM(IC 95%) basal e 12 meses: -1,90 (-2,12, -1,69) <0,0 5 DM(IC 95%) basal e 12 meses: -2,16 (-2,42, -1,91) <0,05 NR NR NR NR
et al, 2017 (resumo )(87) MIRA 50 mg + SOLI 5 mg DM(IC 95%) basal e 12 meses: -2,03 (-2,14, -1,93) <0,0 5 DM(IC 95%) basal e 12 meses: -2,58 (-2,71, -2,46) <0,05 NR NR NR NR
et al, 2017 (resumo )(87) MIRA 50 mg + SOLI 5 mg vs, ∆ (MIRA +SOLI) - (MIRA): - 0,45 (IC 95%: - 0,69, -0,21) <0,0 01 ∆ (MIRA +SOLI) - (MIRA): - 0,48 (IC 95%: -0,77, -0,20) <0,001 NR NR NR NR
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Autor, ano Grupos EIU em 24 h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Val or p Número médio de micções em 24 h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p Episódios de urgência em 24h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valo r p Episódios de IUU em 24h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valo r p
MIRA 50 mg
MIRA 50 mg + SOLI 5 mg vs, SOLI 5 ∆ (MIRA +SOLI) - (SOLI): - 0,13 (IC 95%: - 0,37, 0,11) 0,00 2 ∆ (MIRA +SOLI) - (SOLI): - 0,42 (IC 95%: -0,71, -0,13) 0,004 NR NR NR NR
mg SOLI +MIRA Basal, média (EP): 3,24 (0,11) DM: -1,80 NR Basal, média (EP): 9,13 (0,10) DM: -1,59 NR DM(EP): -2,95 (0,10) NR DM(EP): -1,82 (0,07) NR
Drake et al, 2016; SOLI 5 mg Basal, média (EP): 3,15 (0,10) DM: -1,53 NR Basal, média (EP): 8,90 (0,10) DM: -1,14 NR DM(EP): -2,41 (0,10) NR DM(EP): -1,54 (0,07) NR
MacDia rmid et SOLI 10 mg Basal, média (EP): 3,31 (0,12) DM: -1,67 NR Basal, média (EP): 8,97 (0,10) DM: -1,12 NR DM(EP): -2,54 (0,11) NR DM(EP): -1,63 (0,07) NR
al, 2016 (104, 105) BESID E SOLI +MIRA vs, SOLI 5 mg ∆ (SOLI +MIRA) - (SOLI 5 mg: -0,26 (IC 95%: - 0,47, -0,05) 0,00 1 ∆ (SOLI +MIRA) - (SOLI 5 mg: -0,45 (IC 95%: -0,67, -0,22) <0,001 ∆ (SOLI +MIRA) - (SOLI 5 mg): -0,54 (0,15) (IC 95%: -0,83, -0,25) < 0,001 ∆ (SOLI +MIRA) - (SOLI 5 mg): -0,27 (0,10) (IC 95%: - 0,47, -0,07) 0,003
al, 2016 (104, 105) BESID E SOLI +MIRA vs, SOLI 10 mg ∆ (SOLI +MIRA) - (SOLI 10 mg: -0,13 (IC 95%: - 0,34, 0,08) 0,00 8 ∆ (SOLI +MIRA) - (SOLI 10 mg: -0,47 (IC 95%: -0,70, -0,25) <0,001 ∆ (SOLI +MIRA) - (SOLI 5 mg): -0,40 (0,15) (IC 95%: -0,69, -0,11) 0,007 ∆ (SOLI +MIRA) - (SOLI 10 mg): -0,19 (0,10) (IC 95%: - 0,39, 0,01) 0,014
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Autor, ano Grupos EIU em 24 h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Val or p Número médio de micções em 24 h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valor p Episódios de urgência em 24h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valo r p Episódios de IUU em 24h (DM entre a linha de base e 12 semanas) Valo r p
Batista MIRA 50mg PIU§ Basal, média (DP): 2,1 (2,3) DM: -1,40 NR Basal, média (DP): 11,6 (3,3) DM(EP): -2,95 (0,09) NR PIU§ Basal, média (DP): 7,7 (4,8) DM: -4,61 NR PIU§ Basal, média (DP): 1,9 (2,0) DM: -1,47 NR
et al, 2015(10 6) SOLI 5 mg PIU§ Basal, média (DP): 2,1 (2,1) DM: -1,60 NR Basal, média (DP): 11,4 (2,9) DM(EP): -3,13 (0,09) NR PIU§ Basal, média (DP): 7,8 (4,5) DM: -4,84 NR PIU§ Basal, média (DP): 2,0 (1,9) DM: -1,53 NR
BEYON D MIRA 50mg vs, SOLI 5 mg NR ∆ (MIRA) - (SOLI): -0,18 (IC 95%: -0,42, 0,06) *Não inferio r não demon strada NR NR

MIRA: mirabegrona; TOL: tolterodina; SOLI: solifenacina;*A não-inferioridade do MIRA não foi demonstrada uma vez que o limite inferior não foi > -0,20; ECR: ensaio clínico randomizado; BH: bexiga hiperativa;IU: incontinência urinária; IUU: incontinência urinária de urgência;PIU§: população com incontinência: participantes que apresentaram mais de 1 EIU na linha de base;OR: Odds ratio ou razão de chances; DM: diferença de médias; ∆: diferença; DP: desvio padrão; EP: erro padrão; IC 95%: intervalo de confiança de 95%; I2: métrica para medir a heterogeneidade estatística dos estudos;NR: não reportado,

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Tabela 23 - Desfechos de eficácia secundários ou relatados pelos pacientes dos estudos que compararam Mirabegrona e Solifenacina monoterapia ou em combinação versus Placebo, Mirabegrona ou Solifenacina.

