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Câncer de estômago: causas, sintomas e tratamento

O câncer de estômago é um tipo de câncer que se forma no revestimento do estômago, frequentemente associado a fatores de risco como infecções e hábitos alimentares.
Principais pontos para você
  • Câncer de estômago é mais comum em homens.
  • Fatores de risco incluem dieta e infecção por Helicobacter pylori.
  • Tratamentos variam conforme o estágio da doença e saúde do paciente.

Sobre a condição

O câncer de estômago, também conhecido como adenocarcinoma gástrico, é uma neoplasia maligna que se origina nas células do revestimento do estômago. Essa doença é mais prevalente em homens e geralmente se desenvolve de forma assintomática em estágios iniciais, o que pode dificultar o diagnóstico precoce. Fatores como dieta, infecção por Helicobacter pylori, tabagismo e histórico familiar estão associados ao aumento do risco de desenvolvimento dessa condição. O tratamento pode incluir cirurgia, quimioterapia e radioterapia, dependendo do estágio da doença e da saúde geral do paciente. A detecção precoce é crucial para melhorar o prognóstico e a qualidade de vida dos afetados.

Quão comum é?

O câncer de estômago é a quinta neoplasia mais comum no mundo, com uma taxa de incidência estimada de 1,5% a 2% da população em geral, variando conforme a região geográfica.

Quão grave é?

O câncer de estômago pode ser altamente severo, especialmente se diagnosticado em estágios avançados, com potencial para metástase e complicações graves.

Mitos e verdades sobre câncer de estômago

Mito

Câncer de estômago é contagioso.

Verdade

Câncer de estômago não é contagioso; é causado por fatores genéticos e ambientais.

Mito

Apenas pessoas idosas podem ter câncer de estômago.

Verdade

Embora o risco aumente com a idade, jovens também podem ser diagnosticados.

Perguntas frequentes sobre câncer de estômago

Não, o câncer de estômago não é contagioso.

Os principais fatores incluem infecção por Helicobacter pylori, dieta inadequada e tabagismo.

O diagnóstico é feito por meio de endoscopia, exames de imagem e biópsia.

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Entenda a fundo

  • Perda de peso inexplicada

    Perda de peso significativa sem motivo aparente.

  • Dor abdominal

    Dor persistente ou desconforto na região do estômago.

  • Náusea e vômito

    Sensação de enjoo e episódios de vômito.

  • Falta de apetite

    Diminuição do desejo de comer.

  • Inchaço abdominal

    Sensação de plenitude ou inchaço após as refeições.

  • Infecção por Helicobacter pylori

    Bactéria que pode causar inflamação crônica e aumentar o risco de câncer.

  • Fatores dietéticos

    Alimentos processados, ricos em sal e conservantes podem contribuir para o desenvolvimento da doença.

  • Tabagismo

    O uso de tabaco está associado a um aumento do risco de câncer gástrico.

  • Idade avançada

    O risco aumenta com a idade, especialmente após os 50 anos.

  • Histórico familiar

    Ter parentes próximos com câncer de estômago aumenta o risco.

  • Obesidade

    O excesso de peso é um fator de risco modificável.

  • Endoscopia digestiva alta

    Exame que permite visualizar o interior do estômago e realizar biópsias.

  • Tomografia computadorizada (TC)

    Utilizada para avaliar a extensão da doença e possíveis metástases.

  • Exames de sangue

    Podem ajudar a detectar anemia e outros sinais de câncer.

  • Cirurgia

    Remoção do tumor e, em alguns casos, parte do estômago.

  • Quimioterapia

    Uso de medicamentos para destruir células cancerígenas.

  • Radioterapia

    Tratamento que utiliza radiação para eliminar células cancerígenas.

  • Dieta saudável

    Incluir frutas, vegetais e grãos integrais na alimentação.

  • Evitar tabaco

    Parar de fumar reduz significativamente o risco.

  • Tratamento de infecções

    Tratar a infecção por Helicobacter pylori pode diminuir o risco.

  • Obstrução gastrointestinal

    Bloqueio do trato digestivo que pode causar dor intensa e vômito.

  • Anemia

    Deficiência de glóbulos vermelhos devido a sangramentos.

  • Metástase

    Espalhamento do câncer para outros órgãos, como fígado e pulmões.

  • Estágio inicial

    Taxas de sobrevida superiores a 90% em cinco anos.

  • Estágio avançado

    Taxas de sobrevida podem ser inferiores a 20%.

  • Gastrite crônica

    Inflamação do estômago que pode preceder o câncer.

  • Úlceras gástricas

    Feridas no revestimento do estômago que podem ser confundidas com câncer.

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