Autor, ano Grupos Probabilidades de redução de desfechos miccionais Valor p Desfechos secundários miccionais Valor p Desfechos reportados pelos pacientes Valor p
MIRA 50 mg NA NA Volume urinado/micção (ml) DMbasal e 18 semanas: 21,99 OAB-q Symptom Bother DMlinha de base e 18 semanas: -26,1 QVRS total DMlinha de base e 18 semanas: 21 <0,001 vs, Placebo <0,001 vs, Placebo
Herschorn et al, 2017; Robinson et al, 2017 (102, 103) MIRA 25mg NA NA Volume urinado/micção (ml) DMbasal e 18 semanas:13,32 OAB-q Symptom Bother DMlinha de base e 18 semanas: -23,9 QVRS total DMlinha de base e 18 semanas : 18,9 0,001 vs, Placebo =0,004 vs, placebo
SYNERGY Study SOLI 5 mg NA NA Volume urinado/micção (ml) DMbasal e 18 semanas: 30,99 OAB-q Symptom Bother DMlinha de base e 18 semanas: -26,4 QVRS total DMlinha de base e 18 semanas: 20,2 <0,001 vs, Placebo <0,001 vs, placebo
Placebo NA NA Volume urinado/micção (ml) DMbasal e 18 semanas: 8,44 OAB-q Symptom Bother DMlinha de base e 18 semanas: -19,5 NR
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Autor, ano Grupos Probabilidades de redução de desfechos miccionais Valor p Desfechos secundários miccionais Valor p Desfechos reportados pelos pacientes Valor p
QVRS total DMlinha de base e 18 semanas: 15,4
SOLI 5 mg + MIRA 25mg NA NA Volume urinado/micção (ml) DMbasal e 18 semanas: 34,84 OAB-q Symptom Bother DMlinha de base e 18 semanas: -31,1 QVRS total DMlinha de base e 18 semanas: 24 <0,001 vs, Placebo;<0,001 vs, Monoterapias <0,001 vs, Placebo;<0,001 vs, Monoterapias
SOLI 5 mg + MIRA 50mg NA NA Volume urinado/micção (ml) DMbasal e 18 semanas: 39,73 OAB-q Symptom Bother DMlinha de base e 18 semanas: -32,2 QVRS total DMlinha de base e 18 semanas: 24,3 <0,001 vs, Placebo; <0,001 vs, Monoterapias <0,001 vs, Placebo; <0,001 vs, Monoterapias (exceto vs, MIRA 50mg o p:0,002)
Página 152
Autor, ano Grupos Probabilidades de redução de desfechos miccionais Valor p Desfechos secundários miccionais Valor p Desfechos reportados pelos pacientes Valor p
SOLI 5 mg + MIRA 25mg vs, MIRA 25 mg Pacientes com a) zero episódios de IU e b) normalização da frequência miccional no fim do estudo a)OR:1,50 (IC95%: 1,16, 1,93) b) OR:1,47 (IC95%: 1,13, 1,90) 0,002 0,004 Volume urinado/micção (ml) DMbasal e 18 semanas: 21,52 (IC 95%: 15,35, 27,68) < 0,001 NR NR
SOLI 5 mg + MIRA 25mg vs, SOLI 5 mg Pacientes com a) zero episódios de IU e b) normalização da frequência miccional no fim do estudo a) OR:1,31 (IC95%: 1,02, 1,69) b) OR:1,30 (IC95%: 1,01, 1,67) 0,035 0,044 Volume urinado/micção (ml) DMbasal e 18 semanas: 3,85 (IC 95%: -2,29,10,0) 0,219 NR NR
SOLI 5 mg + MIRA 50mg vs, MIRA 50 mg Pacientes com a) zero episódios de IU e b) normalização da frequência miccional no fim do estudo a) OR:1,34 (IC95%: 1,04, 1,73) 0,023 <0,001 Volume urinado/micção (ml) DMbasal e 18 semanas: 17,74 (IC 95%:11,58, 23,90) < 0,001 NR NR
Página 153
Autor, ano Grupos Probabilidades de redução de desfechos miccionais Valor p Desfechos secundários miccionais Valor p Desfechos reportados pelos pacientes Valor p
b) OR:1,60 (IC95%: 1,23, 2,08)
SOLI 5 mg + MIRA 50mg vs, SOLI 5 mg Pacientes com a) zero episódios de IU e b) normalização da frequência miccional no fim do estudo a) OR:1,40 (IC95%: 1,09, 1,81) b) OR:1,43 (IC95%: 1,11, 1,84) 0,009 0,006 Volume urinado/micção (ml) DMbasal e 18 semanas: 8,75 (IC 95%: 2,61,14,89) 0,005 NR NR
SOLI 5 mg +MIRA 25MG vs, Placebo Pacientes com zero episódios de IU no fim do estudo OR: 1,75 (IC95%: 1,36, 2,26) <0,001 NR <0,05 NR NR
SOLI 5 mg +MIRA 50MG vs, Placebo Pacientes com zero episódios de IU no fim do estudo OR: 1,87 (IC95%: (1,45, 2,42) <0,001 ∆ (SOLI 5 mg + MIRA 50 mg) - (Placebo): 31,29 ml <0,001 NR NR
Página 154
Autor, ano Grupos Probabilidades de redução de desfechos miccionais Valor p Desfechos secundários miccionais Valor p Desfechos reportados pelos pacientes Valor p
MIRA 25 mg vs, Placebo Pacientes com a) zero episódios de IU e b) normalização da frequência miccional no fim do estudo a) OR: 1,17 (IC95%: 0,87, 1,57) b) OR: 1,66 (IC95%: 1,22, 2,25) 0,300 0,001 ∆ (MIRA 25 mg) - (Placebo): 4,88 ml 0,178 NR NR
MIRA 50mg vs, Placebo Pacientes com a) zero episódios de IU e b) normalização da frequência miccional no fim do estudo a)OR: 1,40 (IC95%: 1,04, 1,87) b) OR: 1,67 (IC95%: 1,23, 2,27) 0,027 0,001 NR <0,05 NR NR
SOLI 5 mg vs, Placebo Pacientes com a) zero episódios de IU e b) normalização da frequência miccional no fim do estudo a)OR: 1,34 (IC95%: 0,99, 1,79) 0,055 <0,001 NR <0,05 NR NR
Página 155
Autor, ano Grupos Probabilidades de redução de desfechos miccionais Valor p Desfechos secundários miccionais Valor p Desfechos reportados pelos pacientes Valor p
b) OR: 1,87 (IC95%: 1,38, 2,54)
MIRA 50 mg NR NR Volume urinado/micção (ml) DM(IC 95%) basal e 12 meses: 21,83 (15,70, <0,05 OAB-q Symptom Bother DM(IC 95%) basal e 12 meses: -21,96 (-24,20, -19,72) TS-VAS DM(IC 95%) basal e 12 meses: <0,05
27,96) 2,19 (1,95, 2,43) <0,05
Gratzke et al, 2017 (87)(resumo) SOLI 5 mg NR NR Volume urinado/micção (ml) DM(IC 95%) basal e 12 meses: OAB-q Symptom Bother DM(IC 95%) basal e 12 meses: -24,91 (-27,12, -22,69) <0,05
24,90 (18,82, 30,97) <0,05 TS-VAS DM(IC 95%) basal e 12 meses 2,15 (1,91, 2,38) <0,05
MIRA 50 mg + SOLI 5 NR NR Volume urinado/micção (ml) DM(IC 95%) basal e 12 meses: OAB-q Symptom Bother DM(IC 95%) basal e 12 meses: -29,51 (-30,62, -28,40) TS-VAS <0,05
mg 37,67 (34,62, 40,72) <0,05 DM(IC 95%) basal e 12 meses 2,73 (2,62, 2,85) <0,05
Página 156
Autor, ano Grupos Probabilidades de redução de desfechos miccionais Valor p Desfechos secundários miccionais Valor p Desfechos reportados pelos pacientes Valor p
MIRA 50 mg + SOLI 5 mg vs, MIRA 50 mg NR NR Volume urinado/micção (ml) ∆ (MIRA +SOLI) - (MIRA): 15,84 (IC 95%: 8,99, 22,69) <0,001 OAB-q Symptom Bother ∆ (MIRA +SOLI) - (MIRA): -7,55 (IC 95%: -10,05, -5,05) TS-VAS ∆ (MIRA +SOLI) - (MIRA): 0,55 (IC 95%: 0,28, 0,82) <0,001 <0,001
MIRA 50 mg + SOLI 5 mg vs, SOLI 5 mg NR NR Volume urinado/micção (ml) ∆ (MIRA +SOLI) - (MIRA): 12,77 (IC 95%: 5,98, 19,57) <0,001 OAB-q Symptom Bother ∆ (MIRA +SOLI) - (MIRA): -4,60 (IC 95%: -7,09, -2,12) TS-VAS ∆ (MIRA +SOLI) - (MIRA): 0,59 (IC 95%: 0,32, 0,86) DM(EP): <0,001 <0,001
Drake et al, 2016; MacDiarmid et al, 2016 (104, 105) BESIDE SOLI +MIRA Respondentes para zero incontinência No fim do estudo, n/N (%): 325/706 (46,0%) DM(EP): Volume urinado/micção (ml): 28,05 (1,97) Episódios de noctúria: -0,43 (0,03) EPPCB DM(DP): -1,5 (0,0) QVRS total Basal: 58,83 (0,85) DM(DP): 20,78 OAB-q Symptom Bother Basal:53,51 (0,76) DM(DP): -26,89 NR
Página 157
Autor, ano Grupos Probabilidades de redução de desfechos miccionais Valor p Desfechos secundários miccionais Valor p Desfechos reportados pelos pacientes Valor p
SOLI 5 mg Respondentes para zero IU No fim do estudo, n/N (%): 267/704 (37,9%) NR DM(EP): Volume urinado/micção (ml) 16,52 (1,97) Episódios de noctúria/24H -0,37 (0,03) NR DM(EP): EPPCB -1,2 (0,0) QVRS total Basal: 59,32 (0,89) DM(DP): 17,63 OAB-q Symptom Bother Basal: 51,85 (0,78) DM(DP): -21,93 NR
SOLI 10 mg Respondentes para zero IU No fim do estudo, n/N (%): 280/697 (40,2%) NR DM(EP): Volume urinado/micção (ml) 20,30 (1,97) Episódios de noctúria/24H -0,41 (0,03) NR DM(EP): EPPCB -1,3 (0,0) QVRS total Basal: 60,14 (0,87) DM(DP): 17,40 OAB-q Symptom Bother Basal: 52,63 (0,78) DM(DP): -23,59 NR
SOLI +MIRA Respondentes para zero IU 0,001 Média (DP) (IC 95%): Média (DP) (IC 95%):
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Autor, ano Grupos Probabilidades de redução de desfechos miccionais Valor p Desfechos secundários miccionais Valor p Desfechos reportados pelos pacientes Valor p
vs, SOLI 5 mg OR: 1,47 (IC 95%: 1,17- 1,84) 50% redução EIU e melhora ≥10 pontos no OAB- q Symptom Bother OR: 1,66 (IC 95%:1,33, 2,07) Volume urinado/micção (ml) ∆ (SOLI +MIRA) - (SOLI 5 mg): 11,52 (2,79) (IC 95%: 6,06-16,99) Episódios de noctúria/24H ∆ (SOLI +MIRA) - (SOLI 5 mg ): - < 0,001 EPPCB ∆ (SOLI +MIRA) - (SOLI 5 mg): -0,3 (0,1) (IC 95%: -0,4, -0,1 < 0,001
<0,001 0,174 QVRS total ∆ (SOLI +MIRA) - (SOLI 5 mg): 3,15 (IC 95%: 1,35, 4,95) 0,001
50% redução EIU e melhora ≥10 pontos na QVRS total OR: 1,59 (IC 95%:1,27, 2,00) 0,033 0,06 (0,05) (IC 95%: -0,16, 0,03) OAB-q Symptom Bother ∆ (SOLI +MIRA) - (SOLI 5 mg): - 4,96(IC 95%: -6,88, -3,04) < 0,001
SOLI +MIRA vs, SOLI Respondentes para zero incontinência OR: 1,28 (IC 95%: 1,02- 1,61) Média (EP) (IC 95%): Volume urinado/micção (ml) ∆ (SOLI +MIRA) - (SOLI 10 mg): 7,75 (2,79) (IC 0,005 Média (EP) (IC 95%): EPPCB ∆ (SOLI +MIRA) - (SOLI 10 mg): -0,2 (0,1) (IC 95%: -0,3, -0,1) QVRS total ∆ (SOLI +MIRA) - (SOLI 10 mg): 3,38 (IC 95%: 1,58, 5,19) 0,004
10 mg 50% redução EIU e melhora ≥10 pontos no OAB-Q Symptom Bother OR: 1,25 (IC 95%:1,00, 0,050 0,003 95%: 2,29, - 13,21) 0,634 OAB-q Symptom Bother <0,001
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Autor, ano Grupos Probabilidades de redução de desfechos miccionais Valor p Desfechos secundários miccionais Valor p Desfechos reportados pelos pacientes Valor p
1,56) 50% redução EIU e melhora ≥10 pontos na QVRS total OR: 1,41 (IC 95%:1,13, 1,77) Episódios de noctúria/24H ∆ (SOLI +MIRA) - (SOLI 10 mg): - 0,02 (0,05) (IC 95%: -0,11, 0,07) ∆ (SOLI +MIRA) - (SOLI 10 mg): -3,30 (IC 95%: -5,23, -1,37) 0,001
MIRA 50mg NR NR OABSS- EIUU (escores de 0-5), média (DP ) Basal: 3,65 (0,70) Fim do estudo: 2,68 (0,93) OABSS- A) frequência diária (escores de 0-2) 0,0004 vs, Basal A) NR NR
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Autor, ano Grupos Probabilidades de redução de desfechos miccionais Valor p Desfechos secundários miccionais Valor p Desfechos reportados pelos pacientes Valor p
0,61 (0,49); B)1,03 (0,81)
MIRA 50mg Normalização da micção ( ⩾ 8 micções/24 h na linha de base e<8 micções/24 h pos linha de base): 43,6% NR PIU§ Episódios de noctúria Basal, média (DP): 2,3 (1,4) DM: -1,40 NR EPPCB melhora Respondentes, QVRS total (Melhora ≥ 10 pontos) NR
Batista et al, 2015(106) Redução de A) 50% e B) 100% de EIU/dia A) 85,1%; B) 67,3% DM: -0,95 OAB-q Symptom Bother (Melhora ≥ 10 pontos) Respondentes, n (%):690 (76,2)
BEYOND SOLI 5 mg Normalização da micção ( ⩾ 8 micções/24 h na linha de base e <8 micções/24 h pos linha de base): 47,2% NR PIU§ Episódios de noctúria Basal, média (DP): 2,3 (1,4) DM: -0,94 NR EPPCB A) melhora ≥ 1 pontos; B) melhora ≥ 2 pontos Respondentes, n (%): A) 672 (74,9); B) 458 (51,1) QVRS total (Melhora ≥ 10 pontos) Respondentes, n (%): 637 (71,0) NR
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Autor, ano Grupos Probabilidades de redução de desfechos miccionais Valor p Desfechos secundários miccionais Valor p Desfechos reportados pelos pacientes Valor p
100% de EIU/dia A) 88,1%; B) 68,5% OAB-q Symptom Bother (Melhora ≥ 10 pontos) Respondentes, n (%):728 (81,2)
MIRA 50mg vs, SOLI 5 mg Normalização da micção ( ⩾ 8 micções/24 h na linha de base e <8 micções/24 h pos linha de base): OR: 1,14 (IC 95%: 0,93, 1,39) Redução de A) 50% e B) 100% de EIU/dia A) OR: 1,25 (IC 95%:0,82, 1,90) B) OR: 1,02 (IC 95%: NS NS NS PIU§ Episódios de noctúria NR NR EPPCB A) melhora ≥ 1 pontos; B) melhora ≥ 2 pontos A) OR: 1,18 (IC 95%:0,94, 1,49); B) OR: 1,21 (IC 95%:0,99, 1,50) QVRS total (Melhora ≥ 10 pontos) OR: 1,26 (IC 95%: 1,01, 1,57) OAB-q Symptom Bother (Melhora ≥ 10 pontos) OR: 1,37 (IC 95%: 1,07, 1,75) A) 0,15 B) 0,069 0,045
0,73, 1,42), 0,011

MIRA: mirabegrona; TOL: tolterodina; SOLI: solifenacina; ECR: ensaio clínico randomizado; BH: bexiga hiperativa;IU: incontinência urinária; EIU: episódios de incontinência urinária; EIUU: episódios de incontinência urinária de urgência; EPPCB: escores da Percepção do paciente da condição da bexiga; OAB-q: questionário de bexiga hiperativa, do inglês overactive bladder questionnaire; OAB-Symptom Bother: escala de satisfação do tratamento de BH, sendo considerado respondente se atingido ≥90 de 100;OABSS: escores de sintomas de bexiga hiperativa, do inglês overactive bladder symptoms score; KHQ King's Health Questionnaire; QVRS: qualidade de vida relacionada a saúde; TS-VAS:escala visual analógica da satisfação do tratamento,

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do inglês treatment satisfaction-visual analog scale score; £NA foram coletados desfechos que não foram inclusos em revisões sistemáticas; PIU§: população com incontinência: participantes que apresentaram mais de 1 EIU na linha de base;NA: não se aplica; OR: Odds ratio ou razão de chances; DM: diferença de médias; ∆: diferença; DP: desvio padrão; EP: erro padrão; IC 95%: intervalo de confiança de 95%; I2: métrica para medir a heterogeneidade estatística dos estudos; NR: não reportado;NS: não significativo; NT: não testado,

Tabela 24 - Desfechos de segurança dos estudos que envolveram a comparação com a combinação de Mirabegrona e Solifenacina.

Eventos Herschorn et al, 2017; Robinson et al, 2017(102, 103) (SYNERGY Study) Herschorn et al, 2017; Robinson et al, 2017(102, 103) (SYNERGY Study) Herschorn et al, 2017; Robinson et al, 2017(102, 103) (SYNERGY Study) Herschorn et al, 2017; Robinson et al, 2017(102, 103) (SYNERGY Study) Herschorn et al, 2017; Robinson et al, 2017(102, 103) (SYNERGY Study) Herschorn et al, 2017; Robinson et al, 2017(102, 103) (SYNERGY Study) Herschorn et al, 2017; Robinson et al, 2017(102, 103) (SYNERGY Study) Gratzke et al, 2017(87) (Resumo) Gratzke et al, 2017(87) (Resumo) Gratzke et al, 2017(87) (Resumo) Drake et al, 2016; MacDiarmid et al, 2016(104, 105)(BESIDE) Drake et al, 2016; MacDiarmid et al, 2016(104, 105)(BESIDE) Drake et al, 2016; MacDiarmid et al, 2016(104, 105)(BESIDE) Drake et al, 2016; MacDiarmid et al, 2016(104, 105)(BESIDE) Drake et al, 2016; MacDiarmid et al, 2016(104, 105)(BESIDE)
adversos n (%) Placeb o MIRA 25 mg MIRA 50mg SOLI 5mg SOLI 5mg + MIRA 25 mg SOLI 5mg + MIRA 50mg Valor p MIRA 50mg SOLI 5mg MIRA 50 mg + SOLI 5 mg Valo r p SOL I + MIR A SOL I 5mg SOL I10 mg Valo r p
EAET 145 (33,8) 135 (31,9) 147 (34,8) 149 (35,2) 345 (40,4) 314 (37,0) NR 126 (41,3) 134 (44,2) 596 (49,4) NR 260 (35,9 ) 241 (33,1 ) 283 (39,4 ) NR
EAET Sérios 8 (1,9) 6 (1,4) 5 (1,2) 3 (0,7) 3 (0,7) 19 (2,2) NR 8 (2,6) 8 (2,6) 51 (4,2) NR 13 (1,8) 10 (1,4) 15 (2,1) NR
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Eventos adversos Herschorn et al, 2017; Robinson (SYNERGY Herschorn et al, 2017; Robinson (SYNERGY Herschorn et al, 2017; Robinson (SYNERGY Herschorn et al, 2017; Robinson (SYNERGY Herschorn et al, 2017; Robinson (SYNERGY Herschorn et al, 2017; Robinson (SYNERGY Herschorn et al, 2017; Robinson (SYNERGY Gratzke et al, 2017(87) (Resumo) Gratzke et al, 2017(87) (Resumo) Gratzke et al, 2017(87) (Resumo) Gratzke et al, 2017(87) (Resumo) Drake et al, MacDiarmid 2016(104, 105)(BESIDE) Drake et al, MacDiarmid 2016(104, 105)(BESIDE) Drake et al, MacDiarmid 2016(104, 105)(BESIDE) Drake et al, MacDiarmid 2016(104, 105)(BESIDE)
n (%) Placeb o MIRA 25 mg MIRA 50mg SOLI 5mg SOLI 5mg + MIRA 25 mg SOLI 5mg + MIRA 50mg Valor p MIRA 50mg SOLI 5mg MIRA 50 mg + SOLI 5 mg Valo r p SOL I + MIR A SOL I 5mg SOL I10 mg Valo r p
EAET relacionado s aos medicamen tos 45 (10,5) 37 (8,7) 52 (12,3) 63 (14,9) 157 (18,4) 150 (17,7) NR 35 (11,5) 42 (13,9) 200 (16,6) NR 141 (19,4 ) 125 (17,2 ) 161 (22,4 ) NR
EAET sérios relacionado s aos medicamen tos 0 1 (0,2) 1 (0,2) 0 2 (0,2) 3 (0,4) NR 1 (0,3) 0 0 NR NR NR NR NR
Hipertensã o NR NR NR NR NR NR NR NR NR NR NR 12 (1,7) 6 (0,8) 13 (1,8) NR
EAET- Cardiovasc ulares NR NR NR NR NR NR NR NR NR NR NR n (%)*: 7 (1,0) n (%)*: 5 (0,7) n (%)*: 4 (0,6) NR
Infecção do trato urinário 21 (4,9) IC 18 (4,3) IC 16 (3,8) IC 21 (5,0) IC 60 (7,0) IC 95%: (5,3, 8,8) 44 (5,2) IC 95%: (3,7, 6,7) Todos <0,05, linha de 11 (3,6) 12 (4,0) 41 (31,4) NR 7 (1,0) 7 (1,0) 12 (1,7) NR
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Eventos adversos Herschorn et al, 2017; Robinson (SYNERGY Herschorn et al, 2017; Robinson (SYNERGY Herschorn et al, 2017; Robinson (SYNERGY Herschorn et al, 2017; Robinson (SYNERGY Herschorn et al, 2017; Robinson (SYNERGY Herschorn et al, 2017; Robinson (SYNERGY Herschorn et al, 2017; Robinson (SYNERGY Gratzke et al, 2017(87) (Resumo) Gratzke et al, 2017(87) (Resumo) Gratzke et al, 2017(87) (Resumo) Gratzke et al, 2017(87) (Resumo) Drake et al, MacDiarmid 2016(104, 105)(BESIDE) Drake et al, MacDiarmid 2016(104, 105)(BESIDE) Drake et al, MacDiarmid 2016(104, 105)(BESIDE) Drake et al, MacDiarmid 2016(104, 105)(BESIDE)
n (%) Placeb o MIRA 25 mg MIRA 50mg SOLI 5mg SOLI 5mg + MIRA 25 mg SOLI 5mg + MIRA 50mg Valor p MIRA 50mg SOLI 5mg MIRA 50 mg + SOLI 5 mg Valo r p SOL I + MIR A SOL I 5mg SOL I10 mg Valo r p
95%: (2,9, 6,9) 95%: (2,9, 6,9) 95%: (2,0, 5,6) 95%: (2,9, 7,0) base e 18 semanas
Retenção urinária 0 0 : 0 3 (0,7) IC 95%: (0,0, 1,5) 8 (0,9) IC 95%: (0,3, 1,6) 10 (1,2) IC 95%: (0,5, 1,9) Combinaç ões <0,05, linha de base e 18 semanas NR NR NR NR 2 (0,3) 1 (0,1) 5 (0,7) NR
Desordens gastrointest inais Dispep sia: 3 (0,7) Dispep sia:1 (0,2) Dispep sia: 1 (0,2) Dispep sia: 1 (0,2) Dispepsia: 10 (1,2) Dispepsia : 16 (1,9) NR NR NR NR NR 9 (1,2) 13 (1,8) 12 (1,7)
Boca seca 8 (1,9) 17 (4,0) 14 (3,3) 25 (5,9) 74 (8,7) 61 (7,2) NR 12 (3,9) 18 (5,9) 76 (6,1) NR 43 (5,9) 41 (5,6) 68 (9,5) NR
Constipaçã o 6 (1,4) 6 (1,4) 11 (2,6) 6 (1,4) 38 (4,5) 31 (3,7) NR 3 (1,0) 7 (2,3) 40 (3,3) NR 33 (4,6) 22 (3,0) 34 (4,7) NR
Visão turva 3 (0,7) 1 (0,2) 0 2 (0,5) 5 (0,6) 6 (0,7) NR NR NR NR NR NR NR NR NR
Dor de cabeça NR NR NR NR NR NR NR 5 (1,6) 5 (1,7) 35 (2,9) NR NR NR NR NR
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Eventos Herschorn et al, 2017; Robinson et al, 2017(102, 103) (SYNERGY Study) Herschorn et al, 2017; Robinson et al, 2017(102, 103) (SYNERGY Study) Herschorn et al, 2017; Robinson et al, 2017(102, 103) (SYNERGY Study) Herschorn et al, 2017; Robinson et al, 2017(102, 103) (SYNERGY Study) Herschorn et al, 2017; Robinson et al, 2017(102, 103) (SYNERGY Study) Herschorn et al, 2017; Robinson et al, 2017(102, 103) (SYNERGY Study) Herschorn et al, 2017; Robinson et al, 2017(102, 103) (SYNERGY Study) Gratzke et al, 2017(87) (Resumo) Gratzke et al, 2017(87) (Resumo) Gratzke et al, 2017(87) (Resumo) Gratzke et al, 2017(87) (Resumo) Drake et al, 2016; MacDiarmid et al, 2016(104, 105)(BESIDE) Drake et al, 2016; MacDiarmid et al, 2016(104, 105)(BESIDE) Drake et al, 2016; MacDiarmid et al, 2016(104, 105)(BESIDE) Drake et al, 2016; MacDiarmid et al, 2016(104, 105)(BESIDE)
adversos n (%) Placeb o MIRA 25 mg MIRA 50mg SOLI 5mg SOLI 5mg + MIRA 25 mg SOLI 5mg + MIRA 50mg Valor p MIRA 50mg SOLI 5mg MIRA 50 mg + SOLI 5 mg Valo r p SOL I + MIR A SOL I 5mg SOL I10 mg Valo r p
Reações de hipersensib ilidade NR NR NR NR NR NR NR NR NR NR NR 11 (1,5) 6 (0,8) 6 (0,8) NR
Descontinu ação devido a EAET 9 (2,1) 7 (1,7) 10 (2,4) 7 (1,7) 20 (2,3) 22 (2,6) NR 7 (2,3) 5 (1,7) 25 (2,1) NR 11 (1,5) 11 (1,5) 11 (1,5) NR
Descontinu ação devido a EAET relacionado s aos medicamen tos 7 (1,6) 4 (0,9) 6 (1,4) 5 (1,2) 17 (2,0) 19 (2,2) NR 4 (1,3) 4 (1,3) 17 (1,4) NR NR NR 11 (1,5) NR
Morte devido ao EA 0 0 0 0 0 0 NA 1 (0,3) 0 1 (0,1) NR 0 0 0 NA

MIRA: mirabegrona; SOLI: solifenacina; EA: eventos adversos; EAET: eventos adversos emergentes do tratamento; EATE relacionada com o medicamento: cuja relação com o medicamento de estudo não poderia ser descartada; IC 95%: intervalo de confiança de 95%; NR: não reportado,

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Tabela 25 - Desfechos de segurança dos estudos que envolveram a comparação de Mirabegrona e Solifenacina monoterapia ou versus placebo.

Eventos adversos n (%) Bastista et al, 2015 (BEYOND)(106) Bastista et al, 2015 (BEYOND)(106) Bastista et al, 2015 (BEYOND)(106) Kuo et al, 2015(88) Kuo et al, 2015(88) Kuo et al, 2015(88) Kuo et al, 2015(88)
Eventos adversos n (%) MIRA 50mg SOLI 5mg Valor p MIRA 50mg TOL 4mg Placebo Valor p
EAET 274 (29,3) 282 (30,2) NR 36 (42,4) 40 (49,4) 33 (42,9) NS
EAET Sérios 14 (1,5) 13 (1,4) NR 1 (1,3) 0 0
EAET relacionados aos medicamentos 104 (11,1) 135 (14,5 NR 20 (23,5) 24 (29,6) 19 (24,7) NR
EAET sérios relacionados aos medicamentos 4 (0,4) 4 (0,4) NR 0 0 0 NR
Hipertensão 10 (1,1) 14 (1,5) NR 2 (2,4) 1 (1,2) 0 NR
EAET- Cardiovascular es Taquicardia: 1 (0,1) Palpitações: 1 (0,5) Taquicardia: 2 (0,2) Palpitações: 1 (0,5) NR n:6 n:9 n:10 NR
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Eventos adversos n (%) Bastista et al, 2015 (BEYOND)(106) Bastista et al, 2015 (BEYOND)(106) Bastista et al, 2015 (BEYOND)(106) Kuo et al, 2015(88) Kuo et al, 2015(88) Kuo et al, 2015(88) Kuo et al, 2015(88)
Eventos adversos n (%) MIRA 50mg SOLI 5mg Valor p MIRA 50mg TOL 4mg Placebo Valor p
Infecção do trato urinário 22 (2,4) 24 (2,6) NR NR NR NR NR
Retenção urinária 1 (0,1) 1 (0,1) NR 0 0 0 NR
Desordens gastrointestinai s Dispepsia: 5 (0,5) Dispepsia: 5 (0,5) NR NR NR NR NR
Boca seca 29 (3,1) 54 (5,8) NR 3 (3,9%) 6 (7,1%) 7 (8,6%) NR
Constipação 21 (2,2) 23 (2,5) NR NR NR NR NR
Visão turva 6 (0,6) 4 (0,4) NR NR NR NR NR
Dor de cabeça 28 (3,0) 22 (2,4) NR NR NR NR NR
Reações de hipersensibilid ade 32 (3,4) 35 (3,7) NR NR NR NR NR
Descontinuaçã o devido a EAET 13 (1,4) 17 (1,8) NR 2 (2,4%) 1 (1,2%) 1 (1,3%) NR
Descontinuaçã o devido a EAET relacionados aos medicamentos 9 (1,0) 14 (1,5) NR 1 (1,2%) 0 1 (1,3%) NR
Morte devido ao EA 0 0 NA 1 (1,3) 0 0 NA

MIRA: Mirabegrona; SOLI: solifenacina; EA: eventos adversos; EAET: eventos adversos emergentes do tratamento; EATE relacionada com o medicamento: cuja relação com o medicamento de estudo não poderia ser descartada NR: não reportad

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20 de janeiro de 2025

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